Caros
leitores, nos tempos atuais, mais do que estar atento ao que está acontecendo
no mercado, é necessário saber se relacionar com as pessoas que atuam neste
segmento, a fim de facilitarmos o acesso às informações tão necessárias para
conduzirmos nosso negócio.
Sem
dúvida, saber se relacionar com as pessoas passou a ser uma habilidade
fundamental para o empresário, pois sozinhos nos tornamos frágeis e
vulneráveis. Como tenho uma atuação muito próxima de alguns grupos organizados,
percebo o quanto esta interação auxilia no desenvolvimento das empresas e das
pessoas que deles fazem parte.
À medida que constroem redes de relacionamento, a troca de
experiências, de idéias e até de valores se fortalece, e as mudanças tornam-se
menos ameaçadoras. As pessoas conseguem encontrar em seus pares o apoio
necessário para investir em processos de melhoria, sendo encorajadas por
experiências de sucesso.
Quando tenho a oportunidade em fazer uma intervenção
profissional em uma empresa que não pertence a nenhum grupo, percebo claramente
a defasagem nas informações e, ainda, o medo sempre presente na tomada de
decisões que envolvem questões como, por exemplo, a compra de um equipamento,
ampliação na oferta de serviços, ou mesmo a contratação de um profissional
especializado.
É
valioso estarmos organizados e sintonizados com o setor. É importante sermos
atuantes e dedicarmos um tempo para estarmos presentes em eventos promovidos
pelo setor, reuniões, enfim, utilizar todas as oportunidades para aprender e
passar conhecimento, pois estar com pessoas de regiões diferentes, com
experiências diferentes, nos ajuda a ver a nossa realidade de forma mais
consciente e crítica.
A
rede é formada por pessoas que convergem suas necessidades e soluções, em prol de
objetivos comuns. Não há rede se não houver a cumplicidade de interesses e a
transparência nas informações, além, é claro, de uma disponibilidade em
cooperar. Não se fechar nos problemas, pedir ajuda, conversar com as pessoas,
são dicas para quem não quer ficar só. Às vezes vejo que o problema de uma
empresa é a solução para outra e que, na verdade, ainda estamos muito centrados
em nosso universo e fechados para troca. Podemos continuar sendo concorrentes,
o que não nos impede de termos em conjunto um projeto de melhoria da imagem do
reparador perante o consumidor. Podemos desenvolver princípios e valores que
regem a atuação do profissional e favorecem a confiabilidade no serviço
prestado.
Pensem
nisto e respondam: como estamos investindo em nossa rede de relacionamento?
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