Prezados leitores, no decorrer de minha trajetória profissional tenho obtido inúmeros aprendizados junto a empresários que buscaram conciliar amizade e trabalho, em um ambiente empresarial e tiveram resultados não tão satisfatório , no âmbito pessoal e profissional. Isto fez com que eu sentisse na necessidade em escrever algo que pudesse contribuir e auxiliar na reflexão sobre contratação de pessoal. As empresas necessitam de processos de trabalho com foco em resultados altamente eficazes, o que só é possível com profissionais comprometidos ou ainda, profissionais que estejam abertos a receber orientações a cerca de sua prática profissional. Nem todos estão preparados para serem cobrados, seguir procedimentos e atender prazos. Em nossas empresas, os relacionamentos pessoais, geram expectativas que nem sempre são atendidas, pois as contratações são meramente por afinidades e não por competências. Julgamos que o bom profissional é aquele que transmite confiança e nos decepcionamos ao constatar que estamos diante de um contrato de trabalho permeado de direitos e deveres de ambos os lados. Ao ouvir um empresário afirmar que não contratava parentes, nem tão pouco amigos, pensei que o mesmo poderia estar sendo radical. Porém, ao ouvi-lo atentamente percebi o quanto o mesmo estava repleto de argumentos, construídos por experiências que eu mesma, já presenciei em muitas empresas. Aqueles a quem julgamos estarmos ajudando, são os que mais nos custam caro no momento de rescisão trabalhista. Ao se desligarem das empresas, cobram por sua dedicação e como se não tivessem sido pagos para fazê-lo. Esperam por um tratamento diferenciado e geralmente, já os têm perante os olhos dos outros colaboradores. Sem dúvida, manter relacionamentos” muito pessoais”, podem comprometer os resultados. Frequentar a casa de colaboradores, conhecer sua familiar ou ainda, ser padrinho de seus filhos, nem sempre é bem administrado dentro de uma empresa.
Desta forma, vale a pena manter os amigos preservados, procurando estar com eles em momentos de lazer, caso não estejamos devidamente preparados para termos uma relação diária, com níveis de subordinação e hierarquia. Vale manter um relacionamento profissional que é concluído ao término do dia de trabalho, não misturando nossa vida pessoal com os relacionamentos empresariais. Este mesmo empresário que me inspirou a escrever esta matéria, afirmou-me: “Quer perder um amigo, dei-lhe um emprego em sua empresa!”
Rimos juntos e concluímos que precisamos estar cada dia mais preparados para tomarmos decisões menos emotivas e mais racionais, a começar pelas contratações. Se um colaborar lhe perguntar o que sua empresa tem para oferecer-lhe, pois o mesmo recebeu uma proposta de trabalho, pense que este pode ser o momento de liberá-lo. Não vale a pena prometer algo, pois se o fizermos , estaremos assumindo uma responsabilidade de crescimento profissional que não é do empregador. É como se , a partir daquele momento estivéssemos assumindo os custos da permanência do colaborador, não podendo decepcioná-lo, afinal ele nos escolheu e perdeu uma oportunidade para permanecer conosco...
A escolha deve ser dele entre ficar ou sair; e se ele tiver maturidade profissional, tomará a decisão buscando alinhar seus objetivos pessoais e profissionais aos propósitos da empresa de forma consciente e solitária, sem pressionar a empresa para acelerar ou mudar seu planejamento, para atender a sua necessidade pessoais.Pense nisto...
O profissional que percebe que têm uma oportunidade melhor de trabalho, não pede para que lhe mandem embora. Ele assume as perdas em prol de novos ganhos. O amigo , certamente não verá isto com bons olhos, afirmou o empresário.Para o amigo , estarei sempre devendo. Já um profissional sem este tipo de vínculo, encerra-se o contrato de trabalho e a dívida acaba neste momento.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Comunicar-se para ter razão ou resultado?
Prezados leitores, ao ministrar cursos sobre comunicação tenho feito a seguinte pergunta aos participantes:”- Você se comunica para ter razão ou resultado? “Alguns se arriscam e afirmam que se comunicam para ter resultados, porém logo em seguida, mudam de opinião e constatam que na maioria das situações se comunicamos para ter razão.Como chegaram a esta conclusão? Ao perceberem que o seu modelo de comunicação, está voltado sempre para a justificativa ou imposição de seu ponto de vista ao outro, sem se preocupar se de fato este é o melhor. Isto ocorre com muita freqüência em ambientes familiares e corporativos, onde a concorrência aparece de forma explicita ou implícita entre os integrantes de um grupo social ao qual pertençam.Pensamos que para competir, precisamos estar sempre certos e em evidência. Isto gera uma forte pressão e uma dificuldade em lidar com opiniões contrárias, não sabendo aprender com as opiniões contrárias. Aprendemos com a diversidade, porém desejamos que tudo seja igual a fim de evitarmos o conflito de idéias. Nas empresas, nem sempre o conflito de idéias é bem tratado ou aceito, pois não estamos preparados para nos comunicarmos para obtermos resultados. Brigamos para que nossa argumentação traga a vitória de nosso ego e deixamos de pensar se agindo desta forma, conseguimos comprometer o outro com o resultado desejado.Comunicar-se para obter resultado consiste em favorecer a participação e contribuição das pessoas que podem agregar idéias novas na busca de soluções. É ouvir ativamente as pessoas, procurando entender o que de fato estão dizendo, sabendo formular perguntas que possibilitem pensar sobre os riscos e os benefícios das opiniões. Vivemos em contextos organizacionais em que a busca pelo resultado deveria ser o foco de toda comunicação. Deveríamos fundamentar nossa argumentação com fatos concretos e não interpretações subjetivas. Nossas emoções, geralmente nos cegam e nos confundem gerando perda de energia e foco.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Sinergia Dispemec- 2010
A equipe de colaboradores da Dispemec participou de uma atividade em dezembro de 2010 em Socorro. Fizemos trilha planilhada e tiroleza para desenvolvermos nosso comportamento de equipe. Só há equipe quando há: confiança, solidariedade, companherismo , comunicação clara e objetivos comuns.
Vivenciamos através de exercícios práticos, situações que despertaram em cada um de nós uma visão estratégica, motivada pelo desafio de superarmos nossos medos e fragilidades, em prol de uma inovação e superação pessoal e de equipe.
Foi uma experiência muito gratificante, com muitos aprendizados.
Corrida por uma vida mais saudável.
Você se comunica para ter razão ou resultado?
Esta pergunta nos remete a uma reflexão a cerca de nossas verdadeiras intenções, quando argumentamos com nossos colaboradores, familiares ou mesmo com nossos parceiros e parceiras, quer seja no âmbito empresarial ou familiar.
O que parece óbvio e fácil de responder, pode não ser ao observamos o que provocamos de reações nas pessoas, quando simplesmente discordamos e desejamos impor-lhes nosso ponto de vista.
Será que de fato estamos buscando uma conciliação de interesses ou uma coerção que pode nos trazer um sentimento de revanche e disputa de egos feridos, pela suposta derrota?
Na verdade quando nos comunicamos para ter razão, estamos sendo motivados pela disputa e pelo desejo de vencer. Isto significa que alguém deverá perder para que possamos ganhar.
Quando nos comunicamos para obter resultado, buscamos uma compreensão clara dos objetivos desejados, apoiando-nos em fatos concretos, mensurados e tangíveis.
Avaliamos estratégias e o posicionamento que cada um deverá assumir para eficácia do processo.
A adesão deve gerar ganhos para todos os envolvidos. Isto significa que, todos serão responsáveis por suas escolhas e estas , irão se manifestar sob a forma de comportamentos e atitudes coerentes com soluções e não réplicas .
Quando nos comunicamos para ter resultados, procuramos conhecer qual o modelo mental que rege as atitudes, ou seja, o que faz com que as pessoas pensem e sintam de uma determinada forma, assim como avaliamos o nosso próprio modelo mental.
Adotamos uma postura de quem se coloca no lugar do outro, para compreendê-lo e não julgá-lo, mas avaliarmos se estamos com os recursos e pessoas adequadas para nossos propósitos.
Na prática, deixamos de querer convencer ou mostrar o que as pessoas não desejam ver e as deixamos livres para escolherem: ficar ou partir. Certo dia ouvi um empresário me relatar que foi procurado por um colaborador que lhe afirmou estar desmotivado com a empresa. O mesmo solicitou-lhe uma sugestão sobre o que a empresa poderia fazer a respeito. O colaborador afirmou que desejava fazer outras atividades, diferente do que a empresa lhe havia solicitado. O empresário respondeu-lhe: “ O que te motiva, são necessidades particulares que a empresa não tem como atender.Eu preciso do seu empenho e competência para atuar conforme as necessidades da empresa ”.
Este empresário respondeu de forma adequada, pois motivação é algo pessoal, intransferível e muito representativa de nossos valores, crenças e objetivos pessoais. Não pode ser dada, paga, trocada ou comprada. Ela se manifesta mediante desafios que podem provocar em cada um de nós reações de conquista , coragem, medo ou dor.
Assim, comunicar-se para ter razão nos remete a perguntas simples como:”- O que você deseja que eu fale? O que você precisa ouvir para rever seu ponto de vista, ou falar de forma diferente? Que resultados busca obter ao se comunicar desta forma?
Vale a pena refletirmos sobre isto, pois nem sempre temos clareza do que desejamos e nem nos preparamos adequadamente para obtermos os melhores resultados com a nossa comunicação.
É conveniente entendermos que comunicação não se resume apenas em palavras, mas a todo um conjunto de comportamentos e sentimentos que se expressam, através do tom de voz, gestos e postura corporal. Tudo fala sobre o que pensamos, até o nosso silêncio.
O que parece óbvio e fácil de responder, pode não ser ao observamos o que provocamos de reações nas pessoas, quando simplesmente discordamos e desejamos impor-lhes nosso ponto de vista.
Será que de fato estamos buscando uma conciliação de interesses ou uma coerção que pode nos trazer um sentimento de revanche e disputa de egos feridos, pela suposta derrota?
Na verdade quando nos comunicamos para ter razão, estamos sendo motivados pela disputa e pelo desejo de vencer. Isto significa que alguém deverá perder para que possamos ganhar.
Quando nos comunicamos para obter resultado, buscamos uma compreensão clara dos objetivos desejados, apoiando-nos em fatos concretos, mensurados e tangíveis.
Avaliamos estratégias e o posicionamento que cada um deverá assumir para eficácia do processo.
A adesão deve gerar ganhos para todos os envolvidos. Isto significa que, todos serão responsáveis por suas escolhas e estas , irão se manifestar sob a forma de comportamentos e atitudes coerentes com soluções e não réplicas .
Quando nos comunicamos para ter resultados, procuramos conhecer qual o modelo mental que rege as atitudes, ou seja, o que faz com que as pessoas pensem e sintam de uma determinada forma, assim como avaliamos o nosso próprio modelo mental.
Adotamos uma postura de quem se coloca no lugar do outro, para compreendê-lo e não julgá-lo, mas avaliarmos se estamos com os recursos e pessoas adequadas para nossos propósitos.
Na prática, deixamos de querer convencer ou mostrar o que as pessoas não desejam ver e as deixamos livres para escolherem: ficar ou partir. Certo dia ouvi um empresário me relatar que foi procurado por um colaborador que lhe afirmou estar desmotivado com a empresa. O mesmo solicitou-lhe uma sugestão sobre o que a empresa poderia fazer a respeito. O colaborador afirmou que desejava fazer outras atividades, diferente do que a empresa lhe havia solicitado. O empresário respondeu-lhe: “ O que te motiva, são necessidades particulares que a empresa não tem como atender.Eu preciso do seu empenho e competência para atuar conforme as necessidades da empresa ”.
Este empresário respondeu de forma adequada, pois motivação é algo pessoal, intransferível e muito representativa de nossos valores, crenças e objetivos pessoais. Não pode ser dada, paga, trocada ou comprada. Ela se manifesta mediante desafios que podem provocar em cada um de nós reações de conquista , coragem, medo ou dor.
Assim, comunicar-se para ter razão nos remete a perguntas simples como:”- O que você deseja que eu fale? O que você precisa ouvir para rever seu ponto de vista, ou falar de forma diferente? Que resultados busca obter ao se comunicar desta forma?
Vale a pena refletirmos sobre isto, pois nem sempre temos clareza do que desejamos e nem nos preparamos adequadamente para obtermos os melhores resultados com a nossa comunicação.
É conveniente entendermos que comunicação não se resume apenas em palavras, mas a todo um conjunto de comportamentos e sentimentos que se expressam, através do tom de voz, gestos e postura corporal. Tudo fala sobre o que pensamos, até o nosso silêncio.
domingo, 16 de janeiro de 2011
“ O fator mais importante e decisivo na vida não é o que nos acontece e sim, a atitude que adotamos diante do ocorrido. A revelação mais certa do caráter da pessoa é a maneira como ela suporta o sofrimento. As circunstâncias e as situações podem colorir a vida, mas Deus nos concedeu a graça de poder escolher a cor...” (Charles R. Woodson).
Prezados leitores, tenho a percepção que não temos como prever o futuro, nem mesmo o que pode nos acontecer em alguns segundos a frente, mas podemos trabalhar nossas reações. O maior desafio que temos, é administrar tais reações de forma assertiva. Olhar os fatos e buscar neles um sentido que nos ajude a construir uma nova história, torna-se um desafio constante, pois nem sempre conseguimos compreender e aceitar os acontecimentos como conseqüências de nossas próprias escolhas.
Como aprender com os desacertos, sem procurar em outros, as justificativas pelo que nos afeta emocionalmente?
Penso que nossos comportamentos representam o que optamos por aprender através de nossas emoções . Nossas reações são reflexos de nossas percepções, nem sempre corretas ou analisadas por diferentes ângulos.Olhar a vida e remover de nossa mente as fantasias que nos impedem de amadurecer, é sempre um exercício a ser praticado.
Prezados leitores, tenho a percepção que não temos como prever o futuro, nem mesmo o que pode nos acontecer em alguns segundos a frente, mas podemos trabalhar nossas reações. O maior desafio que temos, é administrar tais reações de forma assertiva. Olhar os fatos e buscar neles um sentido que nos ajude a construir uma nova história, torna-se um desafio constante, pois nem sempre conseguimos compreender e aceitar os acontecimentos como conseqüências de nossas próprias escolhas.
Como aprender com os desacertos, sem procurar em outros, as justificativas pelo que nos afeta emocionalmente?
Penso que nossos comportamentos representam o que optamos por aprender através de nossas emoções . Nossas reações são reflexos de nossas percepções, nem sempre corretas ou analisadas por diferentes ângulos.Olhar a vida e remover de nossa mente as fantasias que nos impedem de amadurecer, é sempre um exercício a ser praticado.
Pais e Filhos
Prezados leitores, quero compartilhar com todos vocês uma reflexão importante a cerca dos relacionamentos familiares nas empresas; tema que tenho a oportunidade em acompanhar bem de perto, durante vários anos de experiência profissional.Na realidade este tema é extremamente delicado e merece uma análise profunda, pois em meus atendimentos em consultório pude acompanhar muitos pacientes através de trabalhos terapêuticos, em que as queixas eram solucionadas a partir de uma intervenção familiar.
Quando encontramos nas empresas, situações em que o espaço é compartilhado entre membros de uma mesma família, percebemos que alguns conflitos latentes, tornam-se mais evidenciados pelas expectativas que são geradas em relação a performace profissional. É comum que pais esperem de seus filhos, atitudes semelhantes as suas e ainda que projetem neles, sonhos que desejavam realizar e esperam que se confirmem através dos filhos.
Geralmente ,tais sentimentos tendem a impedir o crescimento profissional dos filhos que acabam atuando mais para agradar seus pais do que para promoverem a lucratividade do negócio.
Aspectos como : iniciativa, cumprimento de procedimentos, apresentação de resultados ficam comprometidos pela visão recíproca que se estabelece entre pais e filhos, pois os acertos não são tão evidenciados como os erros. Na verdade , a relação de amor e afeto estão sempre presentes, o que não necessariamente é ruim. O que dificulta é o fato de acharmos que por nos conhecermos há muitos anos, conhecemos todas as necessidades do outro e não precisamos conversar sobre elas.Pais e filhos se ajudam quando conseguem conversar sobre o negócio, independente do que pensam um do outro. Expõem idéias, sem competirem entre si, no sentido de provarem quem está certo e quem está errado.
Empresas familiares são riquíssimas em possibilidades de aprendizado e auto-conhecimento, fatores essenciais para o amadurecimento pessoal e profissional.Não podemos nos esquecer que antes dos pais assumirem este difícil papel, eles também foram filhos e continuam sendo. Eles também trazem em sua bagagem emocional, experiências vivenciadas com seus pais. Logo , espelham em seus filhos suas expectativas como Pais e também como Filhos . É comum ouvirmos dos pais: “Eu não tive do meu pai,nem um terço do que meu filho recebe de mim”.Logo se, meu pai fosse como eu sou, pra mim estaria ótimo.” Porém os filhos são outras pessoas, diferentes de seus pais, embora tragam uma herança genética na bagagem, ainda encontram espaço para colocar nesta bagagem suas próprias percepções e experiências. Assim, geralmente não reproduzem na íntegra o comportamento daqueles que os geraram. Podem ser melhores em alguns aspectos, ou apresentarem dificuldades que para seus pais, parecia sempre foi de fácil compreensão.
Desta forma, afirmo que vale a pena, pais e filhos investirem em uma relação saudável de diálogo, dentro e fora da empresa.Vale a pena se ouvirem e valorizarem o que cada um tem para ensinar ao outro. Pois, por mais experiência que um tenha em relação ao outro, sempre há algo novo para se aprender e algo antigo para se ensinar.
Quando encontramos nas empresas, situações em que o espaço é compartilhado entre membros de uma mesma família, percebemos que alguns conflitos latentes, tornam-se mais evidenciados pelas expectativas que são geradas em relação a performace profissional. É comum que pais esperem de seus filhos, atitudes semelhantes as suas e ainda que projetem neles, sonhos que desejavam realizar e esperam que se confirmem através dos filhos.
Geralmente ,tais sentimentos tendem a impedir o crescimento profissional dos filhos que acabam atuando mais para agradar seus pais do que para promoverem a lucratividade do negócio.
Aspectos como : iniciativa, cumprimento de procedimentos, apresentação de resultados ficam comprometidos pela visão recíproca que se estabelece entre pais e filhos, pois os acertos não são tão evidenciados como os erros. Na verdade , a relação de amor e afeto estão sempre presentes, o que não necessariamente é ruim. O que dificulta é o fato de acharmos que por nos conhecermos há muitos anos, conhecemos todas as necessidades do outro e não precisamos conversar sobre elas.Pais e filhos se ajudam quando conseguem conversar sobre o negócio, independente do que pensam um do outro. Expõem idéias, sem competirem entre si, no sentido de provarem quem está certo e quem está errado.
Empresas familiares são riquíssimas em possibilidades de aprendizado e auto-conhecimento, fatores essenciais para o amadurecimento pessoal e profissional.Não podemos nos esquecer que antes dos pais assumirem este difícil papel, eles também foram filhos e continuam sendo. Eles também trazem em sua bagagem emocional, experiências vivenciadas com seus pais. Logo , espelham em seus filhos suas expectativas como Pais e também como Filhos . É comum ouvirmos dos pais: “Eu não tive do meu pai,nem um terço do que meu filho recebe de mim”.Logo se, meu pai fosse como eu sou, pra mim estaria ótimo.” Porém os filhos são outras pessoas, diferentes de seus pais, embora tragam uma herança genética na bagagem, ainda encontram espaço para colocar nesta bagagem suas próprias percepções e experiências. Assim, geralmente não reproduzem na íntegra o comportamento daqueles que os geraram. Podem ser melhores em alguns aspectos, ou apresentarem dificuldades que para seus pais, parecia sempre foi de fácil compreensão.
Desta forma, afirmo que vale a pena, pais e filhos investirem em uma relação saudável de diálogo, dentro e fora da empresa.Vale a pena se ouvirem e valorizarem o que cada um tem para ensinar ao outro. Pois, por mais experiência que um tenha em relação ao outro, sempre há algo novo para se aprender e algo antigo para se ensinar.
Quando é a hora de parar?
Prezados leitores, empresas familiares em sua maioria,apresentam histórias de luta, abdicação e muito emprenho.
É comum ouvirmos as pessoas lembrarem com saudade, do tempo em que não tinham sábado, domingo ou mesmo , não tiravam férias por terem que permanecer na empresa, com poucos funcionários e muito trabalho a ser realizado.
O que era um meio de sobrevivência, com o tempo passou a ser a própria vida e em muitos casos, até mesmo a família foi deixada de lado, em função da empresa.
Alguns empresários fizeram esta opção, jurando que seria por um tempo, pois logo que a empresa se estruturasse, se dedicariam um pouco mais a outros prazeres e ficariam mais tempo com a família, amigos e até, com ele próprio.
No entanto, até que ponto dedicação se confunde com obstinação, ou mesmo, obsessão.
É importante sabermos o momento em que precisamos renovar a empresa, rever hábitos, conceitos e atitudes.
Há momentos em que somos chamados a refletir sobre até quando iremos abrir mão da saúde física, espiritual,psicológica em prol de um faturamento mensal.
Vejo constantemente pessoas adoecerem dentro de suas empresas, por não perceberem que com o tempo e com o sucesso, precisamos nos desvincular das rotinas estressantes e ocupacionais para pensarmos o negócio, sem que necessariamente tenhamos que fazer tudo.
Já ouvi alguns empresários afirmarem que , por não confiarem em suas equipes, preferem tomar a frente e fazerem com suas próprias mãos, como se esta atitude fosse saudável e produtiva.
Depois, se queixam por estarem cercadas de pessoas sem iniciativa e descomprometidas. Logo, não é vantajoso, após anos de dedicação a empresa, estarmos fazendo as mesmas tarefas que fazíamos quando começamos.
Sei o quanto é difícil, mas precisamos parar.
Parar de buscarmos culpados e responsáveis por decisões que tínhamos que tomar e que ainda depende somente de nós.
Parar de nos queixarmos dos mesmos erros, tomando sempre as mesmas atitudes.
Parar de fazermos horas-extras, por não conseguirmos administrar nosso tempo na empresa, deixando de fazer o importante para nos dedicarmos ao emergencial, gerado pela nossa falta de planejamento.
Parar de fazermos pelos outros, passando a delegar e cobrar um pouco mais daqueles que devem assumir responsabilidades e fazer jus a sua função.
Parar de querer fazer tudo, conforme nosso entendimento, sem ouvir as pessoas com as quais trabalhamos.
Parar de viver do passado, acreditando que se continuarmos agindo como há anos atrás, iremos retardar os avanços e segurar o tempo.
Precisamos parar, para prosseguirmos arriscando-nos a aprender algo novo, mesmo estando no negócio há 40 anos.
Pausa, para que a vida não nos tire o tempo que ainda temos para admitirmos com sabedoria, o momento de Parar e recomeçar.
É comum ouvirmos as pessoas lembrarem com saudade, do tempo em que não tinham sábado, domingo ou mesmo , não tiravam férias por terem que permanecer na empresa, com poucos funcionários e muito trabalho a ser realizado.
O que era um meio de sobrevivência, com o tempo passou a ser a própria vida e em muitos casos, até mesmo a família foi deixada de lado, em função da empresa.
Alguns empresários fizeram esta opção, jurando que seria por um tempo, pois logo que a empresa se estruturasse, se dedicariam um pouco mais a outros prazeres e ficariam mais tempo com a família, amigos e até, com ele próprio.
No entanto, até que ponto dedicação se confunde com obstinação, ou mesmo, obsessão.
É importante sabermos o momento em que precisamos renovar a empresa, rever hábitos, conceitos e atitudes.
Há momentos em que somos chamados a refletir sobre até quando iremos abrir mão da saúde física, espiritual,psicológica em prol de um faturamento mensal.
Vejo constantemente pessoas adoecerem dentro de suas empresas, por não perceberem que com o tempo e com o sucesso, precisamos nos desvincular das rotinas estressantes e ocupacionais para pensarmos o negócio, sem que necessariamente tenhamos que fazer tudo.
Já ouvi alguns empresários afirmarem que , por não confiarem em suas equipes, preferem tomar a frente e fazerem com suas próprias mãos, como se esta atitude fosse saudável e produtiva.
Depois, se queixam por estarem cercadas de pessoas sem iniciativa e descomprometidas. Logo, não é vantajoso, após anos de dedicação a empresa, estarmos fazendo as mesmas tarefas que fazíamos quando começamos.
Sei o quanto é difícil, mas precisamos parar.
Parar de buscarmos culpados e responsáveis por decisões que tínhamos que tomar e que ainda depende somente de nós.
Parar de nos queixarmos dos mesmos erros, tomando sempre as mesmas atitudes.
Parar de fazermos horas-extras, por não conseguirmos administrar nosso tempo na empresa, deixando de fazer o importante para nos dedicarmos ao emergencial, gerado pela nossa falta de planejamento.
Parar de fazermos pelos outros, passando a delegar e cobrar um pouco mais daqueles que devem assumir responsabilidades e fazer jus a sua função.
Parar de querer fazer tudo, conforme nosso entendimento, sem ouvir as pessoas com as quais trabalhamos.
Parar de viver do passado, acreditando que se continuarmos agindo como há anos atrás, iremos retardar os avanços e segurar o tempo.
Precisamos parar, para prosseguirmos arriscando-nos a aprender algo novo, mesmo estando no negócio há 40 anos.
Pausa, para que a vida não nos tire o tempo que ainda temos para admitirmos com sabedoria, o momento de Parar e recomeçar.
O valor das escolhas.
Prezados leitores, certa vez alguém perguntou a um homem bem sucedido: Qual o segredo de seu sucesso? Ele respondeu: A capacidade em ter feito as escolhas certas.
Ao ouvir esta explicação, senti um forte desejo em compartilhar com todos, sobre esta reflexão que constantemente faço junto aos meus coachees , alunos e clientes.
Nossas escolhas são fundamentais para a materialização de nossos projetos, ou ainda, para entendermos o porquê das nossas inquietações. Penso que nem sempre, fazemos as escolhas adequadas, porém a fazemos por sermos influenciados pelas circunstâncias, ou ainda, por sermos limitados em nossa visão de futuro e percepções de nossas reais necessidades. Pensamos no momento presente e nos esquecemos que ele; o presente, irá construir o nosso amanhã de alguma forma.
Pensemos que ao escolhermos um funcionário, um sócio, um emprego, um companheiro(a) ou seja lá o que for, estamos focados no retorno a curto prazo e nos esquecemos de que esta escolha influenciará a nossa história de vida de forma positiva ou não.
Não se trata de uma escolha para toda uma vida, mas de uma escolha que pode nos trazer conseqüências para toda nossa vida. Sabermos escolher, consiste em fazermos análises quanto aos possíveis riscos que poderemos ter; de situações que teremos que aprender a contornar e ainda, sacrifícios que teremos que nos submeter se desejamos permanecer com estas escolhas.
Escolhas favorecem eliminação de possibilidades, pois ao persistirmos em nossas convicções, abrimos mão de outras que também poderiam nos atender, mas que por razões conscientes e inconscientes, não quisemos nos comprometer.
Pode parecer subjetivo demais, porém ao estudar empresas e comportamentos de pessoas nas organizações, vejo diariamente que as escolhas no âmbito pessoal, precedem as escolhas profissionais e as influenciam de forma efetiva.
Nos planos de sucessão familiar, nos planos de melhoria contínua ou em outros, pessoas vivenciam seus valores através de atitudes que assumem em seus relacionamentos com clientes, fornecedores e pares.
Nem sempre percebem o que ocasionam os fracassos deste planos; as dificuldades em fazerem as escolhas no momento exato em que precisam ser feitas.
Uma empresa que busca crescimento e desenvolvimento, necessita de pessoas comprometidas com estes propósitos, mas se permanecermos insistindo com aquelas que resistem em aprender um comportamento novo, perdemos a energia e o entusiasmo necessário para investirmos em novas idéias e pessoas criativas e inovadoras.
Abrimos mão de uma escolha pessoal, para a tendermos as escolhas de outros que desejam algo diferente. Estes detém sobre nós, algum poder de influência e persuasão. Para fazermos escolhas , precisamos nos sentir “livres” e prontos a assumirmos riscos .
Os ricos na tomada de decisão existem e precisam ser amenizados pela competência daqueles que a tomam.
Competência consiste em termos a habilidade de fazermos adequadamente algo que seja importante.
Assim, escolher não é apenas eliminar alternativas e sim, estar preparado para assumir dificuldades,privações e perdas .Quem faz escolhas sabe que se quiser estar bem com todos, não fará o que precisa ser feito, pois preocupado em agradar, não fará nada que possa colocar em risco sua imagem ou reputação.
Desta forma, queridos leitores, preparem-se para fazer escolhas, perguntando-se sempre : -O que estamos escolhendo hoje, pode garantir-nos o que verdadeiramente desejamos obter e ser.
Podemos ter o que desejamos nossas escolhas , mas podemos não Ser a pessoa que gostaríamos com elas.
Ao ouvir esta explicação, senti um forte desejo em compartilhar com todos, sobre esta reflexão que constantemente faço junto aos meus coachees , alunos e clientes.
Nossas escolhas são fundamentais para a materialização de nossos projetos, ou ainda, para entendermos o porquê das nossas inquietações. Penso que nem sempre, fazemos as escolhas adequadas, porém a fazemos por sermos influenciados pelas circunstâncias, ou ainda, por sermos limitados em nossa visão de futuro e percepções de nossas reais necessidades. Pensamos no momento presente e nos esquecemos que ele; o presente, irá construir o nosso amanhã de alguma forma.
Pensemos que ao escolhermos um funcionário, um sócio, um emprego, um companheiro(a) ou seja lá o que for, estamos focados no retorno a curto prazo e nos esquecemos de que esta escolha influenciará a nossa história de vida de forma positiva ou não.
Não se trata de uma escolha para toda uma vida, mas de uma escolha que pode nos trazer conseqüências para toda nossa vida. Sabermos escolher, consiste em fazermos análises quanto aos possíveis riscos que poderemos ter; de situações que teremos que aprender a contornar e ainda, sacrifícios que teremos que nos submeter se desejamos permanecer com estas escolhas.
Escolhas favorecem eliminação de possibilidades, pois ao persistirmos em nossas convicções, abrimos mão de outras que também poderiam nos atender, mas que por razões conscientes e inconscientes, não quisemos nos comprometer.
Pode parecer subjetivo demais, porém ao estudar empresas e comportamentos de pessoas nas organizações, vejo diariamente que as escolhas no âmbito pessoal, precedem as escolhas profissionais e as influenciam de forma efetiva.
Nos planos de sucessão familiar, nos planos de melhoria contínua ou em outros, pessoas vivenciam seus valores através de atitudes que assumem em seus relacionamentos com clientes, fornecedores e pares.
Nem sempre percebem o que ocasionam os fracassos deste planos; as dificuldades em fazerem as escolhas no momento exato em que precisam ser feitas.
Uma empresa que busca crescimento e desenvolvimento, necessita de pessoas comprometidas com estes propósitos, mas se permanecermos insistindo com aquelas que resistem em aprender um comportamento novo, perdemos a energia e o entusiasmo necessário para investirmos em novas idéias e pessoas criativas e inovadoras.
Abrimos mão de uma escolha pessoal, para a tendermos as escolhas de outros que desejam algo diferente. Estes detém sobre nós, algum poder de influência e persuasão. Para fazermos escolhas , precisamos nos sentir “livres” e prontos a assumirmos riscos .
Os ricos na tomada de decisão existem e precisam ser amenizados pela competência daqueles que a tomam.
Competência consiste em termos a habilidade de fazermos adequadamente algo que seja importante.
Assim, escolher não é apenas eliminar alternativas e sim, estar preparado para assumir dificuldades,privações e perdas .Quem faz escolhas sabe que se quiser estar bem com todos, não fará o que precisa ser feito, pois preocupado em agradar, não fará nada que possa colocar em risco sua imagem ou reputação.
Desta forma, queridos leitores, preparem-se para fazer escolhas, perguntando-se sempre : -O que estamos escolhendo hoje, pode garantir-nos o que verdadeiramente desejamos obter e ser.
Podemos ter o que desejamos nossas escolhas , mas podemos não Ser a pessoa que gostaríamos com elas.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Arvorismo e caminhada planilhada em 28 de novembro.2010
Aventura em Socorro no interior de São Paulo, fechou as atividades radicais de 2010 Foi uma atividade diferente que exigiu coragem e esforço físico de todos.
Nossa equipe foi a campeã com menor tempo e menos irregularidades cometidas durante a prova.
Cumprimos os procedimentos e trabalhamos em equipe.
Nossa equipe foi a campeã com menor tempo e menos irregularidades cometidas durante a prova.
Cumprimos os procedimentos e trabalhamos em equipe.
A arte de gerenciar pessoas e resultados
Prezados leitores, ao ler o livro “Gerente Minuto”, surpreendi-me com algo extremamente atualizado a cerca de pessoas e processos de trabalho que desejo compartilhar com todos. Em meus trabalhos como Consultora e Coach, verifico cotidianamente a dificuldade dos gestores em oferecerem aos seus colaboradores os feedbacks necessários de forma assertiva.Muitos afirmam não saberem mais como cobrar resultados, pois afirmam que suas equipes não estão comprometidas com os objetivos da empresa.Neste momento pergunto-lhes: Quais são os objetivos de sua empresa? Quais os resultados esperados e em que prazo? Você sabe como medirá estes resultados?
Perguntas como estas, fazem muitos gestores pararem para pensar. Para que possamos cobrar é fundamental estabelecermos objetivos claros que devem ser atingidos pelos colaboradores. Tais objetivos precisam ser tangíveis e mensuráveis, de forma que fique transparente para os colaboradores e gestores, como o desempenho será medido. É fundamental para os colaboradores terem metas contínuas e gradativas, durante sua permanência na empresa. Os gestores precisam planejar esta escalada individual e também de sua equipe.Quem não sabe o que deseja, qualquer resultado é válido...
No livro, Gerente Minuto, o autor fala-nos de objetivos minutos. Aqueles que devem ser atingidos em curto espaço de tempo, com a utilização dos recursos disponíveis, cuja realização trará resultados significativos para organização. Tais resultados devem ser transmitidos sob a forma de tarefas que são pertinentes ao colaborador e que somente ele, poderá realizar. Uma vez dito o que desejamos, vale perguntar se os colaboradores têm como fazer o que estamos lhes transmitindo. Se os mesmos disponibilizam dos recursos necessários e se possuem habilidades e conhecimentos para desenvolverem bem suas tarefas, pois serão cobrados justamente pela execução de cada uma delas . Em seguida, o autor fala-nos dos elogios minutos, que correspondem aos momentos de feedbacks, em que o reforço externo se faz necessário. Neste momento o gestor deve acompanhar a performance de seus colaboradores, dando-lhes respostas específicas sobre seus comportamentos, mostrando-lhes onde acertaram, como e ainda o que a organização ganhou com esta atuação. Porém, o Gerente Minuto também deve aplicar as repreensões minutos quando os colaboradores não desenvolverem bem suas tarefas.
O método é simples porém muito eficaz. O gestor deve chamar o colaborador imediatamente, falar-lhe sinceramente sobre o objetivo que não foi alcançado, demonstrando seu sentimento quanto a esta situação, deixando por último o encorajamento para que ele possa buscar um resultado mais favorável da próxima vez.
A importância em saber como oferecer o feedback, determina os resultados de uma equipe e boa parte dos lideres não dão ou não sabem oferecer feedback aos seus colaboradores.Desta forma, leve este método para sua empresa:
1.Estabeleça objetivos minutos com cada colaborador e com a equipe,
2.Faça elogios minutos e repreensões minutos.Como?
Separe o comportamento da pessoa. Fale de seu comportamento inadequado, mas reforce nela sua credibilidade em sua capacidade em corrigir-se. Faça isto olhando-a nos olhos e ao falar de seu sentimento, fique alguns instantes em silêncio para que ele (colaborador) possa interiorizar a mensagem.
Feito isto, vire a página e siga em frente, evitando ficar falando o tempo todo sobre o evento.Para concluir, faça reuniões sistemáticas de avaliação de resultados, demonstrando , através de indicadores os avanços, porém faça-as de forma planejada e rápida.Não concentre muito tempo em reuniões sem pauta definida, ou cuidado para não perder o foco com conversas de pouca importância para os propósitos que se desejam.
Vale a pena conferir...
Perguntas como estas, fazem muitos gestores pararem para pensar. Para que possamos cobrar é fundamental estabelecermos objetivos claros que devem ser atingidos pelos colaboradores. Tais objetivos precisam ser tangíveis e mensuráveis, de forma que fique transparente para os colaboradores e gestores, como o desempenho será medido. É fundamental para os colaboradores terem metas contínuas e gradativas, durante sua permanência na empresa. Os gestores precisam planejar esta escalada individual e também de sua equipe.Quem não sabe o que deseja, qualquer resultado é válido...
No livro, Gerente Minuto, o autor fala-nos de objetivos minutos. Aqueles que devem ser atingidos em curto espaço de tempo, com a utilização dos recursos disponíveis, cuja realização trará resultados significativos para organização. Tais resultados devem ser transmitidos sob a forma de tarefas que são pertinentes ao colaborador e que somente ele, poderá realizar. Uma vez dito o que desejamos, vale perguntar se os colaboradores têm como fazer o que estamos lhes transmitindo. Se os mesmos disponibilizam dos recursos necessários e se possuem habilidades e conhecimentos para desenvolverem bem suas tarefas, pois serão cobrados justamente pela execução de cada uma delas . Em seguida, o autor fala-nos dos elogios minutos, que correspondem aos momentos de feedbacks, em que o reforço externo se faz necessário. Neste momento o gestor deve acompanhar a performance de seus colaboradores, dando-lhes respostas específicas sobre seus comportamentos, mostrando-lhes onde acertaram, como e ainda o que a organização ganhou com esta atuação. Porém, o Gerente Minuto também deve aplicar as repreensões minutos quando os colaboradores não desenvolverem bem suas tarefas.
O método é simples porém muito eficaz. O gestor deve chamar o colaborador imediatamente, falar-lhe sinceramente sobre o objetivo que não foi alcançado, demonstrando seu sentimento quanto a esta situação, deixando por último o encorajamento para que ele possa buscar um resultado mais favorável da próxima vez.
A importância em saber como oferecer o feedback, determina os resultados de uma equipe e boa parte dos lideres não dão ou não sabem oferecer feedback aos seus colaboradores.Desta forma, leve este método para sua empresa:
1.Estabeleça objetivos minutos com cada colaborador e com a equipe,
2.Faça elogios minutos e repreensões minutos.Como?
Separe o comportamento da pessoa. Fale de seu comportamento inadequado, mas reforce nela sua credibilidade em sua capacidade em corrigir-se. Faça isto olhando-a nos olhos e ao falar de seu sentimento, fique alguns instantes em silêncio para que ele (colaborador) possa interiorizar a mensagem.
Feito isto, vire a página e siga em frente, evitando ficar falando o tempo todo sobre o evento.Para concluir, faça reuniões sistemáticas de avaliação de resultados, demonstrando , através de indicadores os avanços, porém faça-as de forma planejada e rápida.Não concentre muito tempo em reuniões sem pauta definida, ou cuidado para não perder o foco com conversas de pouca importância para os propósitos que se desejam.
Vale a pena conferir...
Um momento para pensar...
Ao olhar para minhas mãos, percebi que minha pele está mudando. Já não tem mais a mesma juventude, nem é tão firme como já foi um dia. Percebi também que elas estão mais disponíveis, prontas para acolher e afagar. Parece não ter mais a insegurança da recusa, nem o medo da rejeição. Porém ela não é mais a mesma que eu tinha aos 20 anos.
Olho para meu corpo e percebo algumas transformações. Luto contra elas, mais elas estão cada dia mais fortes. Procuro prosseguir ágil, com leveza e encanto. Busco nas marcas , os aprendizados e as lembranças de fases tão boas de minha juventude.O que antes eram apenas sonhos, hoje é a agenda de amanhã. O que era distante, agora segura minhas pernas, impedindo-me de correr, mantendo-me mais calma e paciente diante do inevitável encontro com o futuro. Não é melancolia que sinto, nem nostalgia. Apenas saudades de uma mente que sonhava mais, pois ainda contava com o incerto das escolhas. Saudades da inocência perdida e dos amores impossíveis. Dos bailinhos na garagem de casa, da música lenta que juntava os corpos, e do coração que batia mais forte ao som de uma música chamada, romântica. Saudades dos encontros no portão para conversar sobre coisas sem muita importância. Saudades das brincadeiras de rua, das viagens para o litoral, do contato com o mar e com as águas dos rios, da cidade de meus avós maternos.Do cheiro do fogão a lenha, do curral e do lírio que brotava as margens dos rios, bem abaixo das pontes de madeira. Dos bambuzais, onde se escondiam os sacis e a mula sem cabeça. Do lampião de gás e do café de caldo de cana quentinho, servido no bule e na canequinha esmaltada. Saudades dos filmes da sessão da tarde, das novelas em preto e branco, do Chacrinha aos sábados. Dos bailes, das músicas, dos amigos de final de semana e das aventuras de faculdade. Saudades da primeira bicicleta ,do primeiro fusca, e dos primeiros momentos de conquista e maturidade.Tudo foi passando, passando e ficou para trás como se eu estivesse olhando tudo pela janela de um trem que só vai adiante e não volta na estação por onde passou. As pessoas me vêem e se despedem , acenando suas mãos desejando-me sorte na próxima estação. Me falam adeus e vão ficando presentes apenas em minhas lembranças contadas com palavras envelhecidas pela distância imposta pela tempo.
Sinto-me feliz por estar viva e poder contar histórias, ajudar pessoas e ajudar-me com minha vontade inexorável de compor, de construir e de faze acontecer. Sinto-me repleta e vazia, como se tudo e nada, fosse uma única pergunta ainda sem resposta.
Percebo que há um mistério e nele habita a existência humana. A minha própria existência que se encontra e se perde de tantas outras. Sinto que a realidade de hoje é a história contada amanhã com pouca riqueza de detalhes, esquecidas pela visão precária dos movimentos que acontecem todos, ao mesmo tempo em que eu respiro um momento desta imensidão de moléculas e átomos em movimento e transformação. Não consumo a vida, pois ela é intensa e não cabe em mim em sua plenitude.Fico com o que consigo dela: pequenos prazeres , vividos em encontros com horas marcadas para acabar. Apoio-me na esperança do amanhã. Ah ! como o amanhã é gostoso de se esperar. Como é bom sentir o seu chegar de mansinho, querendo fazer improviso no cotidiano planejado. Querendo criar novos caminhos em mapas já desenhados e ainda, apontar para direções que estão fora de nossa bússola mental.
Quando o amanhã se faz presente, ele se expressa e me invade de oxigênio e hormônios da felicidade. È um estágio de contemplação e ao mesmo tempo de resgate, pois me renovo a cada instante vivido em razão de uma causa maior. Uma causa que nem eu sei como chamar. Uma causa que se transforma em missão de vida e razão de existir, pois por ela vale a pena morrer e até viver todos os dias um pouquinho que seja.
Não há lógica, nem teórico que explique como as idéias vão se compondo em minha mente e como elas influenciam meu modo de ser, sentir e agir.Como os sentimentos formam redes e se conectam em minha projeção mental, criando um cenário de múltiplas possibilidades de ser feliz.
Sinto-me feliz por estar com as pessoas que conheço hoje e que se mostram, diante de meus olhos. Quero ter com cada uma delas, os meus melhores momentos, pois sei que elas também ficarão em alguma estação um dia, mesmo que eu deseje levá-las comigo elas têm suas vidas e irão fazer outras escolhas, onde eu não farei parte. Sinto-me imensamente grata a cada uma delas, por terem me permitido entrar em suas vidas e compartilhar com elas momentos de alegria, de risos, de tristezas e de vida. Agradeço por ter-me sentido tão bem como mulher, como gente, como profissional e como criatura humana. Agradeço por ter-me potencializado e me energizado com seus sonhos, seus olhos e seus lábios.
Tudo tornou-se grande demais, que as vezes sinto que preciso de mais espaço para colocar tantas pessoas incríveis que eu não quero mais deixar. Quero estar sempre com elas. Quero estar sempre ao seu lado, mas... como????
Não há como prever o amanhã, nem tão pouco o quanto tudo isto vai durar...
Só sei que está sendo tão bom acordar para viver todos os dias da semana, de segunda a segunda. Todos os minutos e todas as horas estão sendo plenos de vida. Tudo isto, eu devo as pessoas que me permitem estar ao seu lado. Tudo isto eu agradeço a cada uma delas. Elas me fazem sentir –me especial.Não pelo que sou, mas pelo que elas me fazem acreditar que posso ser.
Olho para meu corpo e percebo algumas transformações. Luto contra elas, mais elas estão cada dia mais fortes. Procuro prosseguir ágil, com leveza e encanto. Busco nas marcas , os aprendizados e as lembranças de fases tão boas de minha juventude.O que antes eram apenas sonhos, hoje é a agenda de amanhã. O que era distante, agora segura minhas pernas, impedindo-me de correr, mantendo-me mais calma e paciente diante do inevitável encontro com o futuro. Não é melancolia que sinto, nem nostalgia. Apenas saudades de uma mente que sonhava mais, pois ainda contava com o incerto das escolhas. Saudades da inocência perdida e dos amores impossíveis. Dos bailinhos na garagem de casa, da música lenta que juntava os corpos, e do coração que batia mais forte ao som de uma música chamada, romântica. Saudades dos encontros no portão para conversar sobre coisas sem muita importância. Saudades das brincadeiras de rua, das viagens para o litoral, do contato com o mar e com as águas dos rios, da cidade de meus avós maternos.Do cheiro do fogão a lenha, do curral e do lírio que brotava as margens dos rios, bem abaixo das pontes de madeira. Dos bambuzais, onde se escondiam os sacis e a mula sem cabeça. Do lampião de gás e do café de caldo de cana quentinho, servido no bule e na canequinha esmaltada. Saudades dos filmes da sessão da tarde, das novelas em preto e branco, do Chacrinha aos sábados. Dos bailes, das músicas, dos amigos de final de semana e das aventuras de faculdade. Saudades da primeira bicicleta ,do primeiro fusca, e dos primeiros momentos de conquista e maturidade.Tudo foi passando, passando e ficou para trás como se eu estivesse olhando tudo pela janela de um trem que só vai adiante e não volta na estação por onde passou. As pessoas me vêem e se despedem , acenando suas mãos desejando-me sorte na próxima estação. Me falam adeus e vão ficando presentes apenas em minhas lembranças contadas com palavras envelhecidas pela distância imposta pela tempo.
Sinto-me feliz por estar viva e poder contar histórias, ajudar pessoas e ajudar-me com minha vontade inexorável de compor, de construir e de faze acontecer. Sinto-me repleta e vazia, como se tudo e nada, fosse uma única pergunta ainda sem resposta.
Percebo que há um mistério e nele habita a existência humana. A minha própria existência que se encontra e se perde de tantas outras. Sinto que a realidade de hoje é a história contada amanhã com pouca riqueza de detalhes, esquecidas pela visão precária dos movimentos que acontecem todos, ao mesmo tempo em que eu respiro um momento desta imensidão de moléculas e átomos em movimento e transformação. Não consumo a vida, pois ela é intensa e não cabe em mim em sua plenitude.Fico com o que consigo dela: pequenos prazeres , vividos em encontros com horas marcadas para acabar. Apoio-me na esperança do amanhã. Ah ! como o amanhã é gostoso de se esperar. Como é bom sentir o seu chegar de mansinho, querendo fazer improviso no cotidiano planejado. Querendo criar novos caminhos em mapas já desenhados e ainda, apontar para direções que estão fora de nossa bússola mental.
Quando o amanhã se faz presente, ele se expressa e me invade de oxigênio e hormônios da felicidade. È um estágio de contemplação e ao mesmo tempo de resgate, pois me renovo a cada instante vivido em razão de uma causa maior. Uma causa que nem eu sei como chamar. Uma causa que se transforma em missão de vida e razão de existir, pois por ela vale a pena morrer e até viver todos os dias um pouquinho que seja.
Não há lógica, nem teórico que explique como as idéias vão se compondo em minha mente e como elas influenciam meu modo de ser, sentir e agir.Como os sentimentos formam redes e se conectam em minha projeção mental, criando um cenário de múltiplas possibilidades de ser feliz.
Sinto-me feliz por estar com as pessoas que conheço hoje e que se mostram, diante de meus olhos. Quero ter com cada uma delas, os meus melhores momentos, pois sei que elas também ficarão em alguma estação um dia, mesmo que eu deseje levá-las comigo elas têm suas vidas e irão fazer outras escolhas, onde eu não farei parte. Sinto-me imensamente grata a cada uma delas, por terem me permitido entrar em suas vidas e compartilhar com elas momentos de alegria, de risos, de tristezas e de vida. Agradeço por ter-me sentido tão bem como mulher, como gente, como profissional e como criatura humana. Agradeço por ter-me potencializado e me energizado com seus sonhos, seus olhos e seus lábios.
Tudo tornou-se grande demais, que as vezes sinto que preciso de mais espaço para colocar tantas pessoas incríveis que eu não quero mais deixar. Quero estar sempre com elas. Quero estar sempre ao seu lado, mas... como????
Não há como prever o amanhã, nem tão pouco o quanto tudo isto vai durar...
Só sei que está sendo tão bom acordar para viver todos os dias da semana, de segunda a segunda. Todos os minutos e todas as horas estão sendo plenos de vida. Tudo isto, eu devo as pessoas que me permitem estar ao seu lado. Tudo isto eu agradeço a cada uma delas. Elas me fazem sentir –me especial.Não pelo que sou, mas pelo que elas me fazem acreditar que posso ser.
Retrospectiva 2010.
Um ano se passou. Muitos afirmam que passou tão rápido que nem nos demos conta do quanto fizemos.
Foi um ano de Copa do Mundo, um ano em que o Brasil foi escolhido para sediar as próximas Olímpiadas em 2016 ; a Copa do mundo em 2014, um ano de eleição presidencial ; Salão do Automóvel, Fórmula 1 no Brasil e tantas outros acontecimentos, que certamente marcaram a nossa história e da humanidade.
Um ano de implementações de novas formas de tributação, novas regras no cenário financeiro e um apelo cada vez maior por qualidade e otimização de recursos. Foi um ano de discussões ambientais, de avanços na ciência, de crescimento da frota de carros novos rodando pelas nossas estradas devido a facilidade de créditos e financiamentos, e ainda um ano de inspeção veicular.
Para muitos empresários, foi um ano de muito trabalho. Um ano de muito planejamento, para administrar um cenário incerto, repleto de variáveis que fugiram do nosso padrão pessoal de compreensão e solução de problemas. Um ano em que eu vivi de perto, a dificuldade em recrutar e selecionar profissionais em todas as áreas, devido o aquecimento do mercado, que levou muitas empresas a investirem no aumento de seu quadro de colaboradores para atender a demanda . Olhando este cenário, percebi o quanto precisamos investir no conhecimento, como uma possibilidade viável de sustentabilidade.
Não vejo como as empresas se manterem competitivas, sem que haja uma produção criativa de conhecimento que caminhe alinhada a prática. Ou seja, precisamos formar profissionais que possam contribuir com as empresas, além da aplicação de conceitos técnicos.
Precisamos investir na formação de colaboradores éticos, que tenham e pratiquem valores dos quais possamos nos orgulhar, enquanto empresa e como cidadãos.
A gestão do conhecimento deve estar integrada a gestão de pessoas, construindo desta forma, para que o ambiente empresarial possa desenvolver-se de forma humanizada e com profissionais capazes de pensar e se comprometerem com os resultados desejados pelas organizações, assumindo e reconhecendo estes objetivos.
Ou seja, é preciso informar as pessoas o que queremos delas e ainda, o que esperamos delas na forma de comportamentos mensuráveis e tangíveis.
É fundamental, para o gestor de empresa, traçar os objetivos para um novo ano , com base em resultados obtidos no ano que se encerra, adotando parâmetros claros de análise e avaliação de resultados. Dizer como foi o ano, é mais que fazer uma avaliação superficial conceituando-o como bom, ótimo ou regular. È preciso medir resultados com base em cálculos precisos de faturamento, investimentos, retiradas, entre outros. É necessário, desenhar um novo ano, utilizando o conhecimento assimilado em anos anteriores, planejando-se para uma mudança de comportamentos antigos, comprovadamente não funcionais para um novo cenário econômico, social e político.
Só há avanço com aprendizagens que quando são intensas e verdadeiras, são capazes de gerar mudanças.
Assim, aprender com os erros só acontece quando estes deixam de ser cometidos mediante uma nova postura assumida.
O que vale é ter a coragem de assumir novas possibilidades de ação e até errar na tentativa de não permanecer passivo diante de um novo ano que em breve estará em nossos calendários e agendas. Desta forma, convido todos vocês a investirem em um novo ano, de uma forma mais comprometida com resultados que desejam atingir.
Sabemos que resultados, são frutos de escolhas e que escolher sem conhecimento, é uma aventura, cujo os riscos podem comprometer não apenas mais um ano, mas todo um desempenho profissional e pessoal. Assim, iniciemos uma nova trajetória, investindo no conhecimento de novas competências e novas atitudes.
Foi um ano de Copa do Mundo, um ano em que o Brasil foi escolhido para sediar as próximas Olímpiadas em 2016 ; a Copa do mundo em 2014, um ano de eleição presidencial ; Salão do Automóvel, Fórmula 1 no Brasil e tantas outros acontecimentos, que certamente marcaram a nossa história e da humanidade.
Um ano de implementações de novas formas de tributação, novas regras no cenário financeiro e um apelo cada vez maior por qualidade e otimização de recursos. Foi um ano de discussões ambientais, de avanços na ciência, de crescimento da frota de carros novos rodando pelas nossas estradas devido a facilidade de créditos e financiamentos, e ainda um ano de inspeção veicular.
Para muitos empresários, foi um ano de muito trabalho. Um ano de muito planejamento, para administrar um cenário incerto, repleto de variáveis que fugiram do nosso padrão pessoal de compreensão e solução de problemas. Um ano em que eu vivi de perto, a dificuldade em recrutar e selecionar profissionais em todas as áreas, devido o aquecimento do mercado, que levou muitas empresas a investirem no aumento de seu quadro de colaboradores para atender a demanda . Olhando este cenário, percebi o quanto precisamos investir no conhecimento, como uma possibilidade viável de sustentabilidade.
Não vejo como as empresas se manterem competitivas, sem que haja uma produção criativa de conhecimento que caminhe alinhada a prática. Ou seja, precisamos formar profissionais que possam contribuir com as empresas, além da aplicação de conceitos técnicos.
Precisamos investir na formação de colaboradores éticos, que tenham e pratiquem valores dos quais possamos nos orgulhar, enquanto empresa e como cidadãos.
A gestão do conhecimento deve estar integrada a gestão de pessoas, construindo desta forma, para que o ambiente empresarial possa desenvolver-se de forma humanizada e com profissionais capazes de pensar e se comprometerem com os resultados desejados pelas organizações, assumindo e reconhecendo estes objetivos.
Ou seja, é preciso informar as pessoas o que queremos delas e ainda, o que esperamos delas na forma de comportamentos mensuráveis e tangíveis.
É fundamental, para o gestor de empresa, traçar os objetivos para um novo ano , com base em resultados obtidos no ano que se encerra, adotando parâmetros claros de análise e avaliação de resultados. Dizer como foi o ano, é mais que fazer uma avaliação superficial conceituando-o como bom, ótimo ou regular. È preciso medir resultados com base em cálculos precisos de faturamento, investimentos, retiradas, entre outros. É necessário, desenhar um novo ano, utilizando o conhecimento assimilado em anos anteriores, planejando-se para uma mudança de comportamentos antigos, comprovadamente não funcionais para um novo cenário econômico, social e político.
Só há avanço com aprendizagens que quando são intensas e verdadeiras, são capazes de gerar mudanças.
Assim, aprender com os erros só acontece quando estes deixam de ser cometidos mediante uma nova postura assumida.
O que vale é ter a coragem de assumir novas possibilidades de ação e até errar na tentativa de não permanecer passivo diante de um novo ano que em breve estará em nossos calendários e agendas. Desta forma, convido todos vocês a investirem em um novo ano, de uma forma mais comprometida com resultados que desejam atingir.
Sabemos que resultados, são frutos de escolhas e que escolher sem conhecimento, é uma aventura, cujo os riscos podem comprometer não apenas mais um ano, mas todo um desempenho profissional e pessoal. Assim, iniciemos uma nova trajetória, investindo no conhecimento de novas competências e novas atitudes.
domingo, 3 de outubro de 2010
Eleições 2010
Hoje, dia 03 de outubro, o pais se mobilizou para o exercício da cidadania através da eleição de nossos representantes.
Penso sempre neste momento sobre o perfil de nossos representantes. Quem de fato eles representam?
Tenho total compreensão de que a política está presente em nossas vidas, gostando ou não da forma como ela é praticada em nosso país. Porém a cada dia torna-se mais difícil escolher,pois todos os candidatos mascaram suas verdadeiras intenções, atrás de discurssos programados,em que tudo é possível a partir da nomeação deles como políticos do bem. Nenhum deles afirma perante seu eleitorado a complexidade da governabilidade. Que sozinhos nada farão e que, a política muitas vezes se sobrepõe aos valores daqueles que foram eleitos. A política tem um preço alto.Para muitos ela se transforma em um câncer que consome a mente e a alma humana , levando pessoas comuns a se transformarem em seres acima do bem e do mal.
Escolaridade, conhecimento, sabedoria,equilíbrio emocional, competência e tantas outras habilidades necessárias para qualquer profissional é negligenciada por boa parte dos políticos que não estão preparados para governar e nem sentem esta necessidade . Pensam que o voto é sinônimo de capacitação. Mentem, enganam os cidadãos menos esclarecidos e se apegam as fraquezas sociais e economicas, para se fortalecerem em sua ambição pessoal. Querem o poder a qualquer preço.
De que serve o Poder?
Para ter status, prestígio, vantagens de informações, dinheiro entre outros bens.
O poder concede autonomia para julgar, força para impugnar e visibilidade para reforçar uma imagem pessoal perante o grupo social, do qual o eleito faça parte.
É perigoso este tal de Poder. É sedudor, devastador pois arrasta multidões ao holocausto.
Já vi muitas pessoas se renderem ao Poder, inclinando-se perante ele até atingir o chão, acreditando que assim estariam atingindo um patamar superior. Já vi homens abrirem mão de suas famílias, de suas convicções religiosoas , de suas verdades e até de seus ideais , para servirem a política.Para serem aceitos por este grupo aprenderam a mentir, a trair e até, se vender por algo que desejavam possuir.
Destruiram famílias, roubaram sonhos, sepultaram relacionamentos para estabelecerem trocas vantajosas.
Sem dúvida, o país está caminhando para um novo cenário político.
Creio que estamos melhores do que já fomos. Mas ainda temos muito o que fazer. Precisamos qualificar nossos representantes, exigindo deles mais preparo para nos representar. Precisamos cobrar mais competência e esta, não se adquire no palanque, no gabinete,nem tão pouco nos comitês políticos.É preciso ter conteúdo acadêmico, conteúdo vivencial,experiência profissional em qualquer área de atuação que não seja apenas a política,e ainda ter princípios espirituais. Digo espirituais e não morais ou religiosos, pois acredito que a fé, o respeito ao próximo deve estar acima de qualquer credo.Tudo pode ser melhorado através das pessoas que se preparam para serem melhores. Sem pessoas melhores, não teremos uma política ética. Se elegermos sempre os mesmos, teremos sempre os mesmos resultados e o pior, já conhecidos e questionados por muitos de nós.
A classe política requer capacitação, qualificação ou uma espécie de ISO2010. É preciso auditá-los sempre, ter indicadores de reusltados mensuráveis e tangíveis.Precisamos formar políticos com habilidades para governar com empreendedorismo, inovação e visão estratégica. Precisamos reprovar aqueles que fugiram e fogem do aprendizado, acrditando que tudo sabem a partir de suas convicções.Não aceitam ser questionados, não assumem seus erros e não recebem feedback de forma assertiva.
Sinto que somos manipulados a todo momento e que não há escolhas. Porém vale a pena refletirmos e acreditarmos que podemos ter uma força extraordinária, através da emissão de nossas opiniões e principalmente , da prática consciente de nossa cidadania.Eu amo meu país e quero o melhor para ele.Assim, quero o melhor para todos, independente de meus próprios interesses. Isto é possível pelo menos na minha prática diária.Pois se eu fizer a minha parte, já estou contribuindo de alguma forma para que esta realidade se propague.
Penso sempre neste momento sobre o perfil de nossos representantes. Quem de fato eles representam?
Tenho total compreensão de que a política está presente em nossas vidas, gostando ou não da forma como ela é praticada em nosso país. Porém a cada dia torna-se mais difícil escolher,pois todos os candidatos mascaram suas verdadeiras intenções, atrás de discurssos programados,em que tudo é possível a partir da nomeação deles como políticos do bem. Nenhum deles afirma perante seu eleitorado a complexidade da governabilidade. Que sozinhos nada farão e que, a política muitas vezes se sobrepõe aos valores daqueles que foram eleitos. A política tem um preço alto.Para muitos ela se transforma em um câncer que consome a mente e a alma humana , levando pessoas comuns a se transformarem em seres acima do bem e do mal.
Escolaridade, conhecimento, sabedoria,equilíbrio emocional, competência e tantas outras habilidades necessárias para qualquer profissional é negligenciada por boa parte dos políticos que não estão preparados para governar e nem sentem esta necessidade . Pensam que o voto é sinônimo de capacitação. Mentem, enganam os cidadãos menos esclarecidos e se apegam as fraquezas sociais e economicas, para se fortalecerem em sua ambição pessoal. Querem o poder a qualquer preço.
De que serve o Poder?
Para ter status, prestígio, vantagens de informações, dinheiro entre outros bens.
O poder concede autonomia para julgar, força para impugnar e visibilidade para reforçar uma imagem pessoal perante o grupo social, do qual o eleito faça parte.
É perigoso este tal de Poder. É sedudor, devastador pois arrasta multidões ao holocausto.
Já vi muitas pessoas se renderem ao Poder, inclinando-se perante ele até atingir o chão, acreditando que assim estariam atingindo um patamar superior. Já vi homens abrirem mão de suas famílias, de suas convicções religiosoas , de suas verdades e até de seus ideais , para servirem a política.Para serem aceitos por este grupo aprenderam a mentir, a trair e até, se vender por algo que desejavam possuir.
Destruiram famílias, roubaram sonhos, sepultaram relacionamentos para estabelecerem trocas vantajosas.
Sem dúvida, o país está caminhando para um novo cenário político.
Creio que estamos melhores do que já fomos. Mas ainda temos muito o que fazer. Precisamos qualificar nossos representantes, exigindo deles mais preparo para nos representar. Precisamos cobrar mais competência e esta, não se adquire no palanque, no gabinete,nem tão pouco nos comitês políticos.É preciso ter conteúdo acadêmico, conteúdo vivencial,experiência profissional em qualquer área de atuação que não seja apenas a política,e ainda ter princípios espirituais. Digo espirituais e não morais ou religiosos, pois acredito que a fé, o respeito ao próximo deve estar acima de qualquer credo.Tudo pode ser melhorado através das pessoas que se preparam para serem melhores. Sem pessoas melhores, não teremos uma política ética. Se elegermos sempre os mesmos, teremos sempre os mesmos resultados e o pior, já conhecidos e questionados por muitos de nós.
A classe política requer capacitação, qualificação ou uma espécie de ISO2010. É preciso auditá-los sempre, ter indicadores de reusltados mensuráveis e tangíveis.Precisamos formar políticos com habilidades para governar com empreendedorismo, inovação e visão estratégica. Precisamos reprovar aqueles que fugiram e fogem do aprendizado, acrditando que tudo sabem a partir de suas convicções.Não aceitam ser questionados, não assumem seus erros e não recebem feedback de forma assertiva.
Sinto que somos manipulados a todo momento e que não há escolhas. Porém vale a pena refletirmos e acreditarmos que podemos ter uma força extraordinária, através da emissão de nossas opiniões e principalmente , da prática consciente de nossa cidadania.Eu amo meu país e quero o melhor para ele.Assim, quero o melhor para todos, independente de meus próprios interesses. Isto é possível pelo menos na minha prática diária.Pois se eu fizer a minha parte, já estou contribuindo de alguma forma para que esta realidade se propague.
domingo, 26 de setembro de 2010
O valor das escolhas
Prezados leitores, certa vez alguém perguntou a um homem bem sucedido: Qual o segredo de seu sucesso? Ele respondeu: A capacidade em ter feito as escolhas certas.
Ao ouvir esta explicação, senti um forte desejo em compartilhar com todos, sobre esta reflexão que constantemente faço junto aos meus coachees , alunos e clientes.
Nossas escolhas são fundamentais para a materialização de nossos projetos, ou ainda, para entendermos o porquê das nossas inquietações. Penso que nem sempre, fazemos as escolhas adequadas, porém a fazemos por sermos influenciados pelas circunstâncias, ou ainda, por sermos limitados em nossa visão de futuro e percepções de nossas reais necessidades. Pensamos no momento presente e nos esquecemos que ele; o presente, irá construir o nosso amanhã de alguma forma.
Pensemos que ao escolhermos um funcionário, um sócio, um emprego, um companheiro(a) ou seja lá o que for, estamos focados no retorno a curto prazo e nos esquecemos de que esta escolha influenciará a nossa história de vida de forma positiva ou não.
Não se trata de uma escolha para toda uma vida, mas de uma escolha que pode nos trazer conseqüências para toda nossa vida. Sabermos escolher, consiste em fazermos análises quanto aos possíveis riscos que poderemos ter; de situações que teremos que aprender a contornar e ainda, sacrifícios que teremos que nos submeter se desejamos permanecer com estas escolhas.
Escolhas favorecem eliminação de possibilidades, pois ao persistirmos em nossas convicções, abrimos mão de outras que também poderiam nos atender, mas que por razões conscientes e inconscientes, não quisemos nos comprometer.
Pode parecer subjetivo demais, porém ao estudar empresas e comportamentos de pessoas nas organizações, vejo diariamente que as escolhas no âmbito pessoal, precedem as escolhas profissionais e as influenciam de forma efetiva.
Nos planos de sucessão familiar, nos planos de melhoria contínua ou em outros, pessoas vivenciam seus valores através de atitudes que assumem em seus relacionamentos com clientes, fornecedores e pares.
Nem sempre percebem o que ocasionam os fracassos deste planos; as dificuldades em fazerem as escolhas no momento exato em que precisam ser feitas.
Uma empresa que busca crescimento e desenvolvimento, necessita de pessoas comprometidas com estes propósitos, mas se permanecermos insistindo com aquelas que resistem em aprender um comportamento novo, perdemos a energia e o entusiasmo necessário para investirmos em novas idéias e pessoas criativas e inovadoras.
Abrimos mão de uma escolha pessoal, para a tendermos as escolhas de outros que desejam algo diferente. Estes detém sobre nós, algum poder de influência e persuasão. Para fazermos escolhas , precisamos nos sentir “livres” e prontos a assumirmos riscos .
Os ricos na tomada de decisão existem e precisam ser amenizados pela competência daqueles que a tomam.
Competência consiste em termos a habilidade de fazermos adequadamente algo que seja importante.
Assim, escolher não é apenas eliminar alternativas e sim, estar preparado para assumir dificuldades,privações e perdas .Quem faz escolhas sabe que se quiser estar bem com todos, não fará o que precisa ser feito, pois preocupado em agradar, não fará nada que possa colocar em risco sua imagem ou reputação.
Desta forma, queridos leitores, preparem-se para fazer escolhas, perguntando-se sempre : -O que estamos escolhendo hoje, pode garantir-nos o que verdadeiramente desejamos obter e ser.
Podemos ter o que desejamos nossas escolhas , mas podemos não Ser a pessoa que gostaríamos com elas.
Ao ouvir esta explicação, senti um forte desejo em compartilhar com todos, sobre esta reflexão que constantemente faço junto aos meus coachees , alunos e clientes.
Nossas escolhas são fundamentais para a materialização de nossos projetos, ou ainda, para entendermos o porquê das nossas inquietações. Penso que nem sempre, fazemos as escolhas adequadas, porém a fazemos por sermos influenciados pelas circunstâncias, ou ainda, por sermos limitados em nossa visão de futuro e percepções de nossas reais necessidades. Pensamos no momento presente e nos esquecemos que ele; o presente, irá construir o nosso amanhã de alguma forma.
Pensemos que ao escolhermos um funcionário, um sócio, um emprego, um companheiro(a) ou seja lá o que for, estamos focados no retorno a curto prazo e nos esquecemos de que esta escolha influenciará a nossa história de vida de forma positiva ou não.
Não se trata de uma escolha para toda uma vida, mas de uma escolha que pode nos trazer conseqüências para toda nossa vida. Sabermos escolher, consiste em fazermos análises quanto aos possíveis riscos que poderemos ter; de situações que teremos que aprender a contornar e ainda, sacrifícios que teremos que nos submeter se desejamos permanecer com estas escolhas.
Escolhas favorecem eliminação de possibilidades, pois ao persistirmos em nossas convicções, abrimos mão de outras que também poderiam nos atender, mas que por razões conscientes e inconscientes, não quisemos nos comprometer.
Pode parecer subjetivo demais, porém ao estudar empresas e comportamentos de pessoas nas organizações, vejo diariamente que as escolhas no âmbito pessoal, precedem as escolhas profissionais e as influenciam de forma efetiva.
Nos planos de sucessão familiar, nos planos de melhoria contínua ou em outros, pessoas vivenciam seus valores através de atitudes que assumem em seus relacionamentos com clientes, fornecedores e pares.
Nem sempre percebem o que ocasionam os fracassos deste planos; as dificuldades em fazerem as escolhas no momento exato em que precisam ser feitas.
Uma empresa que busca crescimento e desenvolvimento, necessita de pessoas comprometidas com estes propósitos, mas se permanecermos insistindo com aquelas que resistem em aprender um comportamento novo, perdemos a energia e o entusiasmo necessário para investirmos em novas idéias e pessoas criativas e inovadoras.
Abrimos mão de uma escolha pessoal, para a tendermos as escolhas de outros que desejam algo diferente. Estes detém sobre nós, algum poder de influência e persuasão. Para fazermos escolhas , precisamos nos sentir “livres” e prontos a assumirmos riscos .
Os ricos na tomada de decisão existem e precisam ser amenizados pela competência daqueles que a tomam.
Competência consiste em termos a habilidade de fazermos adequadamente algo que seja importante.
Assim, escolher não é apenas eliminar alternativas e sim, estar preparado para assumir dificuldades,privações e perdas .Quem faz escolhas sabe que se quiser estar bem com todos, não fará o que precisa ser feito, pois preocupado em agradar, não fará nada que possa colocar em risco sua imagem ou reputação.
Desta forma, queridos leitores, preparem-se para fazer escolhas, perguntando-se sempre : -O que estamos escolhendo hoje, pode garantir-nos o que verdadeiramente desejamos obter e ser.
Podemos ter o que desejamos nossas escolhas , mas podemos não Ser a pessoa que gostaríamos com elas.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O imediatismo que retarda o crescimento
Caros leitores, quero compartilhar com todos vocês sobre um aspecto importante que pode atrapalhar os processos de melhorias nas empresas de nosso segmento e empresas no geral.Vamos refletir sobre o Imediatismo.
Muitos reconhecem que os tempos atuais exigem agilidade e precisão nas respostas. As pessoas vivem correndo de um lado para o outro, em busca de soluções que requeiram pouco esforço e baixo nível de comprometimento. Na minha percepção, falta-nos o hábito de planejarmos o que desejamos e ainda mais, nos prepararmos para atingirmos objetivos, identificando as tarefas a serem feitas. Todos desejamos obter os melhores resultados, mas nem sempre estamos dispostos a fazer os “sacrifícios”, ou seja, mudar nossas práticas e nossos antigos hábitos.
Isto leva-nos a encarar as decisões como atos heróicos e momentâneos, tomados de forma impulsiva, quando a emoção prevalece sobre a razão.
Constantemente ouvimos empresários relatarem suas experiências, colocando no mercado a justificativa para suas perdas de rendimentos, dificuldades em atenderem, venderem serviços e produtos. Porém ao serem questionados sobre o que estão fazendo dentro das empresas, para reverterem a situação, ainda ouço: - “Mas o que eu posso fazer?”
Muitos não conseguem fazer a leitura crítica de suas práticas, identificando suas falhas de controle e planejamento. Na verdade, trabalha-se muito no segmento automotivo, porém muitas vezes sem “foco”, não estabelecendo claramente onde deseja-se chegar.A falta de metas e de clareza nos resultados, provoca imediatismos, pois quando as oficinas estão cheias, as lojas vendendo, os distribuidores abastecendo o mercado, não existe a mesma preocupação em discutir processos e procedimentos. Aliás, não há monitoramento e controle quanto ao que fazemos e os resultados são medidos apenas pela capacidade em pagarmos as contas e não baixarmos nossas retiradas.
É preciso rever nosso pensamento e nossos comportamentos, se quisermos atingir um ponto de equilíbrio em nossas empresas. Temos que sair um pouco do operacional e nos dedicarmos um pouco mais ao planejamento. Precisamos entender o que significa planejar e ainda, adquirirmos o hábito de olharmos para trás e vermos o que fizemos e os resultados que obtivemos, tanto positivos como negativos.Mais ainda, termos a coragem de assumirmos nossos erros e aceitarmos aprender uma forma diferente de trabalhar.Precisamos aproveitar melhor o tempo, não esperando que o problema entre em nossa empresa para reagirmos. È preciso ser pró-ativo e deixarmos o imediatismo para os amadores.
Somos profissionais que podem reagir as mudanças do mercado como também podemos influenciá-lo.
O que desejamos para o futuro, precisamos começar a planejar hoje.Mais ainda, precisamos fazer a lição de casa que exige: dedicação, prontidão, vontade e racionalidade sobre nossa administração.
O imediato nem sempre é o que irá se manter, pode ser apenas o mais fácil não o mais duradouro.
Aí reside a diferença entre o eficiente e o mais eficaz.
Muitos reconhecem que os tempos atuais exigem agilidade e precisão nas respostas. As pessoas vivem correndo de um lado para o outro, em busca de soluções que requeiram pouco esforço e baixo nível de comprometimento. Na minha percepção, falta-nos o hábito de planejarmos o que desejamos e ainda mais, nos prepararmos para atingirmos objetivos, identificando as tarefas a serem feitas. Todos desejamos obter os melhores resultados, mas nem sempre estamos dispostos a fazer os “sacrifícios”, ou seja, mudar nossas práticas e nossos antigos hábitos.
Isto leva-nos a encarar as decisões como atos heróicos e momentâneos, tomados de forma impulsiva, quando a emoção prevalece sobre a razão.
Constantemente ouvimos empresários relatarem suas experiências, colocando no mercado a justificativa para suas perdas de rendimentos, dificuldades em atenderem, venderem serviços e produtos. Porém ao serem questionados sobre o que estão fazendo dentro das empresas, para reverterem a situação, ainda ouço: - “Mas o que eu posso fazer?”
Muitos não conseguem fazer a leitura crítica de suas práticas, identificando suas falhas de controle e planejamento. Na verdade, trabalha-se muito no segmento automotivo, porém muitas vezes sem “foco”, não estabelecendo claramente onde deseja-se chegar.A falta de metas e de clareza nos resultados, provoca imediatismos, pois quando as oficinas estão cheias, as lojas vendendo, os distribuidores abastecendo o mercado, não existe a mesma preocupação em discutir processos e procedimentos. Aliás, não há monitoramento e controle quanto ao que fazemos e os resultados são medidos apenas pela capacidade em pagarmos as contas e não baixarmos nossas retiradas.
É preciso rever nosso pensamento e nossos comportamentos, se quisermos atingir um ponto de equilíbrio em nossas empresas. Temos que sair um pouco do operacional e nos dedicarmos um pouco mais ao planejamento. Precisamos entender o que significa planejar e ainda, adquirirmos o hábito de olharmos para trás e vermos o que fizemos e os resultados que obtivemos, tanto positivos como negativos.Mais ainda, termos a coragem de assumirmos nossos erros e aceitarmos aprender uma forma diferente de trabalhar.Precisamos aproveitar melhor o tempo, não esperando que o problema entre em nossa empresa para reagirmos. È preciso ser pró-ativo e deixarmos o imediatismo para os amadores.
Somos profissionais que podem reagir as mudanças do mercado como também podemos influenciá-lo.
O que desejamos para o futuro, precisamos começar a planejar hoje.Mais ainda, precisamos fazer a lição de casa que exige: dedicação, prontidão, vontade e racionalidade sobre nossa administração.
O imediato nem sempre é o que irá se manter, pode ser apenas o mais fácil não o mais duradouro.
Aí reside a diferença entre o eficiente e o mais eficaz.
A prática da paz
Vivemos tempos de guerra. Tempo em que saímos as ruas, sem a certeza de que voltaremos para nossos lares.Pior que esta percepção, é o sentimento de perda de proteção ou , descrença na seriedade de nossas Instituições Governamentais.
Tempo de revisão de valores sobre o que é importante e o que é essencial. Lendo um livro:”Os 7 hábitos das pessoas muitos eficazes”, li algo que me fez refletir.O autor fala sobre a ética da personalidade e do caráter. Mostra-nos que hoje: Parecer Ser é mais importante do que, Ser de fato.
A ética da personalidade, que consiste em você se moldar as exigências sociais, prevalece sobre a ética do caráter que considera a base do sucesso a integridade, persistência, coragem, justiça,diligência e a integridade.
A frase “ De tão habituados a colher onde não semeamos, tenhamos esquecido da necessidade de semear”.As pessoas sempre colhem o que semeiam, não há atalhos.
Diante de todas estas idéias, pensei em Nós. Pensei no Grupo do qual fazemos parte e da importância que ele ocupa em nossa vida. Refleti sobre a necessidade inerente ao ser humano de se agrupar para cultivar e promover a manutenção de valores. De poder em grupo, praticar a ética do caráter, mesmo que não seja esta a tônica pregada pelos homens que detêm o poder da informação, da força e de promoverem a guerra, com argumentos de que desejam a PAZ.
Tempos de guerra, pedem gestos concretos pela paz. Gestos que possam ser praticados em nossa casa, junto aos nossos familiares.Gestos que possam ser praticados em nossa empresa e em nosso Grupo de Trabalho.
A prática e o exercício de semear o bem, precisam voltar a fazer parte de nossa rotina. O desejo de que podemos Ser, deve prevalecer sobre a pressão social em Ter.
Se cultivarmos a ética do caráter, não nos curvaremos a representar um personagem passivo e alienado, o qual nos obrigam a interpretar, tentando tirar de nós nosso senso crítico e nossa capacidade de indignação.Mais ainda, tentam tirar de nós a fé, a esperança e o sentimento de compaixão.
A intolerância, o orgulho e a vaidade, tornam a arte do Poder, um instrumento frágil e inoperante, nas mãos daqueles que se omitem, perante as aflições da humanidade.
A necessidade de estarmos em Grupo, se traduz hoje não apenas pela necessidade humana de nos integrarmos, mas de nos protegermos e proteger nossas crenças, sentimentos e utopias.De não nos perdermos entre a multidão confusa entre o que ético, moral ou legal; sem referências ou perspectivas de melhorias em sua vida,de seus filhos e amigos.
O Grupo representa um espaço de exercício humano, onde podemos praticar a ajuda mútua, sem interesses;o amor fraterno que prevalece sobre as diferenças;o aprendizado empírico que reforça as ideologias e práticas tecnológicas. A humanização das relações, sobre a superficialidade dos encontros informais e descomprometidos com os interesses comuns e a felicidade coletiva.
O encontro pode ser ocasional, porém permanecermos juntos, é opcional. O re-encontro é um desejo planejado, transformado em realidade através de nossa disponibilidade em querermos estar junto com o outro.
Todos os meses, temos oportunidades de nos re-encontrarmos e experimentarmos emoções que fortaleçam o verdadeiro encontro, que não é de pessoas mas de almas e mentes que acreditam no poder da construção coletiva.Que nossos encontros sejam sempre motivo de celebração da vida.
Que saibamos valorizar este presente que construímos juntos, pois fizemos-nos merecedores e protagonistas desta história de 12 anos de convivência.
Que Deus possa iluminar nossas mentes e nos mobilizar para vermos as oportunidades que temos em Grupo, de promovermos a PAZ e de desenvolvermos a ética do caráter entre nós.
Paz a todos.
Vânia
Tempo de revisão de valores sobre o que é importante e o que é essencial. Lendo um livro:”Os 7 hábitos das pessoas muitos eficazes”, li algo que me fez refletir.O autor fala sobre a ética da personalidade e do caráter. Mostra-nos que hoje: Parecer Ser é mais importante do que, Ser de fato.
A ética da personalidade, que consiste em você se moldar as exigências sociais, prevalece sobre a ética do caráter que considera a base do sucesso a integridade, persistência, coragem, justiça,diligência e a integridade.
A frase “ De tão habituados a colher onde não semeamos, tenhamos esquecido da necessidade de semear”.As pessoas sempre colhem o que semeiam, não há atalhos.
Diante de todas estas idéias, pensei em Nós. Pensei no Grupo do qual fazemos parte e da importância que ele ocupa em nossa vida. Refleti sobre a necessidade inerente ao ser humano de se agrupar para cultivar e promover a manutenção de valores. De poder em grupo, praticar a ética do caráter, mesmo que não seja esta a tônica pregada pelos homens que detêm o poder da informação, da força e de promoverem a guerra, com argumentos de que desejam a PAZ.
Tempos de guerra, pedem gestos concretos pela paz. Gestos que possam ser praticados em nossa casa, junto aos nossos familiares.Gestos que possam ser praticados em nossa empresa e em nosso Grupo de Trabalho.
A prática e o exercício de semear o bem, precisam voltar a fazer parte de nossa rotina. O desejo de que podemos Ser, deve prevalecer sobre a pressão social em Ter.
Se cultivarmos a ética do caráter, não nos curvaremos a representar um personagem passivo e alienado, o qual nos obrigam a interpretar, tentando tirar de nós nosso senso crítico e nossa capacidade de indignação.Mais ainda, tentam tirar de nós a fé, a esperança e o sentimento de compaixão.
A intolerância, o orgulho e a vaidade, tornam a arte do Poder, um instrumento frágil e inoperante, nas mãos daqueles que se omitem, perante as aflições da humanidade.
A necessidade de estarmos em Grupo, se traduz hoje não apenas pela necessidade humana de nos integrarmos, mas de nos protegermos e proteger nossas crenças, sentimentos e utopias.De não nos perdermos entre a multidão confusa entre o que ético, moral ou legal; sem referências ou perspectivas de melhorias em sua vida,de seus filhos e amigos.
O Grupo representa um espaço de exercício humano, onde podemos praticar a ajuda mútua, sem interesses;o amor fraterno que prevalece sobre as diferenças;o aprendizado empírico que reforça as ideologias e práticas tecnológicas. A humanização das relações, sobre a superficialidade dos encontros informais e descomprometidos com os interesses comuns e a felicidade coletiva.
O encontro pode ser ocasional, porém permanecermos juntos, é opcional. O re-encontro é um desejo planejado, transformado em realidade através de nossa disponibilidade em querermos estar junto com o outro.
Todos os meses, temos oportunidades de nos re-encontrarmos e experimentarmos emoções que fortaleçam o verdadeiro encontro, que não é de pessoas mas de almas e mentes que acreditam no poder da construção coletiva.Que nossos encontros sejam sempre motivo de celebração da vida.
Que saibamos valorizar este presente que construímos juntos, pois fizemos-nos merecedores e protagonistas desta história de 12 anos de convivência.
Que Deus possa iluminar nossas mentes e nos mobilizar para vermos as oportunidades que temos em Grupo, de promovermos a PAZ e de desenvolvermos a ética do caráter entre nós.
Paz a todos.
Vânia
Competências dos Diretores Executivos mais eficientes:
Liderança – Capacidade em inspirar e guiar indivíduos e grupos
Líderes destacados, conforme pesquisa realizada por Daniel Goleman, revelou que a competência emocional corresponde, de forma geral, a cerca de dois terços dos ingredientes do desempenho de um profissional de ponta.
Competências Emocionais, ao contrário das dicas técnicas ou cognitivas, correspondem entre 80% a 100% das que são apontadas pelas próprias companhias como cruciais para o êxito. A Competência emocional interage com as demais Mathev Juechter, presidente da American Siciety for Training and Development, afirma: “A Liderança é quase só inteligência emocional”.
Competências dos Diretores Executivos mais eficientes:
1 – Competências Pessoais como busca de realização, autoconfiança e engajamento.
2 – Competências Sociais como influência, percepção política e empatia.
Essa ampla gama de capacidades caracteriza os diretores executivos de alto desempenho na Ásia, nas Américas e na Europa
3 - Competências Cognitivas - como pensamentos estratégicos, pensamento conceitual e visão de futuro, identificando padrões relevantes m meio à enxurrada de informações.
O poder de um líder de estabelecer um tom emocional positivo ou negativo numa organização; interferem diretamente no desempenho da equipe.
Existem líderes que priorizam a execução de tarefas, outros, as relações de equipe.
De qualquer forma, a liderança exige tomada de decisões que requerem um equilíbrio entre atuar de forma firme, utilizando o poder da posição que detém e usar de persuasão.
O Líder não deve ser passivo, preocupando-se em ser “querido”, não se comprometendo com resultados.
A incompetência pode ser revelada em algo muito comum, como esquivar-se de assumir a direção e deixar que ela vá se arrastando sinuosamente, em vez de conduzí-la diretamente.
De qualquer modo, o Líder precisa estar em constante preparo e aprendizagem, para adequar sua postura aos objetivos propostos.
Líderes destacados, conforme pesquisa realizada por Daniel Goleman, revelou que a competência emocional corresponde, de forma geral, a cerca de dois terços dos ingredientes do desempenho de um profissional de ponta.
Competências Emocionais, ao contrário das dicas técnicas ou cognitivas, correspondem entre 80% a 100% das que são apontadas pelas próprias companhias como cruciais para o êxito. A Competência emocional interage com as demais Mathev Juechter, presidente da American Siciety for Training and Development, afirma: “A Liderança é quase só inteligência emocional”.
Competências dos Diretores Executivos mais eficientes:
1 – Competências Pessoais como busca de realização, autoconfiança e engajamento.
2 – Competências Sociais como influência, percepção política e empatia.
Essa ampla gama de capacidades caracteriza os diretores executivos de alto desempenho na Ásia, nas Américas e na Europa
3 - Competências Cognitivas - como pensamentos estratégicos, pensamento conceitual e visão de futuro, identificando padrões relevantes m meio à enxurrada de informações.
O poder de um líder de estabelecer um tom emocional positivo ou negativo numa organização; interferem diretamente no desempenho da equipe.
Existem líderes que priorizam a execução de tarefas, outros, as relações de equipe.
De qualquer forma, a liderança exige tomada de decisões que requerem um equilíbrio entre atuar de forma firme, utilizando o poder da posição que detém e usar de persuasão.
O Líder não deve ser passivo, preocupando-se em ser “querido”, não se comprometendo com resultados.
A incompetência pode ser revelada em algo muito comum, como esquivar-se de assumir a direção e deixar que ela vá se arrastando sinuosamente, em vez de conduzí-la diretamente.
De qualquer modo, o Líder precisa estar em constante preparo e aprendizagem, para adequar sua postura aos objetivos propostos.
A força do ECO
Olharmos as dificuldades e não as possibilidades, é uma característica comum nos seres humanos.
Fomos educados a pensar “Não” e pouco exercitamos os “Sins”
Ser otimista passou a ser uma habilidade pouco estimulada e os que a praticam, muitas vezes são vistos como alienados poéticos.
Pois bem, tudo é uma questão de opção. Todos os dias temos oportunidades de escolhas, embora em alguns momentos possamos acreditar que tudo já está definido e não há nada a fazer.
Os fatos e acontecimentos, independem de nossa vontade, porém a maneira como reagirmos a eles, fazem toda diferença.
Certo dia, um empresário falou-me: -”Será que eu deveria reclamar mais? Parece que quem não lamenta, ou proclama a todos suas dificuldades , é mais aceito que aqueles que estão sempre procurando ver as coisas de outra forma.”
O fato de não estarmos o tempo todo reclamando, não significa que não tenhamos dificuldades.
Indo para São Paulo, em uma destas minhas viagens de Pássaro Marrom, ouvi uma passageira contar a outra a seguinte história : “ Um jovem que só reclamava da vida e de suas amarguras, encontrou um homem que orientou-lhe a subir a montanha do ECO para fazer uma terapia breve. Pediu a ele que lá, falasse tudo que estava em sua mente e que constantemente dizia para seus funcionários, amigos e parentes. Que gritasse e colocasse para fora tudo que pensava sobre o mundo, seus negócios , sua família. Assim ele o fez. Após algum tempo , ele percebeu que tudo que ele falava voltava para ele com a mesma força.
Resolveu então, gritar coisas boas, seus sonhos, sentimentos bons que um dia cultivou e começou a sentir algo estranho, diferente da sensação anterior, pois enquanto gritava coisas negativas, sentia um aperto no peito e uma revolta o envolvia, causando-lhe um mau estar.
Quando mudou as palavras, o ECO gerou nele sentimentos de vitória, entusiasmo e paz.
Assim desceu a montanha decidido a não exaltar as coisas que não lhe fazia bem, pois em nada o ajudavam.Tomou a sua decisão ao perceber que enquanto ele só via as dificuldades, mais força elas ganhavam sobre ele.
Meus queridos, pois tomo a liberdade de chamá-los desta forma.No Grupo encontramos muitos ECOS. Para cada palavra nossa, podemos provocar este ECO, seja positivo ou negativo. Na vida não é diferente.Temos diferentes papéis a desempenhar e em cada um deles, nossos sentimentos se manifestam de forma a comprometer nossas reações perante situações de perdas, inquietações e oportunidades.
Temos em nosso Grupo pessoas que desempenham outros papéis, além de serem empresários.
São filhos, mães, pais, irmãos,esposas, avós,maridos, amantes,cristãos,voluntários, cidadãos, entre outros. Para cada situação estabelecemos comportamentos que revelam a maneira como os sentimentos são processados em nossa mente.
Geralmente, as pessoas nos oferecem o ECO daquilo que fazemos, mostrando-nos que o que oferecemos, recebemos de volta.
Fomos educados a pensar “Não” e pouco exercitamos os “Sins”
Ser otimista passou a ser uma habilidade pouco estimulada e os que a praticam, muitas vezes são vistos como alienados poéticos.
Pois bem, tudo é uma questão de opção. Todos os dias temos oportunidades de escolhas, embora em alguns momentos possamos acreditar que tudo já está definido e não há nada a fazer.
Os fatos e acontecimentos, independem de nossa vontade, porém a maneira como reagirmos a eles, fazem toda diferença.
Certo dia, um empresário falou-me: -”Será que eu deveria reclamar mais? Parece que quem não lamenta, ou proclama a todos suas dificuldades , é mais aceito que aqueles que estão sempre procurando ver as coisas de outra forma.”
O fato de não estarmos o tempo todo reclamando, não significa que não tenhamos dificuldades.
Indo para São Paulo, em uma destas minhas viagens de Pássaro Marrom, ouvi uma passageira contar a outra a seguinte história : “ Um jovem que só reclamava da vida e de suas amarguras, encontrou um homem que orientou-lhe a subir a montanha do ECO para fazer uma terapia breve. Pediu a ele que lá, falasse tudo que estava em sua mente e que constantemente dizia para seus funcionários, amigos e parentes. Que gritasse e colocasse para fora tudo que pensava sobre o mundo, seus negócios , sua família. Assim ele o fez. Após algum tempo , ele percebeu que tudo que ele falava voltava para ele com a mesma força.
Resolveu então, gritar coisas boas, seus sonhos, sentimentos bons que um dia cultivou e começou a sentir algo estranho, diferente da sensação anterior, pois enquanto gritava coisas negativas, sentia um aperto no peito e uma revolta o envolvia, causando-lhe um mau estar.
Quando mudou as palavras, o ECO gerou nele sentimentos de vitória, entusiasmo e paz.
Assim desceu a montanha decidido a não exaltar as coisas que não lhe fazia bem, pois em nada o ajudavam.Tomou a sua decisão ao perceber que enquanto ele só via as dificuldades, mais força elas ganhavam sobre ele.
Meus queridos, pois tomo a liberdade de chamá-los desta forma.No Grupo encontramos muitos ECOS. Para cada palavra nossa, podemos provocar este ECO, seja positivo ou negativo. Na vida não é diferente.Temos diferentes papéis a desempenhar e em cada um deles, nossos sentimentos se manifestam de forma a comprometer nossas reações perante situações de perdas, inquietações e oportunidades.
Temos em nosso Grupo pessoas que desempenham outros papéis, além de serem empresários.
São filhos, mães, pais, irmãos,esposas, avós,maridos, amantes,cristãos,voluntários, cidadãos, entre outros. Para cada situação estabelecemos comportamentos que revelam a maneira como os sentimentos são processados em nossa mente.
Geralmente, as pessoas nos oferecem o ECO daquilo que fazemos, mostrando-nos que o que oferecemos, recebemos de volta.
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