sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Retrospectiva 2010.

Um ano se passou. Muitos afirmam que passou tão rápido que nem nos demos conta do quanto fizemos.
Foi um ano de Copa do Mundo, um ano em que o Brasil foi escolhido para sediar as próximas Olímpiadas em 2016 ; a Copa do mundo em 2014, um ano de eleição presidencial ; Salão do Automóvel, Fórmula 1 no Brasil e tantas outros acontecimentos, que certamente marcaram a nossa história e da humanidade.
Um ano de implementações de novas formas de tributação, novas regras no cenário financeiro e um apelo cada vez maior por qualidade e otimização de recursos. Foi um ano de discussões ambientais, de avanços na ciência, de crescimento da frota de carros novos rodando pelas nossas estradas devido a facilidade de créditos e financiamentos, e ainda um ano de inspeção veicular.
Para muitos empresários, foi um ano de muito trabalho. Um ano de muito planejamento, para administrar um cenário incerto, repleto de variáveis que fugiram do nosso padrão pessoal de compreensão e solução de problemas. Um ano em que eu vivi de perto, a dificuldade em recrutar e selecionar profissionais em todas as áreas, devido o aquecimento do mercado, que levou muitas empresas a investirem no aumento de seu quadro de colaboradores para atender a demanda . Olhando este cenário, percebi o quanto precisamos investir no conhecimento, como uma possibilidade viável de sustentabilidade.
Não vejo como as empresas se manterem competitivas, sem que haja uma produção criativa de conhecimento que caminhe alinhada a prática. Ou seja, precisamos formar profissionais que possam contribuir com as empresas, além da aplicação de conceitos técnicos.
Precisamos investir na formação de colaboradores éticos, que tenham e pratiquem valores dos quais possamos nos orgulhar, enquanto empresa e como cidadãos.
A gestão do conhecimento deve estar integrada a gestão de pessoas, construindo desta forma, para que o ambiente empresarial possa desenvolver-se de forma humanizada e com profissionais capazes de pensar e se comprometerem com os resultados desejados pelas organizações, assumindo e reconhecendo estes objetivos.
Ou seja, é preciso informar as pessoas o que queremos delas e ainda, o que esperamos delas na forma de comportamentos mensuráveis e tangíveis.
É fundamental, para o gestor de empresa, traçar os objetivos para um novo ano , com base em resultados obtidos no ano que se encerra, adotando parâmetros claros de análise e avaliação de resultados. Dizer como foi o ano, é mais que fazer uma avaliação superficial conceituando-o como bom, ótimo ou regular. È preciso medir resultados com base em cálculos precisos de faturamento, investimentos, retiradas, entre outros. É necessário, desenhar um novo ano, utilizando o conhecimento assimilado em anos anteriores, planejando-se para uma mudança de comportamentos antigos, comprovadamente não funcionais para um novo cenário econômico, social e político.
Só há avanço com aprendizagens que quando são intensas e verdadeiras, são capazes de gerar mudanças.
Assim, aprender com os erros só acontece quando estes deixam de ser cometidos mediante uma nova postura assumida.
O que vale é ter a coragem de assumir novas possibilidades de ação e até errar na tentativa de não permanecer passivo diante de um novo ano que em breve estará em nossos calendários e agendas. Desta forma, convido todos vocês a investirem em um novo ano, de uma forma mais comprometida com resultados que desejam atingir.
Sabemos que resultados, são frutos de escolhas e que escolher sem conhecimento, é uma aventura, cujo os riscos podem comprometer não apenas mais um ano, mas todo um desempenho profissional e pessoal. Assim, iniciemos uma nova trajetória, investindo no conhecimento de novas competências e novas atitudes.

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