Quero compartilhar com todos os leitores sobre um questionamento que muitos empresários se fazem antes de iniciarem seus negócios e que no decorrer do processo, muitas vez deixam de fazer. O exercício que deveria ser constante, após os primeiros dez anos ser perde diante de inúmeras tarefas operacionais.
Muitos empresários se envolvem demasiadamente com as rotinas e com os conflitos entre funcionários e deixam de avaliar o negócio. Perdem ou desviam seu foco , comprometendo os processos de trabalho.
A oportunidade em nos questionarmos sobre os objetivos de nossa Empresa , está intimamente relacionado a visão de:”Onde queremos chegar? ”.
Na verdade, precisamos identificar onde, como e quando queremos chegar; para que tenhamos ações assertivas desde hoje.
A partir do momento que olhamos o mercado e nos posicionamos nele, somos obrigados a fazer escolhas. Estas escolhas podem nos trazer ganhos como também perdas .
Estarmos preparados para ganhos a longo prazo e perdas imediatas, é uma decisão nem sempre clara e de fácil escolha.
Mudar a forma de agir ; de pensar o negócio e de se relacionar com os colaboradores, mexe com aspectos conscientes e inconscientes que na maioria das vezes , requerem acompanhamentos de profissionais especializados.
Muitos empresários ao se confrontarem com estas situações, apresentam doenças e sintomas de estresse, depressão e até mesmo de doenças cardíacas pela dificuldade em administrarem situações que trazem desconforto emocional. Por mais que julguemos ter experiência, aptidão e maturidade , estamos sempre sendo colocados “ a prova”. Avalio que somente em situações difíceis , podemos nos desenvolver e aprender sobre nossas fragilidades e fortalezas. Mas em um primeiro momento, encarar os acontecimentos de forma autruísta e assertiva, nem sempre é de fácil compreensão de todos.
Desta forma, vale refletirmos sobre este tema que deve ser o norteador de todas as nossas ações.
Ao definirmos nosso foco, estaremos mais motivados a correr riscos se necessário e ainda, de planejarmos o futuro , conscientes de que haverão sacrifícios neste tempo presente .
Saber o que queremos nos permite ainda, nos prepararmos emocionalmente, tecnicamente e até fisicamente para fazermos a caminhada, rumo ao sucesso almejado.
Não basta desejar, temos que estar dispostos a agir.
Para cada ação, precisamos identificar nossos recursos pessoais. O que eu sei sobre minhas competências? Quais habilidades precisarei desenvolver? Quando pretendo iniciar? Quanto pretendo investir em meu propósito e ainda, o que pode me sabotar e fazer-me desistir, para que eu possa neutralizá-lo a tempo?
Como podemos perceber, são perguntas que irão nos mobilizar e provocar em nós as mudanças necessárias e a definição clara de objetivos.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Para nossa reflexão
Há milhares de anos um chinês escreveu sobre isso, respeitando cinco pontos. O chinês escreveu um livro sobre a guerra, mas os cinco pontos que ele relaciona aplicam-se a qualquer tarefa realizada pelo ser humano.
O primeiro item: a lei da vontade. Só devemos fazer o que realmente enche o nosso coração de entusiasmo. Se deixarmos isso de lado, se adiarmos o momento de viver o que sonhamos, perdemos a energia necessária para qualquer transformação importante em nossas vidas. Alguém já disse: "Eu não conheço o segredo do sucesso, mas o segredo do fracasso é tentar sempre fazer a vontade dos outros."
O segundo item: a lei das estações. O ser humano precisa aprender a respeitar suas próprias estações, não tentando agir quando for o momento de esperar, não tentando esperar no momento de agir. Todo impulso de realização precisa ser coerente a um propósito maior, para que não haja um desperdício de energia com resultados ruins.
O terceiro item: a lei da Geografia. Uma batalha em um desfiladeiro é diferente de uma travada na planície. Da mesma maneira, só consegue condições favoráveis a pessoa que presta atenção ao que está acontecendo à sua volta, ao espaço que está ocupando, ao que tem que fazer para ir mais adiante, onde pode ser encurralada, como poderá escapar, se for preciso recuar um pouco. A miopia que a parte da humanidade viveu por séculos deixou claro que não conseguimos evoluir de forma integral. Os avanços tecnológicos superaram de longe o amadurecimento espiritual. Isso significa que como seres humanos muitos de nós não diferem de nossos antepassados que viveram na Antiguidade.
O quarto item: a lei dos aliados. Ninguém consegue lutar sozinho. São necessários amigos que nos dêem força na hora em que precisarmos, gente que nos aconselhe sem medo do que vamos pensar. Muitas vezes nos sentimos sós, mas isso é apenas uma forma cruel de autopunição. As pessoas que te querem bem podem não estar fisicamente ao seu lado, mas são capazes de sentir compaixão e secretamente podem incluir você em suas orações diárias.
E o quinto item: a lei da criatividade. Só existe uma maneira de entender as coisas: quando tentamos mudá-las. Nem sempre conseguimos, mas terminamos aprendendo, porque buscamos um caminho não percorrido, e o mundo está cheio desses caminhos. O problema é que todos têm muito medo das florestas virgens, dos mares nunca navegados, de cavernas escuras e sem fim, já que o desconhecido dá a sensação de que podemos nos perder. Mas ninguém se perde, porque a mão de DEUS misericordioso sempre estará sobre a cabeça dos homens e mulheres corajosos, os que ousam ser diferentes, porque acreditam em seus sonhos.
Não há o que temer na vida quando tudo que vier a acontecer for visto como uma oportunidade de explorar dentro de nós possibilidades novas. Afinal de contas, estamos aqui de passagem e o preço da diária pode aumentar ou diminuir de acordo com o empenho pessoal de se superar a todo instante.
(Autoria: Cida Rossi)
O primeiro item: a lei da vontade. Só devemos fazer o que realmente enche o nosso coração de entusiasmo. Se deixarmos isso de lado, se adiarmos o momento de viver o que sonhamos, perdemos a energia necessária para qualquer transformação importante em nossas vidas. Alguém já disse: "Eu não conheço o segredo do sucesso, mas o segredo do fracasso é tentar sempre fazer a vontade dos outros."
O segundo item: a lei das estações. O ser humano precisa aprender a respeitar suas próprias estações, não tentando agir quando for o momento de esperar, não tentando esperar no momento de agir. Todo impulso de realização precisa ser coerente a um propósito maior, para que não haja um desperdício de energia com resultados ruins.
O terceiro item: a lei da Geografia. Uma batalha em um desfiladeiro é diferente de uma travada na planície. Da mesma maneira, só consegue condições favoráveis a pessoa que presta atenção ao que está acontecendo à sua volta, ao espaço que está ocupando, ao que tem que fazer para ir mais adiante, onde pode ser encurralada, como poderá escapar, se for preciso recuar um pouco. A miopia que a parte da humanidade viveu por séculos deixou claro que não conseguimos evoluir de forma integral. Os avanços tecnológicos superaram de longe o amadurecimento espiritual. Isso significa que como seres humanos muitos de nós não diferem de nossos antepassados que viveram na Antiguidade.
O quarto item: a lei dos aliados. Ninguém consegue lutar sozinho. São necessários amigos que nos dêem força na hora em que precisarmos, gente que nos aconselhe sem medo do que vamos pensar. Muitas vezes nos sentimos sós, mas isso é apenas uma forma cruel de autopunição. As pessoas que te querem bem podem não estar fisicamente ao seu lado, mas são capazes de sentir compaixão e secretamente podem incluir você em suas orações diárias.
E o quinto item: a lei da criatividade. Só existe uma maneira de entender as coisas: quando tentamos mudá-las. Nem sempre conseguimos, mas terminamos aprendendo, porque buscamos um caminho não percorrido, e o mundo está cheio desses caminhos. O problema é que todos têm muito medo das florestas virgens, dos mares nunca navegados, de cavernas escuras e sem fim, já que o desconhecido dá a sensação de que podemos nos perder. Mas ninguém se perde, porque a mão de DEUS misericordioso sempre estará sobre a cabeça dos homens e mulheres corajosos, os que ousam ser diferentes, porque acreditam em seus sonhos.
Não há o que temer na vida quando tudo que vier a acontecer for visto como uma oportunidade de explorar dentro de nós possibilidades novas. Afinal de contas, estamos aqui de passagem e o preço da diária pode aumentar ou diminuir de acordo com o empenho pessoal de se superar a todo instante.
(Autoria: Cida Rossi)
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