Vânia...
Primeiramente gostaria de agradecer com toda a sinceridade pela sua amizade, seus conhecimentos passados, seu carinho e pela convivência que tivemos juntos. Sem dúvida nenhuma, foi o melhor momento para o meu crescimento pessoal e profissional. Parabéns, muitas felicidades e muitos anos ainda de vida para podermos "aprender" ainda mais com você.
Um grande abraço.
Betão e Andrea.
Obrigado pela lembrança em seu texto - muito legal).
Beijos
Vania, boa tarde.
Apesar de termos que mudar de caminho, isso não significa mudar de intenção, o caminho é apenas um dos instrumentos para atingirmos nossos objetivos, e, as vezes, por mais que esse caminho pareça longo, ele pode nos mostrar mais ensinamentos do que imaginamos. Quando nos conhecemos, você estava apenas no inicio de um caminho que te levou a inúmeros outros. A vida é assim, temos que acreditar sempre que chegaremos lá, seja por qual caminho for. Sem duvida, sou testemunha e admirador do seu trabalho que foi fundamental para diversas decisões que tomei em minha vida. Fico feliz de saber que mereço sua lembrança por tudo que vivemos e compartilhamos nestes últimos anos. Desejo-lhe muitas felicidades e muita saúde para desfrutar desta vida maravilhosa.
Um beijo
Valentim
Boa Tarde
Vania, primeiramente quero lhe desejar um feliz aniversario com muita saude, paz e conquistas.
Saiba que o pouco tempo que passamos juntos foi o suficiente para que eu aprendesse muito com você, agradeço pela experiencia que me passou no G15, por me motivar sempre nos momentos dificies mostrando sempre que temos 2 caminhos a escolher, e agradeço muito por ser o seu coachee, graças a esse trabalho maravilhoso realmente pude perceber a trajetoria que tenho a seguir em minha vida.
Me lembro sempre dos nossos encontros e promessas que fiz a mim e a voce, saiba que continuo seguinte em frente com meus objetivos e um dia ficara muito orgulhosa das minhas conquistas.
Um feliz aniversario, que tenha mais um ano maravilhoso
Bjs
Ricardo
Vania Lucia,
Sinônimo de coragem,simplicidade, alegria e cumplicidade. Quantas, mas qunatas vezes vc esteve por perto,quando mais precisava. Não me esqueço,quando estava escrevendo a minha primeira monografia, e vc sem que eu solicitasse sentou ao meu lado e veio com grandes sugestões.
Minha amiga, outro dia li novamente a monografia e saiba de uma coisa: Aquela menografia éexatamente o que eu acredito, com algumas melhoras,é claro....mas exatamente em que creio.
Muita felicidades, muita paz e continue assim, rompendo barreiras, vencendo obstáculos e nos enchendo de alegria.
Mil beijos,
Ester
KOINONIA-PresençaEcumênica e Serviço
Júnior Dispemec,
Obrigado
Que Deus continue te abençoando todo dia.
Ele é Fiel
Parabéns
Sucesso
Parabéns!
Muita Saúde, Paz, Amor e grandes realizações p vc! abs... giba...
Vânia,
a vida nos reserva tantas surpresas, me parece que tudo é predestinado a algo. Veja bem, quando entrei na faculdade me dediquei ao máximo, quando entrei na prefeitura...me dediquei ao máximo, e sempre acreditando que com essa dedicação e esforço seria recompensada.
Mas jamais pensei que seria tão rápido, e foi eu que ensisti para Dulce que convidasse vc para a apresentação do TCC,pois achava importante vc estar lá naquele momento.Enfim, vc foi, eu apresentei o TCC, tiramos 10 e praticamente sai de lá empregada!!!!
E porque estou te contanto tudo isso....porque vc foi meu anjinho, e somo nós teus amigos que temos que agradecer a oportunidade que conviver com vc....pessoa tão maravilhosa.....
Bom...não vou escrever mais porque já estou chorando...e estou no em horário de serviço..rsrs
Parabéns!!!
Simone
Boa tarde ,
Meus parabens primeiramente e parabens a DEUS tambem por ter nos dado esse presente que é a sua pessoa cujo as qualidades não teria como descrever somente neste email .Mas mesmo assim vamos tentar resumir **** COMO A PESSOA QUE FAZ A DIFERENÇA **** . Vania lucia obrigado e que continue sempre assim destemida e inteligentissima!!! e etc...
Que DEUS lhe abençoe sempre com saude , paz , harmonia e mais,muito mais amigos como nós a familia DISPEMEC.
Att Charles Alexandre
terça-feira, 23 de março de 2010
Dia de reinauguração
Hoje dia 23 de março de 2010, quero agradecer a todos que contribuiram para que eu chegasse até aqui.Meus pais, Leonel de Oliveira Filho e Cleusa Maria Rosa de Oliveira, meus progenitores que me ofereceram condições para ser quem eu sou.
Minhas professoras, especialmente a que me ensinou a ler e escrever Professora Maria Aparecida de quem me lembro com carinho.Professora Flora, Professor Vicenti, Ana Maria, Rozana, foram tantos ao longo deste anos que confesso, não me lembro de todos. Sei que alguns já partiram, como Professora Maria José, outros ainda encontro em minhas andanças por estes corredores de escolas e instituições de ensino. Agradeço muito aos meus amigos, colegas e conhecidos . Pessoas que passaram pela minha vida e deixaram marcas. Meus alunos, de crisma, catecismo, educação infantil,antigo primário e ginásio, supletivo,faculdade e hoje meus alunos de pós gradução.
Todos me ensinaram e continuam me ensinando que no ciclo da vida estamos sempre trocando de papéis, atuando em vários cenários, com vários atores e sendo sempre alunos. E agora, agradeço aqueles que me ofereceram as oportunidades de colocar em práticas meus conhecimentos como pessoa, como profissional e como alguém que acredita na transformação da espécie humana.
Agradeço ao Carlos, primeira empresa em que atuei como Consultora. Ao Valentim e seu irmão Francisco que me apresentaram as empresas de São Paulo. Aos meus amados amigos Dirce, Andreza,Betão, Andréia, Pedro Vicentine,amigos do Espírito Santo, Santa Catarina,Paraná,São Paulo, lugares por onde eu passei e onde aprendi que podemos fazer coisas especiais, fazendo coisas no mínimo diferentes do convêncional. Eu acredito que podemos e devemos ser felizes e que só existe uma forma para sermos:" fazendo outras pessoas felizes". Acredito que temos uma missão e devemos deixar um legado para as próximas gerações. Acredito que somos canais transmissores de esperança, de entusiasmo , de alegria e de sabedoria. Acredito que até mesmo aqueles que desejaram nos prejudicar ,nos ajudaram a sermos melhores. Acredito que aqueles que nos compreendem são adoráveis parceiros e aqueles que nos rejeitam nos ensinam a sermos fiéis as nossas convicções e valores. Acredito que fiz mais o bem que o mal por onde passei, até porque nunca projetei o mal para alguém .Agradeço meus queridos estagiários, tão lindos e jovens mas tão responsáveis com aquilo que fazem. Enfim, hoje há 44 anos atrás eu não era muita coisa e hoje sei que já sou alguma coisa para muitas pessoas.Sei que precisei de muias pessoas e até o meu último dia, continuarei precisando.
Não fico velha , pois não nasci pronta.Vou me renovando e me reinaugurando a cada dia.
Todos os dias celebro a vida e meu aniversário para o mundo, pois todos os dia estou nascendo para ele.
Todos os dias me descubro, me reconheço diferente e até igual em algumas atitudes.
Percebo os meus encontros e desencontros com a vida.Estou conformada de que por mais que eu evolua alguns sentimentos não me acompanharão na mesma intensidade.
Eles possuem ritmos próprios e me pegam as vezes, distraída e de surpresa.
Diante desta realidade, constato que residem em minha mente várias Vânias com diferentes idades e experiências. Meu corpo, nem sempre as acompanha, mas sei que elas estão presente nele, em cada cicatriz, em cada traço em meu rosto ou lembrança gravada em meu DNA .
A criança, a adolescente, a adulta e até a idosa já residem em mim, pois todas estão unidas por minhas escolhas conscientes e inconscientes. Assim hoje , dia 23 de março assim como todos os dias, agradeço por cada pessoa que fez e faz parte de minha história.
Todas foram e continuam sendo um presente para minha existência.
Minhas queridas parceiras de trabalho Andréia e Edilene que me ajudam diariamente em meus projetos e me ouvem nos momentos de "furia"(rsss).
Agradeço meus coachees Celso Júnior, Marcos Nogueira,Eduardo,Tatiana,Dany,Márcio,Carlos, Vânia, D.Edelzuita,Ricardo Itaquera,Grasieli e muitos outros pelos quais tenho imenso carinho, amor e gratidão.
Obrigado a todos que me permitiram fazer parte de alguns capítulos de suas histórias.
Certamente não sei o que ainda irei viver, mas já posso afirmar que valeu a pena tudo que até hoje já vivi.Valeu a pena conhecer as pessoas que conheci e ter compartilhado com cada uma delas, momentos inesquecíveis.
Obrigado ao G15 por tantos anos de convivência e por me permitirem atuar intensamente, colocando em todos os momentos os meus verdadeiros sentimentos de afeto e cuidado para com todos.Foi ótimo, enquanto estivemos juntos.
Está sendo ótimo, ter momentos bons para lembrar desta relação.
Obrigada as empresas Pat Paulicéia,MBPimenta, Jaguarauto,Ninim, Carbofreio, Josmar, Modelo, Primos, Dispemec,Lucios,Pegasus,Batimori,Dimas,Oficina do Gato ; meu Deus são mais de 600 empresas e para não ser injusta é melhor parar de nomeá-las...
Agradeço ao meu companheiro, amigo e parceiro que me auxilia há 13 anos em meu processo de melhoria contínua.
Concluindo, agradeço a Deus, pois sem ele não haveria o que nem o porquê agradecer.
Feliz anviversário a todos que celebram comigo o mistério de nosso encontro.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Lidando com Diferentes Gerações
Prezados leitores, estamos vivenciando nas empresas, o encontro ou desencontro de gerações. Refiro-me as Gerações “Baby Boomers”, Geração “X “,“Y” e “Z”.
A princípio, pode parecer complicado ou teórico demais, porém vale a pena entendermos os reflexos desta “fusões”.
Os Geração Baby Boomers é constituída por pessoas nascidas após a segunda guerra mundial, entre 1946 e 1964. São chamados de geração “EU”. Estes utilizavam a famosa frase: Não confie em ninguém com mais de 30 anos. É a geração que pretende permanecer ativa. Construíram suas empresas contando com sua determinação e muitos, com pouca ou nenhuma formação acadêmica.
Esta Geração possui uma capacidade de planejar a longo prazo e abrir mão de necessidades imediatas em prol de um futuro promissor.
Ao vermos estes profissionais no mercado, facilmente os identificamos pelo discurso e pelo comportamento , focado na busca pela segurança e estabilidade .
A Geração “X”, nascida em 1965 é filho de mãe que trabalha fora ou de pais divorciados. Mostra-se cético em relação a quase tudo. Preferem acordos informais e são menos leais as empresas do que seus antecessores.
Questionam hierarquias, preferem o trabalho em equipe.
A geração “Y” formada por pessoas nascidas a partir de 1978, está vivenciando a quebra de paradigmas no mundo organizacional , em que a empregabilidade cede lugar ao trabalho informal e remuneração variável .
Tal geração apresenta menos habilidades em lidar com perdas emocionais . São ágeis na emissão de respostas, possuem habilidades cognitivas focadas para propósitos imediatos, porém apresentam dificuldade em se relacionar com outras gerações.
Temos a geração “Z”, nascidos entre os anos de 1984 e 2000. “Consumo,Logo existo!”.
São pessoas que gostam de velocidade, querem informação, tem sensação de que tudo que fazem está completo, não ficam satisfeitos facilmente e não apresentam , na maioria das vezes preocupação com as consequências de suas decisões.
Temos ainda a Geração “Cangurus” que vivem na casa dos pais .Crescem , mas não se sentem preparados para encarar a vida. A indecisão e´sua marca predominante.
A Geração “GOOGLE”, adolescentes nascidos a partir de 1993,têm sua capacidade supervalorizada, porém preferem agir sob a forma CRTL e CRTLV , ou seja , copiar e colar. Preferem o pouco ou nenhum esforço para obterem o que desejam. Descartam com facilidade bens , produtos , serviços e até pessoas.
Estas definições encontradas em vários textos de Administração e Gestão de pessoas, nos auxiliam a compreender o comportamento humano nas organizações, compreendendo que não se trata de um a situação isolada e sim, um perfil de comportamento característico de um cenário social, econômico, político e cultural.
Diante destas características , convido-os a olharem para suas empresas e suas famílias.
Temos nas empresas, fundadores que resistem em deixam seu posto, para aproveitarem o que conquistaram, até porque desde cedo aprenderam que, o Homem deve viver para o trabalho .
Seus sucessores, já apresentam uma nova percepção de um mundo repleto de facilidades e oportunidades .
Desta forma, as novas gerações não medem empenho por horas de trabalho dentro da empresa e sim, por resultados obtidos.
Já os herdeiros (netos e bisnetos) muitas vezes nem vão a empresa, pois não desejam seguir os passos dos avós ou dos pais por crescerem ouvindo-os reclamarem do seu trabalho.
Enfim, temos o chamado conflito de gerações, em um mundo cujas as expectativas se renovam a cada segundo. Porém acompanhamos inúmeras empresas desaparecendo do mercado, justamente por não suportar o convívio entre diferentes gerações . Neste momento, vale solicitar o apoio de um profissional, para mediar estas diferenças tornando-as alavancadoras de oportunidades e não de ameaças.
As empresas necessitam da Geração “Baby Boomers”, bem como das demais , pois todas podem aprender e ensinar muito , umas as outras. Basta praticarmos o exercício da escuta, sem a preocupação excessiva dos pré julgamentos.
A princípio, pode parecer complicado ou teórico demais, porém vale a pena entendermos os reflexos desta “fusões”.
Os Geração Baby Boomers é constituída por pessoas nascidas após a segunda guerra mundial, entre 1946 e 1964. São chamados de geração “EU”. Estes utilizavam a famosa frase: Não confie em ninguém com mais de 30 anos. É a geração que pretende permanecer ativa. Construíram suas empresas contando com sua determinação e muitos, com pouca ou nenhuma formação acadêmica.
Esta Geração possui uma capacidade de planejar a longo prazo e abrir mão de necessidades imediatas em prol de um futuro promissor.
Ao vermos estes profissionais no mercado, facilmente os identificamos pelo discurso e pelo comportamento , focado na busca pela segurança e estabilidade .
A Geração “X”, nascida em 1965 é filho de mãe que trabalha fora ou de pais divorciados. Mostra-se cético em relação a quase tudo. Preferem acordos informais e são menos leais as empresas do que seus antecessores.
Questionam hierarquias, preferem o trabalho em equipe.
A geração “Y” formada por pessoas nascidas a partir de 1978, está vivenciando a quebra de paradigmas no mundo organizacional , em que a empregabilidade cede lugar ao trabalho informal e remuneração variável .
Tal geração apresenta menos habilidades em lidar com perdas emocionais . São ágeis na emissão de respostas, possuem habilidades cognitivas focadas para propósitos imediatos, porém apresentam dificuldade em se relacionar com outras gerações.
Temos a geração “Z”, nascidos entre os anos de 1984 e 2000. “Consumo,Logo existo!”.
São pessoas que gostam de velocidade, querem informação, tem sensação de que tudo que fazem está completo, não ficam satisfeitos facilmente e não apresentam , na maioria das vezes preocupação com as consequências de suas decisões.
Temos ainda a Geração “Cangurus” que vivem na casa dos pais .Crescem , mas não se sentem preparados para encarar a vida. A indecisão e´sua marca predominante.
A Geração “GOOGLE”, adolescentes nascidos a partir de 1993,têm sua capacidade supervalorizada, porém preferem agir sob a forma CRTL e CRTLV , ou seja , copiar e colar. Preferem o pouco ou nenhum esforço para obterem o que desejam. Descartam com facilidade bens , produtos , serviços e até pessoas.
Estas definições encontradas em vários textos de Administração e Gestão de pessoas, nos auxiliam a compreender o comportamento humano nas organizações, compreendendo que não se trata de um a situação isolada e sim, um perfil de comportamento característico de um cenário social, econômico, político e cultural.
Diante destas características , convido-os a olharem para suas empresas e suas famílias.
Temos nas empresas, fundadores que resistem em deixam seu posto, para aproveitarem o que conquistaram, até porque desde cedo aprenderam que, o Homem deve viver para o trabalho .
Seus sucessores, já apresentam uma nova percepção de um mundo repleto de facilidades e oportunidades .
Desta forma, as novas gerações não medem empenho por horas de trabalho dentro da empresa e sim, por resultados obtidos.
Já os herdeiros (netos e bisnetos) muitas vezes nem vão a empresa, pois não desejam seguir os passos dos avós ou dos pais por crescerem ouvindo-os reclamarem do seu trabalho.
Enfim, temos o chamado conflito de gerações, em um mundo cujas as expectativas se renovam a cada segundo. Porém acompanhamos inúmeras empresas desaparecendo do mercado, justamente por não suportar o convívio entre diferentes gerações . Neste momento, vale solicitar o apoio de um profissional, para mediar estas diferenças tornando-as alavancadoras de oportunidades e não de ameaças.
As empresas necessitam da Geração “Baby Boomers”, bem como das demais , pois todas podem aprender e ensinar muito , umas as outras. Basta praticarmos o exercício da escuta, sem a preocupação excessiva dos pré julgamentos.
domingo, 14 de março de 2010
Entre ser “bonzinho ou competente”.
Queridos leitores, sempre é muito bom compartilhar com vocês alguns temas que constantemente discuto nas empresas, junto a meus colaboradores e clientes.
O tema proposto nos sugere uma reflexão a cerca de nossos objetivos em relação a nossa equipe de trabalho.
Inúmeras vezes ouço empresários relatarem que possuem colaboradores muito bons. Esta bondade está relacionada a valores como: pontualidade, assiduidade, honestidade, colaboração entre outros.
Alguns até afirmam:”- Ele não tem boca pra nada.” Aceitam ficar após o horário e ajudam em tudo que lhes for solicitado.
Sem dúvida , pessoas prestativas são bem vindas e sempre auxiliam nas atividades de rotina de uma empresa. No entanto, desejo que façamos uma outra reflexão. Estas pessoas também são produtivas e competentes em suas funções? Ou seja, trazem resultados eficazes para a Organização? Comecei a pensar sobre isto , após uma entrevista com um colaborador de uma empresa que afirmou-me que estava cansado de ser visto apenas como o funcionário bonzinho, porém nunca era destinado a assumir uma responsabilidade maior na Empresa. Aliás, também não era indicado para cursos mais complexos nas Fábricas, embora sempre ouvisse dos seus Supervisores que era um bom funcionário. Vale a pena avaliarmos o perfil de nossos colaboradores , oferecendo-lhes reais oportunidades de superação através de desafios.Vale também a pena levar os colaboradores a se questionarem sobre seu profissionalismo e diferencial competitivo. Não temos este hábito, logo temos que desenvolvê-lo. Precisamos dizer a eles claramente o que desejamos e cobrarmos sistematicamente os resultados através de relatórios. Isto é possível em todas as áreas da empresa.
Na recepção por exemplo,podemos solicitar aos nossos consultores:
relatórios de garantia , número de clientes indicados por outros clientes , carros atendidos no mês por tipo de serviço entre outros. Nossos profissionais sentem-se mais valorizados quando percebem a importância de seu trabalho e podem receber o reconhecimento através de metas claras de melhoria.
Não basta apenas falarmos o quanto cada um pode melhorar.
È necessário mostrar “o quanto queremos que seja melhorado” em números reais, com gráficos e indicadores de resultados.
Assim nossos colaboradores podem não apenas serem bonzinhos, como também mostrarem sua eficiência e eficácia ,mostrando-se competentes na superação de dificuldades como: reduzindo despesas, eliminando erros e desperdícios, abrindo novos fornecedores e clientes, agilizando processos e acima de tudo , mostrando com seu trabalho , o quanto podem contribuir para o crescimento e lucratividade da empresa. Precisamos investir nesta filosofia organizacional, em que cada profissional possa saber qual o seu custo para a empresa e ainda, o quanto ele representa em seu faturamento.
Precisamos investir em posturas profissionais que substituem justificativas de tarefas não realizadas , por projetos criativos e inovadores de melhoria contínua.Pensem sobre isto...
O tema proposto nos sugere uma reflexão a cerca de nossos objetivos em relação a nossa equipe de trabalho.
Inúmeras vezes ouço empresários relatarem que possuem colaboradores muito bons. Esta bondade está relacionada a valores como: pontualidade, assiduidade, honestidade, colaboração entre outros.
Alguns até afirmam:”- Ele não tem boca pra nada.” Aceitam ficar após o horário e ajudam em tudo que lhes for solicitado.
Sem dúvida , pessoas prestativas são bem vindas e sempre auxiliam nas atividades de rotina de uma empresa. No entanto, desejo que façamos uma outra reflexão. Estas pessoas também são produtivas e competentes em suas funções? Ou seja, trazem resultados eficazes para a Organização? Comecei a pensar sobre isto , após uma entrevista com um colaborador de uma empresa que afirmou-me que estava cansado de ser visto apenas como o funcionário bonzinho, porém nunca era destinado a assumir uma responsabilidade maior na Empresa. Aliás, também não era indicado para cursos mais complexos nas Fábricas, embora sempre ouvisse dos seus Supervisores que era um bom funcionário. Vale a pena avaliarmos o perfil de nossos colaboradores , oferecendo-lhes reais oportunidades de superação através de desafios.Vale também a pena levar os colaboradores a se questionarem sobre seu profissionalismo e diferencial competitivo. Não temos este hábito, logo temos que desenvolvê-lo. Precisamos dizer a eles claramente o que desejamos e cobrarmos sistematicamente os resultados através de relatórios. Isto é possível em todas as áreas da empresa.
Na recepção por exemplo,podemos solicitar aos nossos consultores:
relatórios de garantia , número de clientes indicados por outros clientes , carros atendidos no mês por tipo de serviço entre outros. Nossos profissionais sentem-se mais valorizados quando percebem a importância de seu trabalho e podem receber o reconhecimento através de metas claras de melhoria.
Não basta apenas falarmos o quanto cada um pode melhorar.
È necessário mostrar “o quanto queremos que seja melhorado” em números reais, com gráficos e indicadores de resultados.
Assim nossos colaboradores podem não apenas serem bonzinhos, como também mostrarem sua eficiência e eficácia ,mostrando-se competentes na superação de dificuldades como: reduzindo despesas, eliminando erros e desperdícios, abrindo novos fornecedores e clientes, agilizando processos e acima de tudo , mostrando com seu trabalho , o quanto podem contribuir para o crescimento e lucratividade da empresa. Precisamos investir nesta filosofia organizacional, em que cada profissional possa saber qual o seu custo para a empresa e ainda, o quanto ele representa em seu faturamento.
Precisamos investir em posturas profissionais que substituem justificativas de tarefas não realizadas , por projetos criativos e inovadores de melhoria contínua.Pensem sobre isto...
EU TENHO UM SONHO
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre.
Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes".
Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo.
Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia.
Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só.
E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero.
Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.
Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.
"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"
E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.
Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.
Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.
Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.
Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.
Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.
Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.
Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.
E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:
"Livre afinal, livre afinal.
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre.
Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes".
Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo.
Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia.
Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só.
E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero.
Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.
Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.
"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"
E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.
Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.
Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.
Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.
Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.
Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.
Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.
Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.
E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:
"Livre afinal, livre afinal.
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."
A atuação feminina na oficina de reparação

Quero ressaltar a importância de inúmeras mulheres que hoje atuam no mercado de reparação e reposição de autopeças, auxiliando na administração do negócio.
Muitos dos meus clientes vivem esta realidade.
São esposas, mães ,irmãs e filhas que optam em desenvolver seu papel enquanto profissionais, dentro das oficinas e lojas de autopeças ,mostrando competência em território, que até poucos anos atrás era de domínio exclusivamente masculino.
Cabe salientarmos que muitas se destacam, obtendo êxito como profissionais e contribuindo para o crescimento das empresas de forma extremamente eficiente e eficaz.
O que eu venho aprendendo com estas mulheres e que eu quero compartilhar com vocês hoje, são os seguintes tópicos:
1.Não se pode ver a oficina como extensão de sua casa. a empresa deve ser um local de trabalho, mesmo que lá atuem os maridos ,irmãos e filhos.Logo temos compromissos, horários, como todos os funcionários.
2.A mulher pode e deve conquistar o seu espaço por competência, ou seja, por conhecer o que faz e saber planejar o que a empresa necessita e deseja.
2.A mulher pode e deve ter uma visão geral da empresa e não ficar apenas fixa no cumprimento de suas tarefas. Deve procurar compreender a dinâmica dos setores e ter uma participação integrada, ativa , inovadora e alinhada aos objetivos organizacionais. Todos nós podemos mudar hábitos valores, crenças e costumes praticados na rotina deste ambiente corporativo.
3.A busca pelo aperfeiçoamento, pela capacitação, precisa deve ser tratada como condição básica para todo profissional atuar com qualidade, independente da questão de gênero. Logo, faz-se necessário investir no conhecimento sempre, independente da área de atuação feminina(área administrativa/financeira, atendimento, estoque, compra).
4. A sensibilidade feminina, quando bem canalizada, pode acrescentar muito às relações existentes nas empresas, favorecendo o diálogo, a negociação, a busca pelo equilíbrio entre razão/emoção, favorecendo uma troca saudável de experiências e percepções de cenários.
É muito gratificante vermos a cada dia aumentar o número de mulheres comprometidas com as mudanças deste setor. Estas não vêem a empresa como um passa-tempo, mas sim como um ambiente em que as mesmas podem contribuir e agregar valor social e econômico.
São de fato colaboradoras diretas para o sucesso das empresas. Quero mencionar o nome de algumas destas mulheres que fazem a diferença em seus negócios .São elas; Maria Aparecida Buzzi, proprietário da Pat Paulicéia e MBPimenta - Moto Buzzi em São Paulo;Daniely -sócia proprietária da Ninim reparações Automobilísticas;Márcia Koga- da distribuidora de autopeças Koga-Koga em São Paulo e Grasieli -gerente administrativa da Dispemec Auto peças em São José dos Campos.Grasieli em especial, por estar se superando diariamente , a medida em que se disponibilizou a aprender para atuar de forma competente e consciente em sua empresa.Esta jovem,através de um processo de coaching pessoal, identificou suas reais possibilidades de fazer a diferença no negócio, fortalecendo seus conhecimentos, habilidades e atitudes de forma comprometida e alinhada aos objetivos de seus familiares(pai e irmão) que também atuam na empresa.Assumiu seu lugar na empresa e vem se empenhando dia-a-dia, em fazer o seu melhor, contribuindo de forma extraordinária para o sucesso de todos.
Vale a pena ressaltar iniciativas como estas, pois quando ouvimos falar em sucessão familiar, nos deparamos com jovens que herdam empresas, sem saber o que fazer com elas. Vemos jovens que estão nas empresas, não por opção, mas por falta de perspectiva ou coragem em olhar o mercado e atuar nele de forma independente. Não é o caso de Grasieli que, optou em ser uma agente de mudança, primeiramente por ela própria.Posteriormente, por amor e respeito ao pai e ao irmão com quem divide de forma harmoniosa, as tomadas de decisões da empresa.
Em várias oficinas, muitas mulheres estão sendo um ponto de equilíbrio, capaz de definir muitas vezes a sustentabilidade da mesma no mercado.
Valorizar e reconhecer a importância destas profissionais é sempre necessário e pertinente.Não se trata de ser mulher ou homem e sim, de estar preparado para entrar em ação.
É preciso saber fazer a diferença estando nela.
Isto com certeza,aconteceu em uma das oficinas em que atuei como Consultora Organizacional. A Senhora Cida Ragozzini , mulher e mãe ,deixou-me um bom exemplo de atuação, junto ao seu marido,com quem promoveu o crescimento da empresa e a manteve competitiva no mercado .(Cida faleceu em 17 de outubro de 2002).
O imediatismo que retarda o crescimento
Caros leitores, quero compartilhar com todos vocês sobre um aspecto importante que pode atrapalhar os processos de melhorias nas empresas de nosso segmento e empresas no geral.Vamos refletir sobre o Imediatismo.
Muitos reconhecem que os tempos atuais exigem agilidade e precisão nas respostas. As pessoas vivem correndo de um lado para o outro, em busca de soluções que requeiram pouco esforço e baixo nível de comprometimento. Na minha percepção, falta-nos o hábito de planejarmos o que desejamos e ainda mais, nos prepararmos para atingirmos objetivos, identificando as tarefas a serem feitas. Todos desejamos obter os melhores resultados, mas nem sempre estamos dispostos a fazer os “sacrifícios”, ou seja, mudar nossas práticas e nossos antigos hábitos.
Isto leva-nos a encarar as decisões como atos heróicos e momentâneos, tomados de forma impulsiva, quando a emoção prevalece sobre a razão.
Constantemente ouvimos empresários relatarem suas experiências, colocando no mercado a justificativa para suas perdas de rendimentos, dificuldades em atenderem, venderem serviços e produtos. Porém ao serem questionados sobre o que estão fazendo dentro das empresas, para reverterem a situação, ainda ouço: - “Mas o que eu posso fazer?”
Muitos não conseguem fazer a leitura crítica de suas práticas, identificando suas falhas de controle e planejamento. Na verdade, trabalha-se muito no segmento automotivo, porém muitas vezes sem “foco”, não estabelecendo claramente onde deseja-se chegar.A falta de metas e de clareza nos resultados, provoca imediatismos, pois quando as oficinas estão cheias, as lojas vendendo, os distribuidores abastecendo o mercado, não existe a mesma preocupação em discutir processos e procedimentos. Aliás, não há monitoramento e controle quanto ao que fazemos e os resultados são medidos apenas pela capacidade em pagarmos as contas e não baixarmos nossas retiradas.
É preciso rever nosso pensamento e nossos comportamentos, se quisermos atingir um ponto de equilíbrio em nossas empresas. Temos que sair um pouco do operacional e nos dedicarmos um pouco mais ao planejamento. Precisamos entender o que significa planejar e ainda, adquirirmos o hábito de olharmos para trás e vermos o que fizemos e os resultados que obtivemos, tanto positivos como negativos.Mais ainda, termos a coragem de assumirmos nossos erros e aceitarmos aprender uma forma diferente de trabalhar.Precisamos aproveitar melhor o tempo, não esperando que o problema entre em nossa empresa para reagirmos. È preciso ser pró-ativo e deixarmos o imediatismo para os amadores.
Somos profissionais que podem reagir as mudanças do mercado como também podemos influenciá-lo.
O que desejamos para o futuro, precisamos começar a planejar hoje.Mais ainda, precisamos fazer a lição de casa que exige: dedicação, prontidão, vontade e racionalidade sobre nossa administração.
O imediato nem sempre é o que irá se manter, pode ser apenas o mais fácil não o mais duradouro.
Aí reside a diferença entre o eficiente e o mais eficaz.
Muitos reconhecem que os tempos atuais exigem agilidade e precisão nas respostas. As pessoas vivem correndo de um lado para o outro, em busca de soluções que requeiram pouco esforço e baixo nível de comprometimento. Na minha percepção, falta-nos o hábito de planejarmos o que desejamos e ainda mais, nos prepararmos para atingirmos objetivos, identificando as tarefas a serem feitas. Todos desejamos obter os melhores resultados, mas nem sempre estamos dispostos a fazer os “sacrifícios”, ou seja, mudar nossas práticas e nossos antigos hábitos.
Isto leva-nos a encarar as decisões como atos heróicos e momentâneos, tomados de forma impulsiva, quando a emoção prevalece sobre a razão.
Constantemente ouvimos empresários relatarem suas experiências, colocando no mercado a justificativa para suas perdas de rendimentos, dificuldades em atenderem, venderem serviços e produtos. Porém ao serem questionados sobre o que estão fazendo dentro das empresas, para reverterem a situação, ainda ouço: - “Mas o que eu posso fazer?”
Muitos não conseguem fazer a leitura crítica de suas práticas, identificando suas falhas de controle e planejamento. Na verdade, trabalha-se muito no segmento automotivo, porém muitas vezes sem “foco”, não estabelecendo claramente onde deseja-se chegar.A falta de metas e de clareza nos resultados, provoca imediatismos, pois quando as oficinas estão cheias, as lojas vendendo, os distribuidores abastecendo o mercado, não existe a mesma preocupação em discutir processos e procedimentos. Aliás, não há monitoramento e controle quanto ao que fazemos e os resultados são medidos apenas pela capacidade em pagarmos as contas e não baixarmos nossas retiradas.
É preciso rever nosso pensamento e nossos comportamentos, se quisermos atingir um ponto de equilíbrio em nossas empresas. Temos que sair um pouco do operacional e nos dedicarmos um pouco mais ao planejamento. Precisamos entender o que significa planejar e ainda, adquirirmos o hábito de olharmos para trás e vermos o que fizemos e os resultados que obtivemos, tanto positivos como negativos.Mais ainda, termos a coragem de assumirmos nossos erros e aceitarmos aprender uma forma diferente de trabalhar.Precisamos aproveitar melhor o tempo, não esperando que o problema entre em nossa empresa para reagirmos. È preciso ser pró-ativo e deixarmos o imediatismo para os amadores.
Somos profissionais que podem reagir as mudanças do mercado como também podemos influenciá-lo.
O que desejamos para o futuro, precisamos começar a planejar hoje.Mais ainda, precisamos fazer a lição de casa que exige: dedicação, prontidão, vontade e racionalidade sobre nossa administração.
O imediato nem sempre é o que irá se manter, pode ser apenas o mais fácil não o mais duradouro.
Aí reside a diferença entre o eficiente e o mais eficaz.
O Julgamento
Vale a pena refletir..
Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. O homem comprou um filhote de pastor alemão.
Conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos "pegar” amizade...
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho.
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem:
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam..
O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
- Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho.
Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das Crianças.
- Descobriram! Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado. O que faz ele?
Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo.
E o ser humano continua julgando os outros...
Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência e julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.
Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?
Histórias como estas são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.
Às vezes fazemos os outros sofrerem por nosso torpe julgamento, pense....
"A vida tem quatro sentidos: amar, sofrer, lutar e vencer".
Por isso: AME muito, SOFRA pouco, LUTE bastante e VENÇA sempre que possível...
Mas NÃO JULGUE DIANTE DA 1ª. VISÃO OU COMENTÁRIO!
Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. O homem comprou um filhote de pastor alemão.
Conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos "pegar” amizade...
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho.
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem:
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam..
O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
- Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho.
Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das Crianças.
- Descobriram! Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado. O que faz ele?
Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo.
E o ser humano continua julgando os outros...
Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência e julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.
Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?
Histórias como estas são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.
Às vezes fazemos os outros sofrerem por nosso torpe julgamento, pense....
"A vida tem quatro sentidos: amar, sofrer, lutar e vencer".
Por isso: AME muito, SOFRA pouco, LUTE bastante e VENÇA sempre que possível...
Mas NÃO JULGUE DIANTE DA 1ª. VISÃO OU COMENTÁRIO!
O Julgamento
Vale a pena refletir..
Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. O homem comprou um filhote de pastor alemão.
Conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos "pegar” amizade...
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho.
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem:
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam..
O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
- Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho.
Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das Crianças.
- Descobriram! Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado. O que faz ele?
Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo.
E o ser humano continua julgando os outros...
Outra lição que podemos tirar desta história é que o
Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. O homem comprou um filhote de pastor alemão.
Conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos "pegar” amizade...
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho.
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem:
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam..
O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
- Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho.
Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das Crianças.
- Descobriram! Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado. O que faz ele?
Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo.
E o ser humano continua julgando os outros...
Outra lição que podemos tirar desta história é que o
Não tenho tempo!
Quando pensamos nas inúmeras coisas que temos a fazer, vem sempre aquela frase usual: Não tenho tempo.
Não tenho tempo para conversar com meu sócio sobre os rumos de nossa administração.
Não tenho tempo para conversar com meu contador sobre a situação da Empresa.
Não tenho tempo para conversar com meus colaboradores sobre o que precisamos melhorar no nosso dia-a-dia.
Não tenho tempo para ligar para meus clientes para consultar-lhes sobre o atendimento recebido.
Não tenho tempo de atualizar equipamentos.
Não tenho tempo para me atualizar e aprimorar meus conhecimentos.
Não tenho tempo para visitar um fornecedor, ou mesmo um parceiro de trabalho.
Não tenho tempo para analisar meu leque de serviços e procurar novas oportunidades de negócio.
Não tenho tempo para divulgar meu trabalho e minha empresa nos veículos de comunicação locais.
Não tenho tempo para participar de Feiras, encontros do Setor, Grupos enfim, não tenho tempo.
Não tenho tempo para responder meus e-mails nem de acessar uma aula pela Internet.
Na verdade, não tenho tempo para fazer estas coisas, pois estou sempre muito ocupado.
Quanto á minha família, não tenho tempo para estar com eles.
Não tenho tempo para viajarmos juntos, para almoçarmos juntos, para conversarmos sobre nossa relação familiar.
Não tenho tempo para estar com meu filho, olhar o seu caderno, ou interessar-me por sua vida.
Gente, não tenho tempo nem para cuidar de minha própria saúde!
Quantas vezes, você, eu, muitos de nós repetimos estas frases como se fosse algo natural.
Sobrevivemos, pois passamos pela vida, olhando-a pela janela de nossos olhos perdidos nos problemas que criamos e não conseguimos nos desprender deles, como se fossem a única razão de nossa existência.
Quero refletir com vocês, meus queridos leitores, quem é o dono do nosso Tempo?
Como gastamos cada segundo de nossa vida e com o que? Pois se não temos , algo ou alguém está se apropriando de nosso valioso Tempo.
Utilizamos frases como: Perder tempo. Como perder algo que não temos?
Como nos propomos a ter um negócio e não nos dedicarmos ao nosso sucesso?
Quantas vezes somos displicentes, gastando energia em situações de menor valor e importância, desviando nosso foco para o que é essencial para nossa felicidade.
Você já deve ter ouvido a expressão: Auto-sabotagem. Ela existe quando sem perceber, não investimos em coisas que podem fazer a diferença entre viver e sobreviver.Entre ter resultados e “ apagar incêndios” do dia-a-dia.
A Empresa idealizada por nós, na verdade, não existe, pois sempre teremos situações a serem consideradas, resolvidas e isto faz parte de nossa aprendizagem. Pode parecer estranho, mas as dificuldades nos ensinam mais que as facilidades. Para vermos os fatos como desencadeadores de crescimento, precisamos encontrar o que perdemos; o nosso Tempo.
Precisamos encontrar Tempo para analisar o que estamos fazendo e como estamos construindo nossa rotina, nossas metas e como estamos definindo nossas prioridades. Precisamos encontrar o Tempo devido para ouvir as pessoas e principalmente, a nossa própria consciência.
Precisamos nos apropriarmos novamente de nosso Tempo, valorizando cada segundo como um presente precioso e irrecuperável.
Procure o seu Tempo, ele pode estar muito mais próximo do que imagina, ao alcance de suas mãos, basta desejá-lo verdadeiramente e trazê-lo para mais junto de você, como um forte aliado.
Não tenho tempo para conversar com meu sócio sobre os rumos de nossa administração.
Não tenho tempo para conversar com meu contador sobre a situação da Empresa.
Não tenho tempo para conversar com meus colaboradores sobre o que precisamos melhorar no nosso dia-a-dia.
Não tenho tempo para ligar para meus clientes para consultar-lhes sobre o atendimento recebido.
Não tenho tempo de atualizar equipamentos.
Não tenho tempo para me atualizar e aprimorar meus conhecimentos.
Não tenho tempo para visitar um fornecedor, ou mesmo um parceiro de trabalho.
Não tenho tempo para analisar meu leque de serviços e procurar novas oportunidades de negócio.
Não tenho tempo para divulgar meu trabalho e minha empresa nos veículos de comunicação locais.
Não tenho tempo para participar de Feiras, encontros do Setor, Grupos enfim, não tenho tempo.
Não tenho tempo para responder meus e-mails nem de acessar uma aula pela Internet.
Na verdade, não tenho tempo para fazer estas coisas, pois estou sempre muito ocupado.
Quanto á minha família, não tenho tempo para estar com eles.
Não tenho tempo para viajarmos juntos, para almoçarmos juntos, para conversarmos sobre nossa relação familiar.
Não tenho tempo para estar com meu filho, olhar o seu caderno, ou interessar-me por sua vida.
Gente, não tenho tempo nem para cuidar de minha própria saúde!
Quantas vezes, você, eu, muitos de nós repetimos estas frases como se fosse algo natural.
Sobrevivemos, pois passamos pela vida, olhando-a pela janela de nossos olhos perdidos nos problemas que criamos e não conseguimos nos desprender deles, como se fossem a única razão de nossa existência.
Quero refletir com vocês, meus queridos leitores, quem é o dono do nosso Tempo?
Como gastamos cada segundo de nossa vida e com o que? Pois se não temos , algo ou alguém está se apropriando de nosso valioso Tempo.
Utilizamos frases como: Perder tempo. Como perder algo que não temos?
Como nos propomos a ter um negócio e não nos dedicarmos ao nosso sucesso?
Quantas vezes somos displicentes, gastando energia em situações de menor valor e importância, desviando nosso foco para o que é essencial para nossa felicidade.
Você já deve ter ouvido a expressão: Auto-sabotagem. Ela existe quando sem perceber, não investimos em coisas que podem fazer a diferença entre viver e sobreviver.Entre ter resultados e “ apagar incêndios” do dia-a-dia.
A Empresa idealizada por nós, na verdade, não existe, pois sempre teremos situações a serem consideradas, resolvidas e isto faz parte de nossa aprendizagem. Pode parecer estranho, mas as dificuldades nos ensinam mais que as facilidades. Para vermos os fatos como desencadeadores de crescimento, precisamos encontrar o que perdemos; o nosso Tempo.
Precisamos encontrar Tempo para analisar o que estamos fazendo e como estamos construindo nossa rotina, nossas metas e como estamos definindo nossas prioridades. Precisamos encontrar o Tempo devido para ouvir as pessoas e principalmente, a nossa própria consciência.
Precisamos nos apropriarmos novamente de nosso Tempo, valorizando cada segundo como um presente precioso e irrecuperável.
Procure o seu Tempo, ele pode estar muito mais próximo do que imagina, ao alcance de suas mãos, basta desejá-lo verdadeiramente e trazê-lo para mais junto de você, como um forte aliado.
quinta-feira, 11 de março de 2010

Porque sou Mulher.
Por ser mulher gosto de perfume e poesia,
Gosto de flores, de horta e jardins,
Gosto de uma boa batucada improvisada,
Gosto do mar, da lua e de serestas.
Por que sou mulher, gosto de pele macia,bem cuidada
De fruta fresca, de cheiro de mato e lírio que nasce na beira de ribeirão,
Gosto de coisas simples e gosto de cheiro de curral,
De cachorro solto correndo e de canto de pássaros livres
Sou chorona, sou risonha, sou meiga e sou mandona.
Por que sou mulher, gosto de cozinhar para as pessoas que amo,
Gosto de jogar conversa fora até de madrugada,de filosofar sobre a vida
Gosto de ver o dia amanhecer, gosto de caminhar na praia bem cedinho.
E de tomar café quentinho, a beira de um fogão a lenha.
Por que sou mulher, gosto de estudar
Gosto de ler um bom livro, de ouvir pessoas inteligentes,
Gosto de ouvir músicas antigas e de dançar,não importa o ritmo,
Por que sou mulher, choro ao assistir uma cena de amor,
Choro quando recebo flores,
Choro quando ouço uma canção romântica ou que fale das fragilidades humanas,
Choro de alegria e choro de emoção e dor.
Porque sou mulher, sou vaidosa e dengosa,
Sou silêncio, sou quietude, sou barulho e euforia.
Porque sou mulher desabrocho a cada dia
Quando acordo e me sinto viva.
Por ser mulher, adoro abraçar por inteiro,
Gosto de afeto e de palavras bem pronunciadas,
Gosto do sincero, do belo e até do inacabado.
Por ser mulher, gosto de viajar
Gosto de gastar, de comprar, de decorar,
Gosto de economizar queixas e esbanjar alegria.
Gosto de trabalhar todos os dias,
Gosto do que faço,
Admiro aquilo que ainda irei fazer.
Sou sonhadora e falo sozinha e ainda,
Por ser mulher, também me sinto as vezes sozinha.
Por ser mulher, quero ser independente,
Não gosto de receber ordens, nem de dar satisfações,
Gosto de ser livre para pensar e escolher .
Por ser mulher, sou frágil e forte.
Me supero e me surpreendo.
Não digo tudo que penso, nem amo tudo que posso.
Por ser mulher, sangro e me curo,
Me escondo e me oculto,
Me mostro só um pouquinho,
Para dar espaço para a saudade.
Por ser mulher, me olho por dentro,
Me vejo e me ouço,
Me toco e me conheço,
E por ser mulher envelheço na data de meu nascimento.
Mas torno-me jovem a cada nova descoberta .
Costa Concordia. Fitness em alto mar!










No dia 19 de fevereiro, embarcamos no Costa Concórdia, nossa primeira viagem temática. O Tema Fitness nos chamou atenção e nos fez embarcar em nosso sexto cruzeiro.
Foi mesmo, muito legal.
Muita animação em todas as idades. Pensei que seria uma exposição corpos definidos , porém o que encontrei foi uma filosofia de Qualidade de Vida, em que as pessoas foram convidadas a se aceitarem como são.Ou seja, antes da estética, o bem estar, ou o estar bem.
Fomos para lugares já conhecidos e visitados como Búzios e Rio de Janeiro. Mas o astral do navio, foi algo diferente.Você sente vontade se mexer, pelo simples fato de ver as pessoas se mexendo.
Muita água, muita fruta e muita comida. Haja atividade física para queimar tantas colorias!!!!
Shows a noite.
Cassino pra quem gosta e até , uma boa cama pra quem só quer dormir em alto mar.(rrsss)
Já estou me preparando para o próximo: 26 de fevereiro de 2011, lá estaremos com destino à Salvador a bordo do nosso segundo navio Fitness, agora Costa Serena.
VOCÊ também pode embarcar nesta viagem, é só correr pois as passagens estão se esgotando...
sexta-feira, 5 de março de 2010
O que é o HOJE, além do amanhã...
Quando iniciamos um trabalho novo, geralmente pensamos: Deixe-me ver os erros já conhecidos, para que eu não os repita.
Imaginamos que ter consciência deles já é o suficiente para deixarmos de cometê-los.
Porém nos esquecemos que temos uma matriz geradora, que precisa ser decodificada.
O que isto significa na prática:"Somos movidos por emoções".
As emoções nos dão parâmetros irreais e nos fazem acreditar em algo que só existe em nossa realidade emocional ou perceptiva.
Ontem a noite , estava eu em casa refletindo sobre meu dia e tive os seguintes pensamentos:
Como os acontecimentos nos afetam de formas tão diferentes.
Como ouvimos e vemos diferente das outras pessoas e ainda assim , insistimos em manter um consenso sobre quase tudo.
Não há novidade alguma nisto.Em sermos diferentes.
A novidade está em como processamos as diferenças e ainda, como respondemos a elas.
Hoje , aos 43 anos de idade sinto-me as vezes velha demais para errar, arriscar e ousar.
Porém , sinto-me também covarde e infantil demais quando não ouso, não arrisco e não acerto.É um paradoxo.
Um dilema entre ser o que esperam que você seja e ser aquilo que você pensou um dia ser.
Em viver para as convenções sociais ou existir para experimentar a vida em sua plenitude.
O que irá caracterizar a história: o que se viveu ou o que se sentiu ao passar pela vida...
Na minha mente limitada, existem espaços que ainda cabem aprendizados novos.
Em meu coração ainda cabem sentimentos não experimentados.
Em minha alma ainda cabe uma dosagem maior de fé.
Porém o tempo me intriga, me sabota em minhas buscas e faz com que eu me perca em atalhos de ilusão.
Meus olhos ainda me cegam e não me permitem enxergar o que está oculto em minha mente.
Hoje vejo uma jovenzinha, trancada no quarto escrevendo frases soltas, procurando dar a elas um sentido, um significado que justifique uma dose de tristeza que vez ou outra, fica na garganta.Uma sensação de frustração em matérias práticas da vida.
Vejo-me e não consigo recuperar as inúmeras vidas vividas em fases distintas de minha existência.
É como um filme em preto e branco , que algumas partes foram perdidas no tempo.
Eu sei que estão lá, mas não consigo acessá-las na íntegra.
As imagens não tem mais o mesmo foco, nem o mesmo brilho de quando foram produzidas.
O hoje passa ser fundamental.O hoje é tudo e é breve.
Porém fizemos do hoje uma rotina que teima em não abrir espaço para o improviso.
O hoje tornou-se compromisso, não uma opção aferida com os indicadores da felicidade.
O hoje tornou-se calendário repleto de datas, horários, prazos .
Não é mais AGORA .
Lembro-me quando era criança, dos dias longos. Havia tanto tempo para brincar, para correr, para fazer de conta .
Dormir, significava descançar e não perda de tempo.
Hoje tornou-se abreviação do amanhã.O anúncio de que algo irá acontecer. A introdução e não mais o capítulo de uma história.
Uma porcentagem que irá se transformar em estatística logo mais.
Tenho então o desafio de desafiar-me nestas evidências com uma dose de riso,ironia e prazer.
Tenho o desafio de não perder-me neste labirinto de paredes marcadas.
De mostrar uma escada com degraus de sorrisos e recolher-me quando as lágrimas quiserem lavá-la, com seu gostinho de sal.
As pessoas não querem ver escadas sendo lavadas, elas preferem vê-las sempre limpas com o gosto doce da alegria.
Imaginamos que ter consciência deles já é o suficiente para deixarmos de cometê-los.
Porém nos esquecemos que temos uma matriz geradora, que precisa ser decodificada.
O que isto significa na prática:"Somos movidos por emoções".
As emoções nos dão parâmetros irreais e nos fazem acreditar em algo que só existe em nossa realidade emocional ou perceptiva.
Ontem a noite , estava eu em casa refletindo sobre meu dia e tive os seguintes pensamentos:
Como os acontecimentos nos afetam de formas tão diferentes.
Como ouvimos e vemos diferente das outras pessoas e ainda assim , insistimos em manter um consenso sobre quase tudo.
Não há novidade alguma nisto.Em sermos diferentes.
A novidade está em como processamos as diferenças e ainda, como respondemos a elas.
Hoje , aos 43 anos de idade sinto-me as vezes velha demais para errar, arriscar e ousar.
Porém , sinto-me também covarde e infantil demais quando não ouso, não arrisco e não acerto.É um paradoxo.
Um dilema entre ser o que esperam que você seja e ser aquilo que você pensou um dia ser.
Em viver para as convenções sociais ou existir para experimentar a vida em sua plenitude.
O que irá caracterizar a história: o que se viveu ou o que se sentiu ao passar pela vida...
Na minha mente limitada, existem espaços que ainda cabem aprendizados novos.
Em meu coração ainda cabem sentimentos não experimentados.
Em minha alma ainda cabe uma dosagem maior de fé.
Porém o tempo me intriga, me sabota em minhas buscas e faz com que eu me perca em atalhos de ilusão.
Meus olhos ainda me cegam e não me permitem enxergar o que está oculto em minha mente.
Hoje vejo uma jovenzinha, trancada no quarto escrevendo frases soltas, procurando dar a elas um sentido, um significado que justifique uma dose de tristeza que vez ou outra, fica na garganta.Uma sensação de frustração em matérias práticas da vida.
Vejo-me e não consigo recuperar as inúmeras vidas vividas em fases distintas de minha existência.
É como um filme em preto e branco , que algumas partes foram perdidas no tempo.
Eu sei que estão lá, mas não consigo acessá-las na íntegra.
As imagens não tem mais o mesmo foco, nem o mesmo brilho de quando foram produzidas.
O hoje passa ser fundamental.O hoje é tudo e é breve.
Porém fizemos do hoje uma rotina que teima em não abrir espaço para o improviso.
O hoje tornou-se compromisso, não uma opção aferida com os indicadores da felicidade.
O hoje tornou-se calendário repleto de datas, horários, prazos .
Não é mais AGORA .
Lembro-me quando era criança, dos dias longos. Havia tanto tempo para brincar, para correr, para fazer de conta .
Dormir, significava descançar e não perda de tempo.
Hoje tornou-se abreviação do amanhã.O anúncio de que algo irá acontecer. A introdução e não mais o capítulo de uma história.
Uma porcentagem que irá se transformar em estatística logo mais.
Tenho então o desafio de desafiar-me nestas evidências com uma dose de riso,ironia e prazer.
Tenho o desafio de não perder-me neste labirinto de paredes marcadas.
De mostrar uma escada com degraus de sorrisos e recolher-me quando as lágrimas quiserem lavá-la, com seu gostinho de sal.
As pessoas não querem ver escadas sendo lavadas, elas preferem vê-las sempre limpas com o gosto doce da alegria.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Saber onde queremos chegar!
Quero compartilhar com todos os leitores sobre um questionamento que muitos empresários se fazem antes de iniciarem seus negócios e que no decorrer do processo, muitas vez deixam de fazer. O exercício que deveria ser constante, após os primeiros dez anos ser perde diante de inúmeras tarefas operacionais.
Muitos empresários se envolvem demasiadamente com as rotinas e com os conflitos entre funcionários e deixam de avaliar o negócio. Perdem ou desviam seu foco , comprometendo os processos de trabalho.
A oportunidade em nos questionarmos sobre os objetivos de nossa Empresa , está intimamente relacionado a visão de:”Onde queremos chegar? ”.
Na verdade, precisamos identificar onde, como e quando queremos chegar; para que tenhamos ações assertivas desde hoje.
A partir do momento que olhamos o mercado e nos posicionamos nele, somos obrigados a fazer escolhas. Estas escolhas podem nos trazer ganhos como também perdas .
Estarmos preparados para ganhos a longo prazo e perdas imediatas, é uma decisão nem sempre clara e de fácil escolha.
Mudar a forma de agir ; de pensar o negócio e de se relacionar com os colaboradores, mexe com aspectos conscientes e inconscientes que na maioria das vezes , requerem acompanhamentos de profissionais especializados.
Muitos empresários ao se confrontarem com estas situações, apresentam doenças e sintomas de estresse, depressão e até mesmo de doenças cardíacas pela dificuldade em administrarem situações que trazem desconforto emocional. Por mais que julguemos ter experiência, aptidão e maturidade , estamos sempre sendo colocados “ a prova”. Avalio que somente em situações difíceis , podemos nos desenvolver e aprender sobre nossas fragilidades e fortalezas. Mas em um primeiro momento, encarar os acontecimentos de forma autruísta e assertiva, nem sempre é de fácil compreensão de todos.
Desta forma, vale refletirmos sobre este tema que deve ser o norteador de todas as nossas ações.
Ao definirmos nosso foco, estaremos mais motivados a correr riscos se necessário e ainda, de planejarmos o futuro , conscientes de que haverão sacrifícios neste tempo presente .
Saber o que queremos nos permite ainda, nos prepararmos emocionalmente, tecnicamente e até fisicamente para fazermos a caminhada, rumo ao sucesso almejado.
Não basta desejar, temos que estar dispostos a agir.
Para cada ação, precisamos identificar nossos recursos pessoais. O que eu sei sobre minhas competências? Quais habilidades precisarei desenvolver? Quando pretendo iniciar? Quanto pretendo investir em meu propósito e ainda, o que pode me sabotar e fazer-me desistir, para que eu possa neutralizá-lo a tempo?
Como podemos perceber, são perguntas que irão nos mobilizar e provocar em nós as mudanças necessárias e a definição clara de objetivos.
Muitos empresários se envolvem demasiadamente com as rotinas e com os conflitos entre funcionários e deixam de avaliar o negócio. Perdem ou desviam seu foco , comprometendo os processos de trabalho.
A oportunidade em nos questionarmos sobre os objetivos de nossa Empresa , está intimamente relacionado a visão de:”Onde queremos chegar? ”.
Na verdade, precisamos identificar onde, como e quando queremos chegar; para que tenhamos ações assertivas desde hoje.
A partir do momento que olhamos o mercado e nos posicionamos nele, somos obrigados a fazer escolhas. Estas escolhas podem nos trazer ganhos como também perdas .
Estarmos preparados para ganhos a longo prazo e perdas imediatas, é uma decisão nem sempre clara e de fácil escolha.
Mudar a forma de agir ; de pensar o negócio e de se relacionar com os colaboradores, mexe com aspectos conscientes e inconscientes que na maioria das vezes , requerem acompanhamentos de profissionais especializados.
Muitos empresários ao se confrontarem com estas situações, apresentam doenças e sintomas de estresse, depressão e até mesmo de doenças cardíacas pela dificuldade em administrarem situações que trazem desconforto emocional. Por mais que julguemos ter experiência, aptidão e maturidade , estamos sempre sendo colocados “ a prova”. Avalio que somente em situações difíceis , podemos nos desenvolver e aprender sobre nossas fragilidades e fortalezas. Mas em um primeiro momento, encarar os acontecimentos de forma autruísta e assertiva, nem sempre é de fácil compreensão de todos.
Desta forma, vale refletirmos sobre este tema que deve ser o norteador de todas as nossas ações.
Ao definirmos nosso foco, estaremos mais motivados a correr riscos se necessário e ainda, de planejarmos o futuro , conscientes de que haverão sacrifícios neste tempo presente .
Saber o que queremos nos permite ainda, nos prepararmos emocionalmente, tecnicamente e até fisicamente para fazermos a caminhada, rumo ao sucesso almejado.
Não basta desejar, temos que estar dispostos a agir.
Para cada ação, precisamos identificar nossos recursos pessoais. O que eu sei sobre minhas competências? Quais habilidades precisarei desenvolver? Quando pretendo iniciar? Quanto pretendo investir em meu propósito e ainda, o que pode me sabotar e fazer-me desistir, para que eu possa neutralizá-lo a tempo?
Como podemos perceber, são perguntas que irão nos mobilizar e provocar em nós as mudanças necessárias e a definição clara de objetivos.
Para nossa reflexão
Há milhares de anos um chinês escreveu sobre isso, respeitando cinco pontos. O chinês escreveu um livro sobre a guerra, mas os cinco pontos que ele relaciona aplicam-se a qualquer tarefa realizada pelo ser humano.
O primeiro item: a lei da vontade. Só devemos fazer o que realmente enche o nosso coração de entusiasmo. Se deixarmos isso de lado, se adiarmos o momento de viver o que sonhamos, perdemos a energia necessária para qualquer transformação importante em nossas vidas. Alguém já disse: "Eu não conheço o segredo do sucesso, mas o segredo do fracasso é tentar sempre fazer a vontade dos outros."
O segundo item: a lei das estações. O ser humano precisa aprender a respeitar suas próprias estações, não tentando agir quando for o momento de esperar, não tentando esperar no momento de agir. Todo impulso de realização precisa ser coerente a um propósito maior, para que não haja um desperdício de energia com resultados ruins.
O terceiro item: a lei da Geografia. Uma batalha em um desfiladeiro é diferente de uma travada na planície. Da mesma maneira, só consegue condições favoráveis a pessoa que presta atenção ao que está acontecendo à sua volta, ao espaço que está ocupando, ao que tem que fazer para ir mais adiante, onde pode ser encurralada, como poderá escapar, se for preciso recuar um pouco. A miopia que a parte da humanidade viveu por séculos deixou claro que não conseguimos evoluir de forma integral. Os avanços tecnológicos superaram de longe o amadurecimento espiritual. Isso significa que como seres humanos muitos de nós não diferem de nossos antepassados que viveram na Antiguidade.
O quarto item: a lei dos aliados. Ninguém consegue lutar sozinho. São necessários amigos que nos dêem força na hora em que precisarmos, gente que nos aconselhe sem medo do que vamos pensar. Muitas vezes nos sentimos sós, mas isso é apenas uma forma cruel de autopunição. As pessoas que te querem bem podem não estar fisicamente ao seu lado, mas são capazes de sentir compaixão e secretamente podem incluir você em suas orações diárias.
E o quinto item: a lei da criatividade. Só existe uma maneira de entender as coisas: quando tentamos mudá-las. Nem sempre conseguimos, mas terminamos aprendendo, porque buscamos um caminho não percorrido, e o mundo está cheio desses caminhos. O problema é que todos têm muito medo das florestas virgens, dos mares nunca navegados, de cavernas escuras e sem fim, já que o desconhecido dá a sensação de que podemos nos perder. Mas ninguém se perde, porque a mão de DEUS misericordioso sempre estará sobre a cabeça dos homens e mulheres corajosos, os que ousam ser diferentes, porque acreditam em seus sonhos.
Não há o que temer na vida quando tudo que vier a acontecer for visto como uma oportunidade de explorar dentro de nós possibilidades novas. Afinal de contas, estamos aqui de passagem e o preço da diária pode aumentar ou diminuir de acordo com o empenho pessoal de se superar a todo instante.
(Autoria: Cida Rossi)
O primeiro item: a lei da vontade. Só devemos fazer o que realmente enche o nosso coração de entusiasmo. Se deixarmos isso de lado, se adiarmos o momento de viver o que sonhamos, perdemos a energia necessária para qualquer transformação importante em nossas vidas. Alguém já disse: "Eu não conheço o segredo do sucesso, mas o segredo do fracasso é tentar sempre fazer a vontade dos outros."
O segundo item: a lei das estações. O ser humano precisa aprender a respeitar suas próprias estações, não tentando agir quando for o momento de esperar, não tentando esperar no momento de agir. Todo impulso de realização precisa ser coerente a um propósito maior, para que não haja um desperdício de energia com resultados ruins.
O terceiro item: a lei da Geografia. Uma batalha em um desfiladeiro é diferente de uma travada na planície. Da mesma maneira, só consegue condições favoráveis a pessoa que presta atenção ao que está acontecendo à sua volta, ao espaço que está ocupando, ao que tem que fazer para ir mais adiante, onde pode ser encurralada, como poderá escapar, se for preciso recuar um pouco. A miopia que a parte da humanidade viveu por séculos deixou claro que não conseguimos evoluir de forma integral. Os avanços tecnológicos superaram de longe o amadurecimento espiritual. Isso significa que como seres humanos muitos de nós não diferem de nossos antepassados que viveram na Antiguidade.
O quarto item: a lei dos aliados. Ninguém consegue lutar sozinho. São necessários amigos que nos dêem força na hora em que precisarmos, gente que nos aconselhe sem medo do que vamos pensar. Muitas vezes nos sentimos sós, mas isso é apenas uma forma cruel de autopunição. As pessoas que te querem bem podem não estar fisicamente ao seu lado, mas são capazes de sentir compaixão e secretamente podem incluir você em suas orações diárias.
E o quinto item: a lei da criatividade. Só existe uma maneira de entender as coisas: quando tentamos mudá-las. Nem sempre conseguimos, mas terminamos aprendendo, porque buscamos um caminho não percorrido, e o mundo está cheio desses caminhos. O problema é que todos têm muito medo das florestas virgens, dos mares nunca navegados, de cavernas escuras e sem fim, já que o desconhecido dá a sensação de que podemos nos perder. Mas ninguém se perde, porque a mão de DEUS misericordioso sempre estará sobre a cabeça dos homens e mulheres corajosos, os que ousam ser diferentes, porque acreditam em seus sonhos.
Não há o que temer na vida quando tudo que vier a acontecer for visto como uma oportunidade de explorar dentro de nós possibilidades novas. Afinal de contas, estamos aqui de passagem e o preço da diária pode aumentar ou diminuir de acordo com o empenho pessoal de se superar a todo instante.
(Autoria: Cida Rossi)
domingo, 3 de janeiro de 2010
Os Jogos de Poder nas Organizações
Prezados leitores, quando vocês contratam os serviços de Consultoria, estão de certa forma, favorecendo que jogos de poder sejam desvendados, ou mesmo, potencializados com a chegada deste (a) intrometido que irá navegarem mares agitados e profundos.
Tal profissional precisa desenvolver competências de navegação política , pois estes jogos não tem regras fixas, nem obedecem limites.
Para que todos possam compreender melhor sobre o tema, quando colaboradores que atuam nas empresas, percebem que suas ascensões profissionais dependem de questões políticas, tendem a instaurar os jogos de poder(Freitas,Décio.O dragão e a serpente.Porto Alegre,sulina,2003).
Como o Consultor, geralmente domina esta estratégia, rapidamente percebe os jogos instalados e passa ser alvo de ataques, que tem com objetivo único de tirá-lo o mais rápido possível da empresa, a fim de que o status quo seja preservado.
A eficiência do trabalho do Consultor dependerá de como ele irá decifrar o ambiente que irá influenciar seu trabalho de forma brutal. Neste ambiente, cabe identificar os símbolos de poder, como: ocupar a sala mais próxima da sala do chefe; torcer pelo seu time de futebol, praticar o mesmo esporte, abrir e fechar a empresa, etc.
O status e o poder são alvos desejados pelo ser humano,mesmo que inconscientes. Buscamos desenvolvendo comportamentos, a princípio aplaudidos pelos gestores,mostrando-nos parceiros leais, irrepreensíveis. Vestimos a camisa, ficamos até tarde na empresa e não reclamamos por pagamento de horas extras. Conversamos sobre nossos problemas pessoais e servimos como conselheiros e amigos de nossos Gestores.
No entanto, o jogo começa a ser montado, quando uma das partes (colaboradores ) iniciam suas jogadas, enfatizando suas dedicação sem limites; como sendo algo que só beneficia a empresa e não a ele próprio. Dão o sangue pelo negócio e pregam que o fazem “por amor”, o que é facilmente é desmascarado quando a empresa deixa de dar-lhe o Poder ou Status que sempre julgaram ter.
Não é somente a remuneração, o foco de disputa entre as pessoas ,mas também a posição que ocupam no “tabuleiro de xadrez ”.
Logo , percebemos que Jogos de Poder estão presentes em todas as organizações. Quando o consultor chega na empresa ele precisa de patrocinadores; pessoas que apóiam seu trabalho e facilitam sua intervenção,neutralizando os jogos de poder.
Assim, logo surgem movimentações, mais ou menos padronizadas como:
1. Agendar reuniões e deixar o interlocutor/Consultor esperar, até ser atendido.
2. Atender ao telefone, deixando o Consultor esperando o término do assunto, ignorando sua agenda , seu trabalho, desmerecendo seu tempo,
3. Depreciar o trabalho do Consultor perante o Grupo,
4. Tirar sua credibilidade, invertendo suas colocações,
5. Desmerecer e sonegar-lhe os méritos,
6. Ridicularizá-lo e desestabilizá-lo emocionalmente de preferência perante o Grupo,
Todos este artifícios são utilizadas contra o Consultor que consciente deste jogo, alerta seu contratante que poderá manter-se firme no propósito de interromper este Jogo (que o torna refém e vulnerável a qualquer reação de seus colaboradores), ou deixar-se influenciar pelos jogadores e demitir o Consultor na primeira oportunidade.
Desta forma, muitas empresas interrompem seus processos de melhorias, por não perceberem, a quem interessa interromper a consultoria.
Quem serão os maiores beneficiados com a saída do Consultor?
Ao responder a estas perguntas podemos encontrar várias respostas e uma delas pode ser: “- Os que mais irão se beneficiar com a interrupção do trabalhor, são os que mais resistem as mudanças.Estes atacam a intervenção externa e torcem por seu fracasso, a fim de permanecerem fortalecidos.
Depois de tantos anos de trabalho como Consultora, tenho a percepção de que, todo início de trabalho é apoiado por todos, sem qualquer resistência, mas não posso me iludir.
Em pouco tempo de intervenção, de Anjo a Consultoria passa a ser vista como Vilã, muitas vezes por um pequeno grupo de jogadores inseguros . Neste momento, o equilíbrio emocional torna-se fundamental no processo de amadurecimento do consultor e da empresa.
Desta forma, cabe aos contratantes estarem atentos. Quando perceberem tais movimentações de seus colaboradores, isto pode significar que algo, realmente está sendo feito e portanto, surtindo efeitos importantes para que hajam mudanças.
Os jogos de poder, não necessariamente são ruins. Eles podem ser utilizados para causas nobres de ajuda coletiva. Mas, ainda precisamos aprender a utilizá-lo para este fim. Estejamos atentos e preparados para o Jogo e saber como devemos nos posicionar diante dele.
Tal profissional precisa desenvolver competências de navegação política , pois estes jogos não tem regras fixas, nem obedecem limites.
Para que todos possam compreender melhor sobre o tema, quando colaboradores que atuam nas empresas, percebem que suas ascensões profissionais dependem de questões políticas, tendem a instaurar os jogos de poder(Freitas,Décio.O dragão e a serpente.Porto Alegre,sulina,2003).
Como o Consultor, geralmente domina esta estratégia, rapidamente percebe os jogos instalados e passa ser alvo de ataques, que tem com objetivo único de tirá-lo o mais rápido possível da empresa, a fim de que o status quo seja preservado.
A eficiência do trabalho do Consultor dependerá de como ele irá decifrar o ambiente que irá influenciar seu trabalho de forma brutal. Neste ambiente, cabe identificar os símbolos de poder, como: ocupar a sala mais próxima da sala do chefe; torcer pelo seu time de futebol, praticar o mesmo esporte, abrir e fechar a empresa, etc.
O status e o poder são alvos desejados pelo ser humano,mesmo que inconscientes. Buscamos desenvolvendo comportamentos, a princípio aplaudidos pelos gestores,mostrando-nos parceiros leais, irrepreensíveis. Vestimos a camisa, ficamos até tarde na empresa e não reclamamos por pagamento de horas extras. Conversamos sobre nossos problemas pessoais e servimos como conselheiros e amigos de nossos Gestores.
No entanto, o jogo começa a ser montado, quando uma das partes (colaboradores ) iniciam suas jogadas, enfatizando suas dedicação sem limites; como sendo algo que só beneficia a empresa e não a ele próprio. Dão o sangue pelo negócio e pregam que o fazem “por amor”, o que é facilmente é desmascarado quando a empresa deixa de dar-lhe o Poder ou Status que sempre julgaram ter.
Não é somente a remuneração, o foco de disputa entre as pessoas ,mas também a posição que ocupam no “tabuleiro de xadrez ”.
Logo , percebemos que Jogos de Poder estão presentes em todas as organizações. Quando o consultor chega na empresa ele precisa de patrocinadores; pessoas que apóiam seu trabalho e facilitam sua intervenção,neutralizando os jogos de poder.
Assim, logo surgem movimentações, mais ou menos padronizadas como:
1. Agendar reuniões e deixar o interlocutor/Consultor esperar, até ser atendido.
2. Atender ao telefone, deixando o Consultor esperando o término do assunto, ignorando sua agenda , seu trabalho, desmerecendo seu tempo,
3. Depreciar o trabalho do Consultor perante o Grupo,
4. Tirar sua credibilidade, invertendo suas colocações,
5. Desmerecer e sonegar-lhe os méritos,
6. Ridicularizá-lo e desestabilizá-lo emocionalmente de preferência perante o Grupo,
Todos este artifícios são utilizadas contra o Consultor que consciente deste jogo, alerta seu contratante que poderá manter-se firme no propósito de interromper este Jogo (que o torna refém e vulnerável a qualquer reação de seus colaboradores), ou deixar-se influenciar pelos jogadores e demitir o Consultor na primeira oportunidade.
Desta forma, muitas empresas interrompem seus processos de melhorias, por não perceberem, a quem interessa interromper a consultoria.
Quem serão os maiores beneficiados com a saída do Consultor?
Ao responder a estas perguntas podemos encontrar várias respostas e uma delas pode ser: “- Os que mais irão se beneficiar com a interrupção do trabalhor, são os que mais resistem as mudanças.Estes atacam a intervenção externa e torcem por seu fracasso, a fim de permanecerem fortalecidos.
Depois de tantos anos de trabalho como Consultora, tenho a percepção de que, todo início de trabalho é apoiado por todos, sem qualquer resistência, mas não posso me iludir.
Em pouco tempo de intervenção, de Anjo a Consultoria passa a ser vista como Vilã, muitas vezes por um pequeno grupo de jogadores inseguros . Neste momento, o equilíbrio emocional torna-se fundamental no processo de amadurecimento do consultor e da empresa.
Desta forma, cabe aos contratantes estarem atentos. Quando perceberem tais movimentações de seus colaboradores, isto pode significar que algo, realmente está sendo feito e portanto, surtindo efeitos importantes para que hajam mudanças.
Os jogos de poder, não necessariamente são ruins. Eles podem ser utilizados para causas nobres de ajuda coletiva. Mas, ainda precisamos aprender a utilizá-lo para este fim. Estejamos atentos e preparados para o Jogo e saber como devemos nos posicionar diante dele.
sábado, 2 de janeiro de 2010
CASE HAVAINAS – AS LEGÍTIMAS
Consideradas a mais simples resposta à necessidade de proteger os pés, as
sandálias percorreram os séculos sob as mais diferentes formas. Sua simplicidade as faz perfeitas para os países de clima quente, sendo incorporada nas culturas do Mediterrâneo e de alguns países da Ásia. Trocar os sapatos que se está usando por sandálias, antes de entrar em casa, é um costume no Japão que demonstra respeito e humildade.
Tudo leva a crer que foi a Zori, sandália japonesa, a fonte de inspiração para a
criação das sandálias Havaianas em 14 de junho de 1962.
Mas a versão nacional trazia um diferencial: eram feitas de borracha. Um produto natural, 100% nacional e que garantia calçados duráveis e confortáveis.
Era tão simples a idéia da nova sandália que sua fama se espalhou feito rastilho de pólvora. Em menos de um ano, a São Paulo Alpargatas fabricava mais de mil pares por dia, o que levou ao aparecimento das imitações. A concorrência bem que tentou...mas não contava com a qualidade das “legítimas”, as únicas que "não deformam, não têm cheiro e não soltam as tiras".Bonita e gostosa, a sandália Havaianas se transformou num cult. Quem não tem pelo menos um par - de qualquer cor, não importa - está completamente desatualizado das peças básicas para qualquer guarda-roupa ou mala que se preze Um bom par de Havaianas combina com cidade, com praia, mar, céu azul, piscina e com vida dura. Em uma marcha do Movimento dos Sem-Terra sobre Brasília,milhares de homens, mulheres e crianças cruzaram o país calçando Sandálias Havaianas. Na outra ponta, socialites, artistas, o presidente da República,famosos pezinhos (e outros menos cotados) podem ser vistos dentro de coloridas Havaianas. Sem dúvida é a sandália mais democrática que se tem notícia. Calça “do mais pobre ao mais rico” - como disse o escritor Jorge Amado, que não dispensa a calça jeans e um par de Havaianas.
Elas são a cara de pelo menos três gerações de brasileiros. Passaram pelo
movimento hippie, pelos anos 70, 80 e 90 e vão muito bem, obrigado! Aliás,
sempre alerta, não perdeu nenhum movimento, adaptando suas ações às ordens da moda. Em 1994 ganharam uma nova versão: as monocromáticas Havaianas Top. Uma clara referência a seu posicionamento no mercado: um produto mais caro do que as tradicionais. Mídia e vips foram os primeiros a receber a novidade em mãos. Foi um delírio. Os editoriais de moda, jornais e revistas foram unânimes: as Havaianas Top estavam provocando uma revoluçâo na moda e no mercado.
Transformaram-se em ícone, em objeto de desejo, em peça obrigatória. E em
sinônimo de sandália.
Tema de teses de mestrado, de trabalhos de escola ou de faculdade, o case
Havaianas atrai gregos e troianos. Foi seu desenho simples e inteligente que as levou para a mostra Artesanato e Design: Um Processo Contínuo, a ser
representante do Brasil na Expo-98, em Lisboa, Portugal, e que as fez merecer
destaque na exposição Design e Materiais, realizada em São Paulo no final de 97.Segmentando seu mercado, a São Paulo Alpargatas criou uma versão para cada pé e cada gosto: as Tradicionais; a Top, as Havaianas Brasil, lançadas durante a Copa do Mundo de 98; a Surf; a Fashion; a Fashion Cristal; a Kids; a Clubes; a Floral; a Alamoana; a Milênio entre outros modelos que logo surgirão.
Na Fábrica de Havaianas em Campina Grande (PB), são fabricados cinco pares de sandálias Havaianas por segundo, o que dá 105 milhões de pares em um ano.Desde o seu lançamento, 2,2 bilhões de pares de sandálias Havaianas foram fabricados e vendidos. Alinhados os pés de tamanho 37, chega-se a quase 50 voltas de circunferência da Terra. E hoje chega-se a uma constatação: a cada três brasileiros, dois em média consomem um par de Havaianas por ano.A qualidade do produto, a estratégia de marketing e a campanha publicitária baseada em depoimentos - gente famosa usando Havaianas - um antigo hábito da São Paulo Alpargatas, trouxeram vida para a tradicional sandália, ainda que ela dispensasse maiores apresentações.
Quem primeiro apresentou o produto, por muitos anos, foi Chico Anysio. Na
década de 90, voltou em um dos anúncios do lançamento das Havaianas Top
proclamando “Isso é amor antigo”. A simbiose entre o produto e o artista foi tão
grande que houve um tempo em que se acreditava ser ele o dono da empresa.
Saiu Chico Anysio e entrou Thereza Collor, eleita, em uma pesquisa feita pela São Paulo Alpargatas, a musa do Nordeste. “Todo mundo usa Havaianas” era o tema da campanha, que foi ao ar logo depois com o ator Luis Fernando Guimarães. Ele flagrava personalidades como Vera Fisher, Malu Mader, Bebeto e Maurício Mattar usando as sandálias.
Na TV, a popularidade de Carolina Ferraz caiu ao tirar suas Havaianas. Cristiana Oliveira ia tirando as peças de sua indumentária para descobrir o responsável pelos miligramas a mais que a balança, quebrada, não acusava. Em outro filme uma fã quase descobre Fábio Assunção disfarçado na praia através de suas sandálias. Pouco depois, um garoto beijava as sandálias de Rodrigo Santoro pensando serem de Luana Piovani, outro pedia as Havaianas da Déborah Secco para fazer traves de gol. Marcos Palmeira, Raí, Popó, Luma de Oliveira e Reinaldo Gianechini também apareceram nas telinhas em divertidas situações relacionadas às Havaianas.
As Havaianas foram a estrela dos últimos verões do milênio. Elas apareceram em sua versão de fábrica em mais de 60 cores. Foram decoradas pela criatividade daqueles que bordaram suas tiras com lantejoulas, vidrilhos, conchinhas ou pintaram seu solado. Tiveram suas tiras e solados misturados, ganhando uma cara personalizada. Ousados inverteram a posição das tiras criando uma sandália diferente ou usaram um pé de cada cor.
Se, como diz Fernando de Barros, “quase nada mudará na moda, pelo menos nos próximos dez anos, até que uma nova geração apareça e invente uma nova moda”, uma coisa é certa: objeto de desejo, as Havaianas têm glamour,
personalidade e estilo. Básicas, irresistíveis, imprescindíveis, elas serão eternas enquanto durarem.
Algumas notícias sobre o produto atual .Alpargatas vai distribuir Havainas na festa do Oscar São Paulo, 7 de março (Portal EXAME) Caetano Veloso não será o único representante brasileiro na festa de entrega do Oscar, na noite de 23 de março. A Alpargatas também estará presente,distribuindo 50 pares de Havaianas a estrelas como Meryl Streep, Nicole Kidman,Paul Newman e Jack Nicholson.
A ação faz parte da campanha da empresa paulista para impulsionar as vendas do produto no exterior. Nos Estados Unidos, ao contrário do que acontece no Brasil, a sandália virou uma peça cult, cobiçada pelo mundo fashion. Um par de Havaianas chega a valer 80 dólares no mercado americano.
Musas não salvam Havaianas Vendas caíram 3%. Exportações
Compensaram O aumento da concorrência e a redução da renda do consumidor deram uma rasteira nas vendas das sandálias Havaianas em 2002, apesar do apelo do marketing em campanhas milionárias com várias beldades da TV. No ano passado, o número de pares comercializados caiu 3%, de 119 milhões para 115,5 milhões - uma redução de 3,5 milhões de sandálias em relação a 2001. A queda só não foi maior devido ao aumento de 18% nas exportações para 47 países.
- Sofremos com a retração da renda, com a alta do juro, inflação e desemprego.As pessoas deixam de trocar a sandália para reduzir gastos. Há ainda a concorrência com modelos similares e mais baratos - disse José Sálvio, gerente da Alpargatas, dona da marca.
As despesas da empresa para vender seus produtos cresceram 10,5%, atingindo R$ 187 milhões. A publicidade foi agressiva. Um exército de atrizes e modelos invadiu os comerciais para convencer o país a calçar a sandália, que fez 40 anos no ano passado.
Entre as artistas escaladas para a campanha, intitulada Deusas estavam as
atrizes Vera Fischer, Malu Mader, Luma de Oliveira, Patrícia Pillar e Giovanna
Antonelli, além da modelo Daniela Cicarelli. Também foi ao ar um filme com os
atores Reinaldo Gianechini, Marcos Palmeira e o ex-jogador de futebol Raí.
Tantas celebridades tentaram segurar a ofensiva da concorrente Grendene, que escalou a top model Gisele Bündchen para vender a sandália Ipanema e atacou ainda com a modelo Adriane Galisteu com a marca Grendha, o tenista Guga com o chinelo Rider, além de sandálias das apresentadoras Xuxa e Eliana e da cantora Sandy.
Para compensar a redução das vendas das Havaianas, que respondem por 45%do seu faturamento, a Alpargatas conseguiu ampliar a receita com outras marcas (tênis Tooper, Rainha e as licenciadas Mizuno e Timberland). Os destaques foram o aumento de 27% das vendas da marca licenciada Timberland (botas e acessórios para esportes de aventura) e de 26% do esportivo Mizuno.Em 2002, a empresa lucrou R$ 47,7 milhões, um aumento de 46% em relação a 2001 (R$ 32,6 milhões). Considerando todas as marcas, a companhia conseguiu empatar o volume vendido (129,2 milhões de pares) com o de 2001. Neste ano, o orçamento da empresa prevê investimentos de cerca de R$ 46 milhões, acima dos R$ 25 milhões de 2002.
Da Agência Folha [27/FEV/2003]
A volta por cima
Até mesmo uma grande marca não está livre de cair na armadilha da
indiferenciação. As Havaianas, sinônimo de sandália desde que foi lançada, em
junho 1962, experimentou esse tipo de dissabor. A marca chegou aos anos 90
com a imagem desbotada. Seu principal público consumidor, a classe média, a
havia trocado por produtos mais sofisticados. "Usá-la virou atestado de pobreza",afirma Paulo Lalli, diretor da Alpargatas. Popularizada pelas campanhas protagonizadas pelo humorista Chico Anysio ("não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras" era seu slogan), passou a ser difícil encontrar as Havaianas à venda nos grandes centros, a não ser na periferia. O foco no produto barato havia se sobreposto à estratégia de marca. "Todo nosso esforço, naquela época, concentrava-se em reduzir custos", diz Lalli. Foi em 1994, justamente no ano em que marcas mais baratas de sandália começaram a emergir, que a Alpargatas decidiu dar a volta por cima. O primeiro passo para reconstruir a imagem da Havaianas foi o lançamento de uma linha com um nome sugestivo: Top monocromática, com um solado mais alto, o nome gravado em relevo. Com ações que conjugaram publicidade e relações públicas, a sandália evoluiu de confortável pé de chinelo para artefato de moda. "As Havaianas devem seu boom em parte à propaganda gratuita de fãs como as supermodelos Naomi Campbell, Kate Moss e a brasileira Gisele Bündchen", escreveu o The Wall Street Journal numa reportagem de primeira página publicada em agosto do ano passado. (Gisele bandeou-se para a concorrente Grendene, que com seu empurrão projeta vender 8 milhões de pares em menos de um ano.)
Nessa estratégia de reconstrução (na verdade, de ressurreição) da marca,
nenhum "P" do marketing foi esquecido. A verba de publicidade cresceu e passou a corresponder a 12% das vendas da Alpargatas (728 milhões de reais no ano passado). Craques do futebol (Bebeto, Raí), atores (Malu Mader, Patrícia Pillar, Marcos Palmeira) e modelos (Luana Piovani, Fernanda Lima), protagonizaram situações divertidas em comerciais de TV e anúncios de revistas. Quando a Alpargatas foi reforçar o estoque nas lojas de calçados freqüentadas pela classe média, deparou com um obstáculo. Como parte do salário dos vendedores provém de comissões, eles preferiam vender um tênis da Nike de 150 reais a oferecer uma Havaiana da moda, que custa menos de 10. Eis o que fez a Alpargatas:
espalhou displays nos caixas e caprichou na embalagem, a fim de estimular as
compras por impulso. Atacadistas foram convocados para massificar a distribuição em 150 000 pontos-de-venda pelo Brasil afora. Uma equipe de designers foi despachada para a Europa. "Fizemos pesquisas de cores para selecionar as que melhor combinavam com os trajes de banho", diz Lalli. As coleções passaram a ser renovadas a cada ano (foram lançados sete novos modelos no ano passado).
Atraídas pela variedade de cores, as jovens consumidoras compram dois ou três pares, em vez de um. "Mudamos, finalmente, a equação de valor", diz Lalli. Com tudo isso, as vendas dobraram em uma década. Em 2001 foram comercializados 119 milhões de pares de Havaianas, que movimentaram acima de 600 milhões de reais no varejo. O renascimento da marca abriu novas possibilidades de crescimento. Uma delas é o merchandising e as estratégias de extensão de linha.
"Descobrimos que, além das cores, as Havaianas combinam com temas", afirma Lalli. A coleção temática mais bem-sucedida foi alusiva à Copa do Mundo em 1998, com 400 000 pares comercializados até hoje. Atualmente, a Alpargatas está negociando a produção de uma série especial para a Coca-Cola, numa promoção para atingir a faixa de 15 a 25 anos. "Vamos estender a marca com todo o cuidado", diz Lalli. A precaução de manter os pés no chão se explica: tempos atrás, a Alpargatas, na tentativa de inovar, mexeu na fórmula do produto, uma mistura de borracha natural com sintética que, a exemplo da Coca-Cola, esconde a sete chaves, e enfrentou um fiasco no lançamento de uma nova linha.
Outra possibilidade é o crescimento das exportações. Badaladas em editoriais de moda de revistas européias, vendidas nas Galleries Laffayette, em Paris, ao lado de itens de estilistas como Yves Saint Laurent e Chanel, as Havaianas têm chance de se tornar uma das primeiras marcas brasileiras a alcançar o status de global.
Distribuídas atualmente em 47 países, as sandálias venderam no exterior cerca de 5 milhões de pares no ano passado. "São volumes pequenos ainda, mas
expressivos para divulgar a marca", diz Lalli. "Queremos que as exportações
rapidamente avancem de 4% para 15% de nosso faturamento
Leitura complementar: Entevista com o Ex Presidente da Apargatas
A Alpargatas foi a primeira empresa a fazer o índigo nacional e criou as sandálias Havaianas. Podemos dizer que este é um lema da empresa: procurar sempre inovar? "No nosso negócio, inovação é sobrevivência. Todos usamos, no mínimo, um calçado, e precisamos que as pessoas usem mais calçados.
Antigamente, as sandálias Havaianas eram voltadas à classe C. Antes da minha chegada na empresa, foram criadas as Havaianas de uma cor só (as de antes, eram brancas com as tiras coloridas, e as pessoas viravam as tiras para que as sandálias ficassem de uma só cor). A Alpargatas demorou dez anos para se convencer a criar as Havaianas de uma cor só. Foram criadas, então, quatro cores da sandália monocolor, dando origem à Havaiana Top. Hoje, são 13 cores de Havaianas Top, além de vários padrões.Percebemos, então, que teríamos que inovar sempre.Hoje, as Havaianas atravessam todas as classes sociais, de A à E. A idéia é fazer com que as mulheres queiram ir à praia e à piscina com uma Havaiana combinando com cada um de seus biquinis.
Hoje, vendemos quase 120 milhões de pares de Havaianas ao ano e foi a inovação que nos possibilitou alcançar todas as classes sociais, por isso o slogan 'Todo mundo usa'.Não adianta perguntar o que o cliente quer, mas sim descobrir o que ele ainda não sabe que quer, pois se fizer a primeira pergunta, provavelmente a resposta será 'preço' e 'prazo'.Porém, o que ele não diz querer é a chave do sucesso."A Alpargatas surgiu em 1907, com outro nome: Fábrica Brasileira de Alpargatas e Calçados. O que a empresa produzia na época? "Encerado Locomotiva, que vemos por aí nos caminhões, e Alpargatas Roda, um sapato de tecido com solado de corda, que ficava pendurada nos armazéns."Como e por que se deu a compra da Jeaneration, em 1975?
"A Jeaneration foi uma tentativa de criar algo semelhante à GAP americana, mas tivemos algumas dificuldades, culminando no fechamento da marca como loja.A Jeaneration era uma marca voltada à classe média, e foi difícil competir neste mercado.Creio que não soubemos inovar na velocidade necessária."
Qual foi a intenção do licenciamento da Timberland, em 1995?
"A Alpargatas perdeu a licença da Nike em 1995. Considerávamos importante manter a ligação com uma marca internacional. Então, vieram os licenciamentos da Timberland e da Mizuno. A Timberland é uma das marcas internacionais mais sensacionais que conheço, mas reconhecemos que ela tem um preço alto para a média dos consumidores brasileiros. Começou sólida, porém devagar no nosso mercado. Perdeu dinheiro durante algum tempo, mas agora já começou a empatar. Hoje, 85% dos produtos vendidos no Brasil são fabricados aqui, e a marca tem um bom nome."
Quais são os produtos que a Alpargatas produz hoje?
"A Alpargatas é a empresa que tem mais marcas registradas no INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Somos os maiores fabricantes e comercializadores de tênis do Brasil."
As principais marcas são: 1º - Havaianas – "Todo mundo usa" -> carro-chefe
2º - Rainha – "Esporte no limite do prazer" -> segunda marca mais vendida e a que tem menos rejeição no Brasil
3º - Topper – "Futebol é coisa séria" -> terceira marca mais vendida; 90% da linha é futebol e patrocinamos vários clubes com a marca
4º - Mizuno – "Serious performance" -> quarta marca mais vendida e a marca internacional (japonesa) mais vendida no Brasil atualmente; é a melhor marca do mundo para tênis de corrida
5º - Conga – "Conga é 10" -> o Fusca da marca, ou seja, o de hoje é diferente do antigo,mas é inconfundível
Hoje, as Havaianas são vendidas em grandes magazines e lojas de grife na Europa. A empresa é líder nos mercados de sandálias e calçados esportivos?
"A empresa é líder neste segmento, sim. E batemos vários recordes de vendas. No ano passado, vendemos 116 milhões de pares de Havaianas, sendo 5 milhões exportados para 53 países. O país que mais compra Havaianas hoje é a Austrália, seguido pelo Japão,Estados Unidos e Colômbia. Na Europa, quem mais compra é a França."
O que significa ter a Alpargatas entre As 100 Melhores Empresas para se Trabalhar,segundo a Revista Exame?
"Muito. Nós já recebemos o título uma vez e estamos concorrendo novamente neste ano.
Esperamos ganhar de novo, porém, temos que trabalhar muito para isso, sempre para tratar cada vez melhor nossos funcionários. Aqui na empresa, temos três valores: ética,respeito às pessoas (somos reconhecidos como uma das empresas mais seguras do Brasil,sem atacar o meio-ambiente) e ccountability."A Alpargatas tem programas de responsabilidade social?
"Temos o Instituto Alpargatas, criado em janeiro de 2003, para melhor direcionar os investimentos da empresa na comunidade onde atua. Hoje, o Instituto tem foco na educação pelo esporte. Elegemos a cidade de Santa Rita – PB, uma das cidades que têm o menor índice de desenvolvimento humano do país, para investir. Pretendemos levar as crianças para a escola, romovendo a prática de esportes ao nosso público-alvo, que temde sete a 17 anos. Atuamos nas cidades onde estão localizadas nossas fábricas. Também
trabalhamos com o objetivo de definir melhor as doações da Alpargatas, principalmente a doação de produtos, além de trabalhar fortemente na linha do voluntariado. Fizemos uma pesquisa interna e percebemos que o voluntariado já é bem praticado na empresa, e que somente precisa ser estimulado para se caracterizar como um dos braços do Instituto."
Como a empresa investe em treinamento e capacitação profissional?
"Temos um programa de desenvolvimento gerencial chamado TOP 6, que atua em nível gerencial, investindo na melhoria das competências individuais. Para o nível operacional,temos o Centro de Capacitação e Desenvolvimento, localizado no Nordeste, que visa desenvolver os operários para trabalhar com melhor desempenho. No nível educacional,temos uma política de incentivo que patrocina 50% de cursos de graduação, pósgraduação e MBA para todo funcionário interessado em estudar."
A empresa também investe no programa Caminhar e Aprender, construindo escolas em todas as fábricas com o objetivo de eliminar a carência do Ensino Fundamental para a classe operária, com diploma reconhecido pelo MEC - Ministério da Educação e Cultura,correspondente ao 1° e 2° Graus."
Existe algum programa de participação nos resultados da empresa?
"Sim, para todos os níveis."
Para o nível gerencial, existe um programa de bônus bastante competitivo.
Para funcionários mensalistas e horistas, existe o PPR, que é a distribuição de resultados com base no lucro operacional da empresa, negociado com o sindicato em todas as localidades."
A Alpargatas se preocupa com a qualidade de vida dos funcionários?
"Promovemos algumas ações com participação dos funcionários."
Todos os meses, são organizadas palestras, cursos, atividades de marketing pessoal,caminhadas, passeios, visitas a escolas e creches e aulas de artesanato e modelagem. Todas as atividades são abertas e não-obrigatórias.
"Também existe o Mizuno Runners Team, um grupo de pessoas que corre com o patrocínio da marca. Estimulamos muito a prática de esportes - temos campeonatos internos de futebol, vôlei e tênis – e contamos com uma forte participação dos funcionários."
Todos os anos, a empresa organiza a Semana da Saúde, com diversas especialistas medicinais para fazerem exames nos funcionários e ministrarem palestras."Contamos ainda com serviço odontológico móvel que visita às comunidades com regularidade."
Como funciona a comunicação interna na Alpargatas?
A melhor comunicação é a direta, feita pela supervisão e pela liderança, mas existem várias outras formas, como a via intranet e o tradicional quadro de avisos.
O A palavra é sua é um veículo que permite que qualquer funcionário se comunique com a empresa sem se identificar. O jornal interno Alpargatas Hoje, além do Balanço Social e do DDS – Diálogo Diário de Segurança, onde supervisores conversam com seus subordinados sobre segurança do trabalho, independentemente de ter ocorrido algum acidente, ou seja,tem finalidade preventiva. A Alpargatas conta, ainda, com um programa de reconhecimento, o Destaque, e um forte programa de sugestões, a Ciranda de Idéias Proposta de Estudo do Caso :
Definir a evolução do posicionamento da Marca “Havaina “ ao longo do
tempo
Considerar no estudo, o caminho de reconstrução da Marca , através do
Mix de Marketing
Do ponto de vista do grupo , qual seria a sugestão estratégica para os
próximos anos levando em consideração o Macro e Micro ambiente de MKT
Dicas
Posicionamento
É a definição clara de como o produto ou o serviço será apresentado ao
mercado , de que forma será percebido .
É a soma da imagem e do conceito direcionados a um detrminado target .
Definir os conceitos administrativos e aplicação dos fundamentos do Mix de
Marketing – 4Ps Visitar
sandálias percorreram os séculos sob as mais diferentes formas. Sua simplicidade as faz perfeitas para os países de clima quente, sendo incorporada nas culturas do Mediterrâneo e de alguns países da Ásia. Trocar os sapatos que se está usando por sandálias, antes de entrar em casa, é um costume no Japão que demonstra respeito e humildade.
Tudo leva a crer que foi a Zori, sandália japonesa, a fonte de inspiração para a
criação das sandálias Havaianas em 14 de junho de 1962.
Mas a versão nacional trazia um diferencial: eram feitas de borracha. Um produto natural, 100% nacional e que garantia calçados duráveis e confortáveis.
Era tão simples a idéia da nova sandália que sua fama se espalhou feito rastilho de pólvora. Em menos de um ano, a São Paulo Alpargatas fabricava mais de mil pares por dia, o que levou ao aparecimento das imitações. A concorrência bem que tentou...mas não contava com a qualidade das “legítimas”, as únicas que "não deformam, não têm cheiro e não soltam as tiras".Bonita e gostosa, a sandália Havaianas se transformou num cult. Quem não tem pelo menos um par - de qualquer cor, não importa - está completamente desatualizado das peças básicas para qualquer guarda-roupa ou mala que se preze Um bom par de Havaianas combina com cidade, com praia, mar, céu azul, piscina e com vida dura. Em uma marcha do Movimento dos Sem-Terra sobre Brasília,milhares de homens, mulheres e crianças cruzaram o país calçando Sandálias Havaianas. Na outra ponta, socialites, artistas, o presidente da República,famosos pezinhos (e outros menos cotados) podem ser vistos dentro de coloridas Havaianas. Sem dúvida é a sandália mais democrática que se tem notícia. Calça “do mais pobre ao mais rico” - como disse o escritor Jorge Amado, que não dispensa a calça jeans e um par de Havaianas.
Elas são a cara de pelo menos três gerações de brasileiros. Passaram pelo
movimento hippie, pelos anos 70, 80 e 90 e vão muito bem, obrigado! Aliás,
sempre alerta, não perdeu nenhum movimento, adaptando suas ações às ordens da moda. Em 1994 ganharam uma nova versão: as monocromáticas Havaianas Top. Uma clara referência a seu posicionamento no mercado: um produto mais caro do que as tradicionais. Mídia e vips foram os primeiros a receber a novidade em mãos. Foi um delírio. Os editoriais de moda, jornais e revistas foram unânimes: as Havaianas Top estavam provocando uma revoluçâo na moda e no mercado.
Transformaram-se em ícone, em objeto de desejo, em peça obrigatória. E em
sinônimo de sandália.
Tema de teses de mestrado, de trabalhos de escola ou de faculdade, o case
Havaianas atrai gregos e troianos. Foi seu desenho simples e inteligente que as levou para a mostra Artesanato e Design: Um Processo Contínuo, a ser
representante do Brasil na Expo-98, em Lisboa, Portugal, e que as fez merecer
destaque na exposição Design e Materiais, realizada em São Paulo no final de 97.Segmentando seu mercado, a São Paulo Alpargatas criou uma versão para cada pé e cada gosto: as Tradicionais; a Top, as Havaianas Brasil, lançadas durante a Copa do Mundo de 98; a Surf; a Fashion; a Fashion Cristal; a Kids; a Clubes; a Floral; a Alamoana; a Milênio entre outros modelos que logo surgirão.
Na Fábrica de Havaianas em Campina Grande (PB), são fabricados cinco pares de sandálias Havaianas por segundo, o que dá 105 milhões de pares em um ano.Desde o seu lançamento, 2,2 bilhões de pares de sandálias Havaianas foram fabricados e vendidos. Alinhados os pés de tamanho 37, chega-se a quase 50 voltas de circunferência da Terra. E hoje chega-se a uma constatação: a cada três brasileiros, dois em média consomem um par de Havaianas por ano.A qualidade do produto, a estratégia de marketing e a campanha publicitária baseada em depoimentos - gente famosa usando Havaianas - um antigo hábito da São Paulo Alpargatas, trouxeram vida para a tradicional sandália, ainda que ela dispensasse maiores apresentações.
Quem primeiro apresentou o produto, por muitos anos, foi Chico Anysio. Na
década de 90, voltou em um dos anúncios do lançamento das Havaianas Top
proclamando “Isso é amor antigo”. A simbiose entre o produto e o artista foi tão
grande que houve um tempo em que se acreditava ser ele o dono da empresa.
Saiu Chico Anysio e entrou Thereza Collor, eleita, em uma pesquisa feita pela São Paulo Alpargatas, a musa do Nordeste. “Todo mundo usa Havaianas” era o tema da campanha, que foi ao ar logo depois com o ator Luis Fernando Guimarães. Ele flagrava personalidades como Vera Fisher, Malu Mader, Bebeto e Maurício Mattar usando as sandálias.
Na TV, a popularidade de Carolina Ferraz caiu ao tirar suas Havaianas. Cristiana Oliveira ia tirando as peças de sua indumentária para descobrir o responsável pelos miligramas a mais que a balança, quebrada, não acusava. Em outro filme uma fã quase descobre Fábio Assunção disfarçado na praia através de suas sandálias. Pouco depois, um garoto beijava as sandálias de Rodrigo Santoro pensando serem de Luana Piovani, outro pedia as Havaianas da Déborah Secco para fazer traves de gol. Marcos Palmeira, Raí, Popó, Luma de Oliveira e Reinaldo Gianechini também apareceram nas telinhas em divertidas situações relacionadas às Havaianas.
As Havaianas foram a estrela dos últimos verões do milênio. Elas apareceram em sua versão de fábrica em mais de 60 cores. Foram decoradas pela criatividade daqueles que bordaram suas tiras com lantejoulas, vidrilhos, conchinhas ou pintaram seu solado. Tiveram suas tiras e solados misturados, ganhando uma cara personalizada. Ousados inverteram a posição das tiras criando uma sandália diferente ou usaram um pé de cada cor.
Se, como diz Fernando de Barros, “quase nada mudará na moda, pelo menos nos próximos dez anos, até que uma nova geração apareça e invente uma nova moda”, uma coisa é certa: objeto de desejo, as Havaianas têm glamour,
personalidade e estilo. Básicas, irresistíveis, imprescindíveis, elas serão eternas enquanto durarem.
Algumas notícias sobre o produto atual .Alpargatas vai distribuir Havainas na festa do Oscar São Paulo, 7 de março (Portal EXAME) Caetano Veloso não será o único representante brasileiro na festa de entrega do Oscar, na noite de 23 de março. A Alpargatas também estará presente,distribuindo 50 pares de Havaianas a estrelas como Meryl Streep, Nicole Kidman,Paul Newman e Jack Nicholson.
A ação faz parte da campanha da empresa paulista para impulsionar as vendas do produto no exterior. Nos Estados Unidos, ao contrário do que acontece no Brasil, a sandália virou uma peça cult, cobiçada pelo mundo fashion. Um par de Havaianas chega a valer 80 dólares no mercado americano.
Musas não salvam Havaianas Vendas caíram 3%. Exportações
Compensaram O aumento da concorrência e a redução da renda do consumidor deram uma rasteira nas vendas das sandálias Havaianas em 2002, apesar do apelo do marketing em campanhas milionárias com várias beldades da TV. No ano passado, o número de pares comercializados caiu 3%, de 119 milhões para 115,5 milhões - uma redução de 3,5 milhões de sandálias em relação a 2001. A queda só não foi maior devido ao aumento de 18% nas exportações para 47 países.
- Sofremos com a retração da renda, com a alta do juro, inflação e desemprego.As pessoas deixam de trocar a sandália para reduzir gastos. Há ainda a concorrência com modelos similares e mais baratos - disse José Sálvio, gerente da Alpargatas, dona da marca.
As despesas da empresa para vender seus produtos cresceram 10,5%, atingindo R$ 187 milhões. A publicidade foi agressiva. Um exército de atrizes e modelos invadiu os comerciais para convencer o país a calçar a sandália, que fez 40 anos no ano passado.
Entre as artistas escaladas para a campanha, intitulada Deusas estavam as
atrizes Vera Fischer, Malu Mader, Luma de Oliveira, Patrícia Pillar e Giovanna
Antonelli, além da modelo Daniela Cicarelli. Também foi ao ar um filme com os
atores Reinaldo Gianechini, Marcos Palmeira e o ex-jogador de futebol Raí.
Tantas celebridades tentaram segurar a ofensiva da concorrente Grendene, que escalou a top model Gisele Bündchen para vender a sandália Ipanema e atacou ainda com a modelo Adriane Galisteu com a marca Grendha, o tenista Guga com o chinelo Rider, além de sandálias das apresentadoras Xuxa e Eliana e da cantora Sandy.
Para compensar a redução das vendas das Havaianas, que respondem por 45%do seu faturamento, a Alpargatas conseguiu ampliar a receita com outras marcas (tênis Tooper, Rainha e as licenciadas Mizuno e Timberland). Os destaques foram o aumento de 27% das vendas da marca licenciada Timberland (botas e acessórios para esportes de aventura) e de 26% do esportivo Mizuno.Em 2002, a empresa lucrou R$ 47,7 milhões, um aumento de 46% em relação a 2001 (R$ 32,6 milhões). Considerando todas as marcas, a companhia conseguiu empatar o volume vendido (129,2 milhões de pares) com o de 2001. Neste ano, o orçamento da empresa prevê investimentos de cerca de R$ 46 milhões, acima dos R$ 25 milhões de 2002.
Da Agência Folha [27/FEV/2003]
A volta por cima
Até mesmo uma grande marca não está livre de cair na armadilha da
indiferenciação. As Havaianas, sinônimo de sandália desde que foi lançada, em
junho 1962, experimentou esse tipo de dissabor. A marca chegou aos anos 90
com a imagem desbotada. Seu principal público consumidor, a classe média, a
havia trocado por produtos mais sofisticados. "Usá-la virou atestado de pobreza",afirma Paulo Lalli, diretor da Alpargatas. Popularizada pelas campanhas protagonizadas pelo humorista Chico Anysio ("não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras" era seu slogan), passou a ser difícil encontrar as Havaianas à venda nos grandes centros, a não ser na periferia. O foco no produto barato havia se sobreposto à estratégia de marca. "Todo nosso esforço, naquela época, concentrava-se em reduzir custos", diz Lalli. Foi em 1994, justamente no ano em que marcas mais baratas de sandália começaram a emergir, que a Alpargatas decidiu dar a volta por cima. O primeiro passo para reconstruir a imagem da Havaianas foi o lançamento de uma linha com um nome sugestivo: Top monocromática, com um solado mais alto, o nome gravado em relevo. Com ações que conjugaram publicidade e relações públicas, a sandália evoluiu de confortável pé de chinelo para artefato de moda. "As Havaianas devem seu boom em parte à propaganda gratuita de fãs como as supermodelos Naomi Campbell, Kate Moss e a brasileira Gisele Bündchen", escreveu o The Wall Street Journal numa reportagem de primeira página publicada em agosto do ano passado. (Gisele bandeou-se para a concorrente Grendene, que com seu empurrão projeta vender 8 milhões de pares em menos de um ano.)
Nessa estratégia de reconstrução (na verdade, de ressurreição) da marca,
nenhum "P" do marketing foi esquecido. A verba de publicidade cresceu e passou a corresponder a 12% das vendas da Alpargatas (728 milhões de reais no ano passado). Craques do futebol (Bebeto, Raí), atores (Malu Mader, Patrícia Pillar, Marcos Palmeira) e modelos (Luana Piovani, Fernanda Lima), protagonizaram situações divertidas em comerciais de TV e anúncios de revistas. Quando a Alpargatas foi reforçar o estoque nas lojas de calçados freqüentadas pela classe média, deparou com um obstáculo. Como parte do salário dos vendedores provém de comissões, eles preferiam vender um tênis da Nike de 150 reais a oferecer uma Havaiana da moda, que custa menos de 10. Eis o que fez a Alpargatas:
espalhou displays nos caixas e caprichou na embalagem, a fim de estimular as
compras por impulso. Atacadistas foram convocados para massificar a distribuição em 150 000 pontos-de-venda pelo Brasil afora. Uma equipe de designers foi despachada para a Europa. "Fizemos pesquisas de cores para selecionar as que melhor combinavam com os trajes de banho", diz Lalli. As coleções passaram a ser renovadas a cada ano (foram lançados sete novos modelos no ano passado).
Atraídas pela variedade de cores, as jovens consumidoras compram dois ou três pares, em vez de um. "Mudamos, finalmente, a equação de valor", diz Lalli. Com tudo isso, as vendas dobraram em uma década. Em 2001 foram comercializados 119 milhões de pares de Havaianas, que movimentaram acima de 600 milhões de reais no varejo. O renascimento da marca abriu novas possibilidades de crescimento. Uma delas é o merchandising e as estratégias de extensão de linha.
"Descobrimos que, além das cores, as Havaianas combinam com temas", afirma Lalli. A coleção temática mais bem-sucedida foi alusiva à Copa do Mundo em 1998, com 400 000 pares comercializados até hoje. Atualmente, a Alpargatas está negociando a produção de uma série especial para a Coca-Cola, numa promoção para atingir a faixa de 15 a 25 anos. "Vamos estender a marca com todo o cuidado", diz Lalli. A precaução de manter os pés no chão se explica: tempos atrás, a Alpargatas, na tentativa de inovar, mexeu na fórmula do produto, uma mistura de borracha natural com sintética que, a exemplo da Coca-Cola, esconde a sete chaves, e enfrentou um fiasco no lançamento de uma nova linha.
Outra possibilidade é o crescimento das exportações. Badaladas em editoriais de moda de revistas européias, vendidas nas Galleries Laffayette, em Paris, ao lado de itens de estilistas como Yves Saint Laurent e Chanel, as Havaianas têm chance de se tornar uma das primeiras marcas brasileiras a alcançar o status de global.
Distribuídas atualmente em 47 países, as sandálias venderam no exterior cerca de 5 milhões de pares no ano passado. "São volumes pequenos ainda, mas
expressivos para divulgar a marca", diz Lalli. "Queremos que as exportações
rapidamente avancem de 4% para 15% de nosso faturamento
Leitura complementar: Entevista com o Ex Presidente da Apargatas
A Alpargatas foi a primeira empresa a fazer o índigo nacional e criou as sandálias Havaianas. Podemos dizer que este é um lema da empresa: procurar sempre inovar? "No nosso negócio, inovação é sobrevivência. Todos usamos, no mínimo, um calçado, e precisamos que as pessoas usem mais calçados.
Antigamente, as sandálias Havaianas eram voltadas à classe C. Antes da minha chegada na empresa, foram criadas as Havaianas de uma cor só (as de antes, eram brancas com as tiras coloridas, e as pessoas viravam as tiras para que as sandálias ficassem de uma só cor). A Alpargatas demorou dez anos para se convencer a criar as Havaianas de uma cor só. Foram criadas, então, quatro cores da sandália monocolor, dando origem à Havaiana Top. Hoje, são 13 cores de Havaianas Top, além de vários padrões.Percebemos, então, que teríamos que inovar sempre.Hoje, as Havaianas atravessam todas as classes sociais, de A à E. A idéia é fazer com que as mulheres queiram ir à praia e à piscina com uma Havaiana combinando com cada um de seus biquinis.
Hoje, vendemos quase 120 milhões de pares de Havaianas ao ano e foi a inovação que nos possibilitou alcançar todas as classes sociais, por isso o slogan 'Todo mundo usa'.Não adianta perguntar o que o cliente quer, mas sim descobrir o que ele ainda não sabe que quer, pois se fizer a primeira pergunta, provavelmente a resposta será 'preço' e 'prazo'.Porém, o que ele não diz querer é a chave do sucesso."A Alpargatas surgiu em 1907, com outro nome: Fábrica Brasileira de Alpargatas e Calçados. O que a empresa produzia na época? "Encerado Locomotiva, que vemos por aí nos caminhões, e Alpargatas Roda, um sapato de tecido com solado de corda, que ficava pendurada nos armazéns."Como e por que se deu a compra da Jeaneration, em 1975?
"A Jeaneration foi uma tentativa de criar algo semelhante à GAP americana, mas tivemos algumas dificuldades, culminando no fechamento da marca como loja.A Jeaneration era uma marca voltada à classe média, e foi difícil competir neste mercado.Creio que não soubemos inovar na velocidade necessária."
Qual foi a intenção do licenciamento da Timberland, em 1995?
"A Alpargatas perdeu a licença da Nike em 1995. Considerávamos importante manter a ligação com uma marca internacional. Então, vieram os licenciamentos da Timberland e da Mizuno. A Timberland é uma das marcas internacionais mais sensacionais que conheço, mas reconhecemos que ela tem um preço alto para a média dos consumidores brasileiros. Começou sólida, porém devagar no nosso mercado. Perdeu dinheiro durante algum tempo, mas agora já começou a empatar. Hoje, 85% dos produtos vendidos no Brasil são fabricados aqui, e a marca tem um bom nome."
Quais são os produtos que a Alpargatas produz hoje?
"A Alpargatas é a empresa que tem mais marcas registradas no INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Somos os maiores fabricantes e comercializadores de tênis do Brasil."
As principais marcas são: 1º - Havaianas – "Todo mundo usa" -> carro-chefe
2º - Rainha – "Esporte no limite do prazer" -> segunda marca mais vendida e a que tem menos rejeição no Brasil
3º - Topper – "Futebol é coisa séria" -> terceira marca mais vendida; 90% da linha é futebol e patrocinamos vários clubes com a marca
4º - Mizuno – "Serious performance" -> quarta marca mais vendida e a marca internacional (japonesa) mais vendida no Brasil atualmente; é a melhor marca do mundo para tênis de corrida
5º - Conga – "Conga é 10" -> o Fusca da marca, ou seja, o de hoje é diferente do antigo,mas é inconfundível
Hoje, as Havaianas são vendidas em grandes magazines e lojas de grife na Europa. A empresa é líder nos mercados de sandálias e calçados esportivos?
"A empresa é líder neste segmento, sim. E batemos vários recordes de vendas. No ano passado, vendemos 116 milhões de pares de Havaianas, sendo 5 milhões exportados para 53 países. O país que mais compra Havaianas hoje é a Austrália, seguido pelo Japão,Estados Unidos e Colômbia. Na Europa, quem mais compra é a França."
O que significa ter a Alpargatas entre As 100 Melhores Empresas para se Trabalhar,segundo a Revista Exame?
"Muito. Nós já recebemos o título uma vez e estamos concorrendo novamente neste ano.
Esperamos ganhar de novo, porém, temos que trabalhar muito para isso, sempre para tratar cada vez melhor nossos funcionários. Aqui na empresa, temos três valores: ética,respeito às pessoas (somos reconhecidos como uma das empresas mais seguras do Brasil,sem atacar o meio-ambiente) e ccountability."A Alpargatas tem programas de responsabilidade social?
"Temos o Instituto Alpargatas, criado em janeiro de 2003, para melhor direcionar os investimentos da empresa na comunidade onde atua. Hoje, o Instituto tem foco na educação pelo esporte. Elegemos a cidade de Santa Rita – PB, uma das cidades que têm o menor índice de desenvolvimento humano do país, para investir. Pretendemos levar as crianças para a escola, romovendo a prática de esportes ao nosso público-alvo, que temde sete a 17 anos. Atuamos nas cidades onde estão localizadas nossas fábricas. Também
trabalhamos com o objetivo de definir melhor as doações da Alpargatas, principalmente a doação de produtos, além de trabalhar fortemente na linha do voluntariado. Fizemos uma pesquisa interna e percebemos que o voluntariado já é bem praticado na empresa, e que somente precisa ser estimulado para se caracterizar como um dos braços do Instituto."
Como a empresa investe em treinamento e capacitação profissional?
"Temos um programa de desenvolvimento gerencial chamado TOP 6, que atua em nível gerencial, investindo na melhoria das competências individuais. Para o nível operacional,temos o Centro de Capacitação e Desenvolvimento, localizado no Nordeste, que visa desenvolver os operários para trabalhar com melhor desempenho. No nível educacional,temos uma política de incentivo que patrocina 50% de cursos de graduação, pósgraduação e MBA para todo funcionário interessado em estudar."
A empresa também investe no programa Caminhar e Aprender, construindo escolas em todas as fábricas com o objetivo de eliminar a carência do Ensino Fundamental para a classe operária, com diploma reconhecido pelo MEC - Ministério da Educação e Cultura,correspondente ao 1° e 2° Graus."
Existe algum programa de participação nos resultados da empresa?
"Sim, para todos os níveis."
Para o nível gerencial, existe um programa de bônus bastante competitivo.
Para funcionários mensalistas e horistas, existe o PPR, que é a distribuição de resultados com base no lucro operacional da empresa, negociado com o sindicato em todas as localidades."
A Alpargatas se preocupa com a qualidade de vida dos funcionários?
"Promovemos algumas ações com participação dos funcionários."
Todos os meses, são organizadas palestras, cursos, atividades de marketing pessoal,caminhadas, passeios, visitas a escolas e creches e aulas de artesanato e modelagem. Todas as atividades são abertas e não-obrigatórias.
"Também existe o Mizuno Runners Team, um grupo de pessoas que corre com o patrocínio da marca. Estimulamos muito a prática de esportes - temos campeonatos internos de futebol, vôlei e tênis – e contamos com uma forte participação dos funcionários."
Todos os anos, a empresa organiza a Semana da Saúde, com diversas especialistas medicinais para fazerem exames nos funcionários e ministrarem palestras."Contamos ainda com serviço odontológico móvel que visita às comunidades com regularidade."
Como funciona a comunicação interna na Alpargatas?
A melhor comunicação é a direta, feita pela supervisão e pela liderança, mas existem várias outras formas, como a via intranet e o tradicional quadro de avisos.
O A palavra é sua é um veículo que permite que qualquer funcionário se comunique com a empresa sem se identificar. O jornal interno Alpargatas Hoje, além do Balanço Social e do DDS – Diálogo Diário de Segurança, onde supervisores conversam com seus subordinados sobre segurança do trabalho, independentemente de ter ocorrido algum acidente, ou seja,tem finalidade preventiva. A Alpargatas conta, ainda, com um programa de reconhecimento, o Destaque, e um forte programa de sugestões, a Ciranda de Idéias Proposta de Estudo do Caso :
Definir a evolução do posicionamento da Marca “Havaina “ ao longo do
tempo
Considerar no estudo, o caminho de reconstrução da Marca , através do
Mix de Marketing
Do ponto de vista do grupo , qual seria a sugestão estratégica para os
próximos anos levando em consideração o Macro e Micro ambiente de MKT
Dicas
Posicionamento
É a definição clara de como o produto ou o serviço será apresentado ao
mercado , de que forma será percebido .
É a soma da imagem e do conceito direcionados a um detrminado target .
Definir os conceitos administrativos e aplicação dos fundamentos do Mix de
Marketing – 4Ps Visitar
Vale a pena refletir: O Julgamento
Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. O homem comprou um filhote de pastor alemão.
Conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos "pegar” amizade...
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho.
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem:
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam..
O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
- Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho.
Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das Crianças.
- Descobriram! Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado. O que faz ele?
Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo.
E o ser humano continua julgando os outros...
Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência e julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.
Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?
Histórias como estas são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.
Às vezes fazemos os outros sofrerem por nosso torpe julgamento, pense....
"A vida tem quatro sentidos: amar, sofrer, lutar e vencer".
Por isso: AME muito, SOFRA pouco, LUTE bastante e VENÇA sempre que possível...
Mas NÃO JULGUE DIANTE DA 1ª. VISÃO OU COMENTÁRIO!
Conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos "pegar” amizade...
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho.
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem:
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam..
O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
- Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho.
Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das Crianças.
- Descobriram! Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado. O que faz ele?
Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo.
E o ser humano continua julgando os outros...
Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência e julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.
Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?
Histórias como estas são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.
Às vezes fazemos os outros sofrerem por nosso torpe julgamento, pense....
"A vida tem quatro sentidos: amar, sofrer, lutar e vencer".
Por isso: AME muito, SOFRA pouco, LUTE bastante e VENÇA sempre que possível...
Mas NÃO JULGUE DIANTE DA 1ª. VISÃO OU COMENTÁRIO!
A negociação no momento da venda
Caros leitores, quero compartilhar com todos vocês , uma situação muito ouvida hoje nos pontos de varejo sobre : “O momento da venda”
È comum os gerentes comentarem sobre a dificuldade de suas equipes de vendas, em negociarem com os clientes ou mesmo oferecerem um produto com segurança. Na verdade existem itens, ou produtos que se vendem e outros que precisam ser apresentados ao cliente.Estes geralmente ficam nas prateleiras, pois não existe um trabalho sistemático junto aos vendedores, no sentido de apresentá-los produtos que possam ser agregados no momento da venda, ou mesmo, como lidar com os diferentes tipos de clientes, perdendo o medo de negociar e até de dizer “Não”.Conhecer o que está sendo vendido, juntamente com seus agregados, é de fundamental importância para o vendedor, pois somente assim seus argumentos, tornam-se confiáveis, perante o consumidor final. Porém , ainda temos “tiradores de pedido” em nossos pontos de venda e ainda temos muito a investir no segmento para que tenhamos os consultores de venda que desejamos. Na verdade, toda exigência presente hoje no setor automotivo, faz com que pensemos:
-Quem serão os vendedores de amanhã? Como e onde prepará-los?
Se fossemos montar um curso para estes vendedores , certamente teríamos que ampliar o leque de disciplinas, incluindo provavelmente temas como: logística de distribuição, formação de preço, negociação,administração de conflitos, comunicação e técnicas de venda, administração de estoque, entre outros.
A cada dia, vemo-nos sensibilizados a pensar em uma formação mais integrada, em que conhecimento técnico, as atitudes e os sentimentos possam ser desenvolvidos com o mesmo valor de importância para obtenção de melhores resultados.
O processo de investimento em um perfil de profissional que tenha atitudes pró-ativas, ou seja, se antecipa no momento da venda, buscando despertar no cliente o interesse por novos produtos, corresponde a uma estratégia de sobrevivência do próprio negócio. Sabemos que nos tempos atuais, não há mais espaço para amadores e ainda, o preço que pagamos por não termos uma equipe qualificada. Este preço torna-se muito mais alto que qualquer outro investimento que venhamos a fazer com nossa equipe.
Esta conscientização torna-se necessária, para que tenhamos um varejo renovado em suas práticas de vendas.
Para que isto aconteça, precisamos ver o profissional de vendas, não mais como um balconista. A valorização deste profissional, passa pelo seu processo de qualificação. Se formos aprofundar esta discussão, podemos levantar algumas reflexões importantes sobre como o varejo de auto peças vem se comportando nos últimos anos.
O que mudou?Qual a aparência das lojas?Qual a aparência de nossos vendedores?Como estamos apresentando nossos produtos?
Se fizermos a mesma leitura em relação a outros tipos de comércio, poderemos observar que muitos deles, mudaram drasticamente a apresentação de seu negócio, desde o lay-out até mesmo quanto a abordagem de vendas, tornando-o mais atrativo para o cliente .
Precisamos repensar nosso negócio e verdadeiramente nos apropriarmos destes novos conceitos de prestação de serviços e vendas de produtos.
Produto, processos e pessoas, estão fazendo cada vez mais a diferença entre aqueles que prosperam e os que acabam fechando suas portas.
A hora é agora e o momento requer um estudo; um investimento a médio prazo, pois é toda uma cultura que precisa ser reconstruída, a luz de um olhar planejado estrategicamente. Isto leva tempo, porém se começarmos já, estaremos antecipando novas conquistas para o Setor de auto peças. Pensem nisto...
È comum os gerentes comentarem sobre a dificuldade de suas equipes de vendas, em negociarem com os clientes ou mesmo oferecerem um produto com segurança. Na verdade existem itens, ou produtos que se vendem e outros que precisam ser apresentados ao cliente.Estes geralmente ficam nas prateleiras, pois não existe um trabalho sistemático junto aos vendedores, no sentido de apresentá-los produtos que possam ser agregados no momento da venda, ou mesmo, como lidar com os diferentes tipos de clientes, perdendo o medo de negociar e até de dizer “Não”.Conhecer o que está sendo vendido, juntamente com seus agregados, é de fundamental importância para o vendedor, pois somente assim seus argumentos, tornam-se confiáveis, perante o consumidor final. Porém , ainda temos “tiradores de pedido” em nossos pontos de venda e ainda temos muito a investir no segmento para que tenhamos os consultores de venda que desejamos. Na verdade, toda exigência presente hoje no setor automotivo, faz com que pensemos:
-Quem serão os vendedores de amanhã? Como e onde prepará-los?
Se fossemos montar um curso para estes vendedores , certamente teríamos que ampliar o leque de disciplinas, incluindo provavelmente temas como: logística de distribuição, formação de preço, negociação,administração de conflitos, comunicação e técnicas de venda, administração de estoque, entre outros.
A cada dia, vemo-nos sensibilizados a pensar em uma formação mais integrada, em que conhecimento técnico, as atitudes e os sentimentos possam ser desenvolvidos com o mesmo valor de importância para obtenção de melhores resultados.
O processo de investimento em um perfil de profissional que tenha atitudes pró-ativas, ou seja, se antecipa no momento da venda, buscando despertar no cliente o interesse por novos produtos, corresponde a uma estratégia de sobrevivência do próprio negócio. Sabemos que nos tempos atuais, não há mais espaço para amadores e ainda, o preço que pagamos por não termos uma equipe qualificada. Este preço torna-se muito mais alto que qualquer outro investimento que venhamos a fazer com nossa equipe.
Esta conscientização torna-se necessária, para que tenhamos um varejo renovado em suas práticas de vendas.
Para que isto aconteça, precisamos ver o profissional de vendas, não mais como um balconista. A valorização deste profissional, passa pelo seu processo de qualificação. Se formos aprofundar esta discussão, podemos levantar algumas reflexões importantes sobre como o varejo de auto peças vem se comportando nos últimos anos.
O que mudou?Qual a aparência das lojas?Qual a aparência de nossos vendedores?Como estamos apresentando nossos produtos?
Se fizermos a mesma leitura em relação a outros tipos de comércio, poderemos observar que muitos deles, mudaram drasticamente a apresentação de seu negócio, desde o lay-out até mesmo quanto a abordagem de vendas, tornando-o mais atrativo para o cliente .
Precisamos repensar nosso negócio e verdadeiramente nos apropriarmos destes novos conceitos de prestação de serviços e vendas de produtos.
Produto, processos e pessoas, estão fazendo cada vez mais a diferença entre aqueles que prosperam e os que acabam fechando suas portas.
A hora é agora e o momento requer um estudo; um investimento a médio prazo, pois é toda uma cultura que precisa ser reconstruída, a luz de um olhar planejado estrategicamente. Isto leva tempo, porém se começarmos já, estaremos antecipando novas conquistas para o Setor de auto peças. Pensem nisto...
A atuação feminina nas oficinas de reparação automotiva
Vânia Lúcia de Oliveira é pedagoga com pós-graduação em Psicopedagogia e Desenvolvimento de Recursos Humanos, MBA Gestão estratégica de Pessoas,Prof FGV,Coach Organizacional. Informações pelos telefones (12) 9186 7063.
Quero nesta edição ressaltar a importância de inúmeras mulheres que hoje atuam no mercado de reparação, auxiliando na administração do negocio. Muitos dos clientes que atendo vivem esta realidade.
São esposas, mães e filhas que optam em desenvolver seu papel enquanto profissionais, dentro das oficinas que, até então, sempre foram território de domínio masculino.
Cabe salientarmos que muitas acabam se saindo muito bem nesta função, obtendo êxito como profissionais e contribuindo para o crescimento das empresas de forma extremamente eficiente e eficaz. O que eu venho aprendendo com estas mulheres e que eu quero compartilhar com vocês hoje, são os seguintes tópicos:
+ Não se pode ver a oficina como extensão de sua casa. Ela deve ser o seu local de trabalho, mesmo se lá atuam também seus maridos e filhos. Logo você tem compromissos, horários, como todos os funcionários.
+ A mulher pode e deve conquistar o seu espaço e o mesmo deve ser ocupado por competência, ou seja, conhecer a fundo o seu trabalho e saber administrá-lo.
+ A mulher pode e deve ter uma visão geral da empresa e não ficar apenas fixa no cumprimento de suas tarefas. Deve procurar compreender a dinâmica do setor e ter uma participação nele, não como agente passiva ,mas ativa capaz de sugerir, inovar e reconstruir uma cultura organizacional, ou seja, mudar hábitos valores, crenças e costumes praticados na rotina deste ambiente.
+ A busca pelo aperfeiçoamento, pela capacitação, precisa ser tratada como condição básica para todo profissional atuar com qualidade, independente da questão de gênero. Logo, faz-se necessário investir no conhecimento sempre, independente da atuação feminina se desenvolver na área administrativa/financeira, atendimento, estoque, compra, etc.
+ A sensibilidade feminina, quando bem canalizada, pode acrescentar muito às relações existentes na empresa, favorecendo o dialogo, a negociação, a busca pelo equilíbrio entre razão/emoção, favorecendo na apresentação pessoal dos funcionários perante seus clientes e fornecedores, estando atenta a imagem que a empresa esta passando para o mercado.
É muito gratificante vermos a cada dia aumentar o numero de mulheres comprometidas com as mudanças neste setor. Estas não vêem a empresa como um passa-tempo, mas sim como um ambiente em que as mesmas podem potencializar ainda mais seu desenvolvimento profissional. São de fato colaboradoras diretas para o sucesso das empresas. E aqui quero deixar uma singela homenagem a uma delas, Maria Aparecida Ferreira Ragozzini, com quem pude conviver, através do Grupo dos 15, para o qual presto serviço como consultora. Com ela pude aprender que, mais do que ser esposa, mãe e mulher, podemos ser empreendedoras e verdadeiras alvancadoras de sucesso onde quer que estejamos atuando. Em várias oficinas, muitas mulheres estão sendo um ponto de equilíbrio, capaz de definir muitas vezes pela sustentabilidade da mesma no mercado. Valorizar e reconhecer a importância desta profissional pode ser o inicio de mais uma quebra de paradigmas no setor. Para isto não basta somente a mulher estar na empresa. É preciso saber fazer a diferença estando nela. Isto com certeza, Cida Ragozzini fez e o exemplo deixado permanecerá vivo em nossas lembranças. (Cida faleceu em 17 de outubro de 2002).
Quero nesta edição ressaltar a importância de inúmeras mulheres que hoje atuam no mercado de reparação, auxiliando na administração do negocio. Muitos dos clientes que atendo vivem esta realidade.
São esposas, mães e filhas que optam em desenvolver seu papel enquanto profissionais, dentro das oficinas que, até então, sempre foram território de domínio masculino.
Cabe salientarmos que muitas acabam se saindo muito bem nesta função, obtendo êxito como profissionais e contribuindo para o crescimento das empresas de forma extremamente eficiente e eficaz. O que eu venho aprendendo com estas mulheres e que eu quero compartilhar com vocês hoje, são os seguintes tópicos:
+ Não se pode ver a oficina como extensão de sua casa. Ela deve ser o seu local de trabalho, mesmo se lá atuam também seus maridos e filhos. Logo você tem compromissos, horários, como todos os funcionários.
+ A mulher pode e deve conquistar o seu espaço e o mesmo deve ser ocupado por competência, ou seja, conhecer a fundo o seu trabalho e saber administrá-lo.
+ A mulher pode e deve ter uma visão geral da empresa e não ficar apenas fixa no cumprimento de suas tarefas. Deve procurar compreender a dinâmica do setor e ter uma participação nele, não como agente passiva ,mas ativa capaz de sugerir, inovar e reconstruir uma cultura organizacional, ou seja, mudar hábitos valores, crenças e costumes praticados na rotina deste ambiente.
+ A busca pelo aperfeiçoamento, pela capacitação, precisa ser tratada como condição básica para todo profissional atuar com qualidade, independente da questão de gênero. Logo, faz-se necessário investir no conhecimento sempre, independente da atuação feminina se desenvolver na área administrativa/financeira, atendimento, estoque, compra, etc.
+ A sensibilidade feminina, quando bem canalizada, pode acrescentar muito às relações existentes na empresa, favorecendo o dialogo, a negociação, a busca pelo equilíbrio entre razão/emoção, favorecendo na apresentação pessoal dos funcionários perante seus clientes e fornecedores, estando atenta a imagem que a empresa esta passando para o mercado.
É muito gratificante vermos a cada dia aumentar o numero de mulheres comprometidas com as mudanças neste setor. Estas não vêem a empresa como um passa-tempo, mas sim como um ambiente em que as mesmas podem potencializar ainda mais seu desenvolvimento profissional. São de fato colaboradoras diretas para o sucesso das empresas. E aqui quero deixar uma singela homenagem a uma delas, Maria Aparecida Ferreira Ragozzini, com quem pude conviver, através do Grupo dos 15, para o qual presto serviço como consultora. Com ela pude aprender que, mais do que ser esposa, mãe e mulher, podemos ser empreendedoras e verdadeiras alvancadoras de sucesso onde quer que estejamos atuando. Em várias oficinas, muitas mulheres estão sendo um ponto de equilíbrio, capaz de definir muitas vezes pela sustentabilidade da mesma no mercado. Valorizar e reconhecer a importância desta profissional pode ser o inicio de mais uma quebra de paradigmas no setor. Para isto não basta somente a mulher estar na empresa. É preciso saber fazer a diferença estando nela. Isto com certeza, Cida Ragozzini fez e o exemplo deixado permanecerá vivo em nossas lembranças. (Cida faleceu em 17 de outubro de 2002).
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