segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Proatividade na Administração

Prezados leitores, quero compartilhar com todos vocês , uma reflexão a cerca de atitudes que podem fazer toda diferença quanto a sobrevivência ou desaparecimento de nossas empresas .Muitos empresários, conseguem elaborar uma análise da realidade, identificando mudanças no comportamento dos clientes ou mesmo, nas relações estabelecidas pelo mercado de oferta e procura por produtos e serviços; porém, não conseguem adotar comportamentos que respondam a estas novas necessidades comerciais, pois ainda esperam que as soluções , sejam aquelas já conhecidas e testadas no passado.
Tais atitudes demonstram claramente, o quanto podemos estar sendo reativos, justificando os problemas,sem adotarmos uma atitude criativa e inovadora.
Afirmando constantemente que não podemos fazer nada e que temos que aceitar as coisas como são; nos adaptamos aos acontecimentos  adotando uma postura de defesa ou ataque, quando poderíamos adotar comportamentos proativos que vão além da aplicação de nossa capacidade de prevenção. Pessoas que buscam a  proatividade , perguntam-se constantemente: "O que posso fazer diante desta situação, para  obter um resultado favorável aos meus propósitos ? Conseguem ver não apenas o momento presente e suas dificuldades, mas projetam no futuro, as consequências de suas possíveis decisões, buscando oportunidades através do exercício permanente da VISÃO. Na verdade, antes mesmo de sermos proativos, precisamos acreditar que podemos ter boas idéias ,valorizando nosso potencial inovador, e ainda, estarmos preparados para críticas e objeções.
Pessoas que não aceitam idéias contrárias as suas, apresentam uma certa dificuldade em administrarem as mudanças  e desta forma, estão sempre reagindo e se justificando com o passado. Acredito que sofrem porque não conseguem controlar tudo e todos , não reconhecendo  sua sensação ou crença de ser  impotente diante da realidade.
Vale a pena refletirmos sobre como administramos nossa empresa; nossa vida ou mesmo nossos projetos, pois  podemos comprometer a nossa existência com pequenas atitudes de derrotismo, acomodação e reatividade.
Podemos  hoje iniciar um processo de investimento em nós mesmos, capacitando-nos para práticas e respostas mais rápidas as demandas do mercado. A diferença  entre ganharmos ou perdermos, reside muitas vezes, no tempo que levamos para tomarmos uma decisão. O medo de correr riscos, nos torna reféns de uma  “zona de conforto” que nos coloca no papel de vítimas e receptores passivos dos acontecimentos.
Nossa sobrevivência depende de iniciativas e mudanças na forma como construimos nosso aprendizado; como pensamos os acontecimentos e ainda, como cremos que as coisas sejam ou possam ser. Noss pensamento norteia nosso comportamento e nossos sentimentos.
Logo, para termos a proativiade como ação, temos que   aprender a aprender.

A proatividade pode se manisfetar de forma mais espontânea, quando nos dedicamos a ouvir o que nem sempre é dito com palavras . Ao vermos as pessoas, além de suas aparências. Podemos construir sentimentos que nos impulsionem em direção de objetivos, alinhados a Valores Sustentáveis. Logo, entendo que a proatividade é mais que agir rápido .
Consiste em  desenvolvermos uma percepção mais abrangente e integrada das necessidades que o tempo apresenta.

Experiências que trazem aprendizados


Neste ano de 2009, estou tendo a oportunidade de atuação em uma Empresa de Prestação de serviço, em uma área totalmente diferente de tudo que já fiz.
Tal empresa atua na área de AVCB, Brigadas de Incêncio, Vistorias e Obras. Um cenário repleto de indicadores que favorecem, uma visão de negócios, para minha realidade , pouco convencional.
O que estou fazendo lá?
Procurando criar uma concepção de trabalho integrado e planejado, com foco em bons resultados.
Tal experiência, me proporciona conhecer realidades diferentes, novas especializações e ainda, aprimorar minha visão de negócios. Convivo hoje com jovens e pessoas dedicadas, que possuem uma rotina de contato com pedreiros, mestres de obras, engenheiros, militares do corpo de bombeiro e clientes exigentes como Coca-Cola, SHELL,entre outros.
Graças a esta experiência , pude ver São Paulo de cima de um prédio em construção. Pareceu-me um seriado da  HBO ou algo do gênero. Lembrei-me de Alice, um seriado que assiti há tempos atrás que mostrava uma cidade de São Paulo, repleta de vidas em busca de um sentido.Estão nesta foto: Audrey Reis, coordenadora de Obras; (verde) Ronaldo ( vermelho) Fernando e com as mãos no bolso, o Consultor e amigo Rogério (DPR Cosnultoria) com quem compartilho alguns trabalhos já há alguns anos.Visitamos a Scretaria de Cultura de São Paulo, onde esta empresa realizou alguns trabalhos.Um dia especial!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Quantas vezes podemos nos apaixonar?

Parece que foi ontem, mas já se passaram 23 anos.
Ontem eu tinha 20 anos, estava saindo da faculdade.Não tinha ainda, minha independência financeira e não sabia, quanto custava uma conta de luz ou água.
Não podia escolher pelo prazer e sim , pelo que era viável.
Não sabia se iria seguir carreira como professora ou se teria que começar algo diferente em outra área. Não sabia se aqueles que eu considerava serem meus amigos,continuariam sendo nos próximos 23 anos.Não sabia se encontraria alguém e se aos 40 anos estaria com esta mesma pessoa. Aos 20 anos, não sabia avaliar uma relação afetiva; um vínculo amoroso ou ainda, um amor e uma paixão. 
Na verdade, durante toda minha  adolescência e juventude ,sempre tive o hábito de sorrir para vida.De não me preocupar com o para sempre e sim, com o presente. Assim , compartilhei experiências de vida com pessoas maravilhosos e  fui intensa em meus sentimentos, como ainda sou até hoje.Me preocupo com as pessoas e procuro sempre ser para elas, uma possibilidade de esperança e otimismo. Embora, preocupada sempre com o futuro e suas consequências, sempre procurei me apaixonar pelo tempo presente.Hoje vejo que valeu a pena, pois passamos pela vida , rápido demais. Passamos pela vida das pessoas, com a mesma rapidez com que os carros passam por nós em uma estrada. Ontem éramos seus parceiros e confidentes; amanhã, seremos somente uma lembrança...
Quantas destas pessoas passaram por minha vida e que eu não consegui segurá-las? Elas tinham seu tempo certo e quando eu ví, já tinham ido embora.Ví a cada ano, nomes desaparecerem de minha agenda de endereços e telefones e outros serem acrescentados. É estranho constatar que também fomos arrancados da memória de muitos celulares. certamente, algumas destas pessoas, já nõa me tem mais como alguém que deva fazer parte de sua vida, ou de seu momento atual. Assim, vamos colorindo nossa tela com nomes e imagens.Temos um tempo para iniciar e concluir esta tela chamada Consultora.
Onde eu ainda permaneço e quem ainda permanece? Poucos, mais tão significativos que me emociono ao lembrar-me de cada um deles.
Me emociono em saber que em breve serei só uma lembrança para aqueles com os quais estou me relacionando hoje. Me emociono em saber que o tempo está passando e que já temos uma história para contar. Me emociono em saber que esta missão tem prazo de validade. Porém também me emociono em saber que posso escolher minha atitude no tempo,não me omitindo de viver por algo que Acredito  valer a pena.

Para onde vai nossa Energia?



Vivemos um tempo em que palavras já não fazem mais a diferença. È preciso agir!

Ação determina o que existe de coerência entre o que se escreve e o que se pratica dentro da Empresa.

Digo isto pois, diariamente convivo com situações em que o Gestor da Empresa é colocado a prova por seus colaboradores que emitem cobranças quanto a adoção de uma postura clara de Direcionamento e Foco. Quem leu o “O monge e o executivo” ,vai se lembrar de uma passagem deste livro, em que o Líder é colocado como aquele que administra a necessidade e não a vontade de seus liderados . Na prática significa, tomar decisões que poderão desagradar alguns, porém é preciso analisar o que é melhor para a Corporação. Na verdade, prezados leitores, esta é uma das tarefas mais árduas, para aqueles lideres que buscam a aceitação e o comprometimento da equipe; pois há situações em que todo o esforço não é suficiente para convencer aqueles que se mostram contrários as mudanças.

Conversas particulares, demonstrações e palestras de sensibilização já não trazem o resultado desejado,induzindo o líder a perguntar-se :”- Até que ponto vale a pena tanto investimento, tanto desgaste para convencer? Quanta energia e tempo eu gasto em discussões onde o foco do negócio é deixado de lado, para buscar uma estratégia que atenda as vontades , os sentimentos e percepções de colaboradores que mostram-se resistentes em relação ao processo de mudanças?”.

Identificar melhorias no processo, requer preparo também para administrar estas situações, onde a emoção fala mais alto que a razão. Onde o que está em jogo é o sentimento de perda de status, poder ou mesmo, perda do conforto do “tempo de casa.”

Nesta hora, o processo de coaching lhe permite formular algumas perguntas do tipo:

O que eu estou ganhando com esta situação?

O que eu estou valorizando, a medida em que eu atendo estas vontades destes colaboradores?
Qual é a minha verdadeira intenção em relação a estes colaboradores? O quanto ganho com sua adesão? O quanto perco por tê-lo como apoiadores camuflados ? Quais as outras pessoas envolvidas neste processo que também sofrem sua influência? O que eu posso fazer de diferente que ainda não fiz em relação a isto? Como seria se...?Será que eu já perguntei a estes colaboradores se eles estão felizes por trabalharem nesta Empresa e ainda, se pretende permanecer nela?

Qual o comportamento que eles julgam apropriado para permanecerem e demonstrarem apoio verdadeiro em relação a missão organizacional?

São várias perguntas e você leitor, pode criar tantas outras que lhe darão alguns fortes indicadores, para definir sua estratégia e decisão.

O fato é que, processos de mudança tomam nosso tempo e nos fazem percorrer caminhos já conhecidos, porém de um forma diferente.

È como descobrir um comportamento novo, para lidar com algo já conhecido. Este aprendizado é para muitos, sofrido, porém não menos rico e valioso.

Ele nos ensina a lidar com a natureza humana respeitando suas limitações e possibilidades.

Nos ensina que governar e liderar é também desagradar, romper , desconstruir e recomeçar. Chorar e sorrir, mais acima de tudo, na hora certa e pelo que de fato, possa valer a pena ser lembrado como aprendizado e crescimento.

É valorizar o meu tempo de existência, canalizando minha energia para algo MAIOR que possa inspirar-me a praticar minha missão empreendedora de ser e deixar um legado do qual possa me orgulhar.


O Brasil e as Olimpíadas


O que isto representa para milhões de brasileiros, espalhados pelo Brasil?
Neste caso posso responder apenas em meu nome.

Quando ouvi os resultados do Comitê Olímpico Internacional pela televisão, no último dia 02 de outubro , senti uma emoção profunda, pois como brasileira, comecei a pensar que país é este que o mundo descobriu? Que país é este que o brasileiro precisa descobrir?
Saber de nossas dificuldades, de nossas fraquezas e assim mesmo obter o reconhecimento mundial de competência, para receber o mundo em nossa casa, é algo para se pensar...
Olhei para o meu país e me perguntei: O que é o Brasil?
Comecei o obter algumas respostas que me fizeram entender porque escolheram o meu país.

Um estudo do Ministério dos Esportes estima que, até 2016, o movimento adicional da economia brasileira seja de US$ 24,4 milhões e 120 mil empregos serão gerados durante a fase de preparação das Olimpíadas.
A Folha de S. Paulo informa que, na qualidade de organizadora da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, o Ministério do Turismo registrará um aumento considerável no fluxo de turistas a partir de 2010 além dos 1,8 milhão de viajantes que a cidade já recebe anualmente.
O jornal francês Le Monde concluiu em um artigo que Lula tem razão de classificar a crise no Brasil como um "mal-estar" e destacou que a recuperação da economia mundial está agora nas mãos dos países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).
O Ministério do Trabalhou indicou que outra prova da recuperação brasileira é que, durante agosto, o sistema econômico gerou um recorde de 242.126 novos empregos e conquistou o melhor resultado desde setembro de 2008, quando foram gerados 282.841 novos postos de trabalho.
"Em cinco anos, o Brasil já conseguiu alcançar a Meta do Milênio de reduzir a pobreza pela metade dentro de um período de 15 anos", Marcelo Neri, coordenador do Centro de Políticas Sociais da FGV, anunciou à DPA.
As maiores reservas conhecidas em zonas da faixa pré-sal até o momento identificadas , estão na porção sul-americana no litoral do Brasil, enquanto, no lado africano, existem áreas pré-sal em processo de exploração (em busca de petróleo) e mapeamento de reservas possíveis no Congo e no Gabão .
Uma alemã escreveu: motivo para amar o Brasil:
tomar o café da manhã na varanda, lendo DIE , olhando para o Pão de Açúcar, o mar e o Cristo Redentor.
Motivo para amar o Brasil:
...de mais a mais, comendo manga e mamão, frutas raras e portanto caras na Alemanha, principalmente no inverno.
Passar o fim de semana na maravilhosa Ilha Grande,
Não esquecer, já que estamos falando, de novo, em comida: goiabada com queijo, pão de queijo, ou simplesmente arroz com fejão. Dia a dia delicioso. Descansar na rede, tomando um suco natural.
Este país não só tem lojas verdes - é mesmo um mundo verde, um paraíso natural. Até o Rio é perfurado de morros e outros espaços verdes, e talvez a única grande cidade que incluia um parque nacional.
Motivo para amar o Brasil:
o povo aberto e amigável, apesar da citada desconfiança; que adora a conversação e que recebe estrangeiros como eu com braços abertos.
Pareceu-me ser uma oportunidade dos gevernantes olharem para esta riqueza e começarem a pensar menos neles próprios e resgaterem , ou até criarem, amor pelo seu país.
Amor este, que pode ser mensurado pela dedicação, pelo comprometimento e seriedade em tratar questões sérias como: educação,segurança, moradia, saúde pública, saneamento básico, inclusão social, entre outros.
Precisamos , por amor ao nosso páis, cuidarmos mais dele.
Precisamos nos irritar com as injustiças e demonstrarmos nas urnas que desejamos uma cultura melhor, uma condição de vida melhor e um motivo a mais para nos orgulharmos não só da natureza, mas dos governantes que administram nosso país. Sentirmos orgulho de nós mesmos, por termos comportamentos éticos e alinhados a valores humanitários e justos.
Precisamos desenvolver nossa cidadania e representá-la de forma coerente em nossas atitudes do dia-a-dia.
Eu quero estar no Rio de Janeiro em  2016!!!!!
E Você?

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Quanto vale nossas escolhas?



Começamos a escolher muito cedo.
Logo que começamos a dar os primeiros passos, a pronunciar as primeiras palavras, somos levados a fazer escolhas. É evidente que na infância é algo induzido, na base do estímulo-resposta, recompensa e punição. Porém com nosso crescimento, iniciamos processos de escolha, baseados em experiências que já tivemos, fruto de recompensas e punições até o momento que desejamos escolher coisas diferentes. Na adoslescência, muitos de nós experimentou esta situação, ao desejar agir de modo diferente e a fazer escolhas com margens maiores de riscos. Correr riscos é algo que motiva as escolhas. Assim muitos escolhem coisas importantes, apenas pelo prazer da dúvida. Há possibilidades de certeza e muitas de dúvidas, porém o improvável pode acontecere eu posso fazer escolhas que fujam as regras e desejos familiares. Porém estas escolhas podem  marcar toda nossa vida.
Escolha do curso técnico, da faculdade. Estudar em escola pública ou particular? Comprar livros ou comprar roupas da moda? Passar horas estudando ou ficar com os amigos? namorar aos 15 anos ou fazer intercâmbio? Casar com o primeiro namorado ou ter uma profissão? Vencer pela sedução ou pela inteligência? Morar de aluguel ou comprar um terreno e construir? Casar  ou morar junto?  Ser feliz ou adaptar-se as circunstâncias?
Enfim, seja qual for a sua escolha, elas sempre trazem consequências. O fato é que nem sempre associamos as escolhas as consequências. Não avaliamos a escolhas a longo prazo e ainda, não alimentamos as escolhas com o toque necessário de improviso. Bem, a reflexão é: até que ponto somos nós mesmos responsáveis por nossas escolhas?
Fomos preparados para  escolher?
Quais os valores que norteiam nossas escolhas?
As escolhas são meios de vivermos nossos valores.

Assim, alguns vivem por seus valores, outros sobrevivem por não descobrirem quais são seus verdadeiros valores e ainda, outros deixam-se influenciar por valores industrializados e sentem-se integrados desta forma.

Não estou aqui para definir o que é melhor, mais correto. Até porque não tenho esta pretensão.
Quero sim compartilhar meus questionamentos sobre escolhas e valores e levá-lo a pensar quais são os seus valores e como você os vive?


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Grupo de estudo MBA-FGV


Este foi meu grupo de Trabalho na disciplina Elaboração de Projetos, segundo o PMI. Estamos na reta final do curso Gestão Estratégia de Pessoas, pela FGV.
Temos nesta foto, minha amiga Andreza que admiro pela dedicação que coloca em tudo que faz.
Rejeane, sempre sorridente e muito centrada em suas observações.
Temos ainda, Ricardo,Pedro, Márcio, Sabrina e Roseane.
Fizemos um ótimo trabalho em grupo que nos gerou alguns estresses , fruto natural da diferença de personalidades e estilos pessoais.Temos pessoas com personalidades fortes neste grupo ; gostamos de opinar e contribuir, pois gostamos de um trabalho bem feito.
Porém acredito que o resultado final , valeu a pena e eu pude aprender um pouco mais sobre mim mesma e como eu reajo, diante de posições diferentes.
Aprendi que o novo existe para ser assimilado, porém o que já sabemos, também pode nos ser útil e nos servir de apoio. Já fiz muitos cursos, no decorrer de minha vida, porém, não parei por já ter estudado determinados temas. Fiz um curso na PUC de São Paulo, em Gestão de Projetos para captação de recursos e trabalhei nestaa frente de trabalho 4 anos na Secretaria de Desenvolvimento Social de São José dos Campos. Com o Professor Mauro, aprendi uma forma diferente de organizar informações, através de software desenvolvidos para este fim. Os conceitos eu já havia aprendido em cursos anteriores, o que me ajuda a fazer uma leitura mais crítica, em algumas situações. Gosto muito de aprender, por isto não paro. É a terceira especialização que faço e sinto que há tantas coisa para serem aprendidas. Percebo que pouco sei, pois ainda estou consturindo meu próprio conhecimento sobre a vida e as coisas. Enquanto estiver repetindo o que outros já construiram, ainda não tenho solidifiquei o meu próprio saber. ë assim que eu me sinto...Nem sempre consigo expor com clareza o que penso, mais procuro fazer com que outros pensem sobre suas posições.
Sempre estou disposta a rever minhas atitudes para tornar-me uma pessoas menos intolerante em relação aos meus erros, pois na escola da vida, somos todos aprendizes em busca de uma classificação que possa nos diferenciar na multidão . Isto ,os livros podem nos auxiliar mas são nossas decisões diárias que revelam se aprendemos de fato a inserir no dia-a-dia, o que julgamos já saber. Estudar é sensacional, pois nos possibilita esta reflexão sobre o que de fato sabemos e o que ainda precisaremos aprender, mesmo que tenhamos feito esta disciplina anteriormente, em algum momento de nossa vida. A informação pode até ser a mesma, porém nós já não somos o que éramos. Isto faz toda diferença!

QUANDO ACREDITAMOS, A TRANSFORMAÇÃO ACONTECE!



Estas fotos representam um pouco do que venho desenvolvendo em termos de trabalho com pessoas desde que assumi a direção de um Posto de Trabalho em SJCampos.
Iniciei em abril de 2009 e  com toda equipe vem acontecendo pequenas  trasformações, não só no aspecto físico do local, mas principalmente, no ambiente humano de trabalho. 
Desde então, tenho realizado mensalmente reuniões com a equipe, buscando com esta prática integrá-los dentro de um próposito comum: Atender as pessoas com Humanidade, Qualidade e Profissionalismo.


Acredito que estas fotos podem expressar um pouco destas pequenas ações, capazes de motivar pessoas e facilitar um processo de trabalho,muitas vezes desgastante.


Tenho total colaboração de todos e sinto um imenso prazer em estar com todos eles.
São estagiários dos cursos de Administração de Empresas e Recursos Humanos que fazem o atendimento aos candidatos e empregadores.
Todos são ótimos, comprometidos, sérios e sensíveis. Fizemos  neste curto período:
Festa Junina, despedida de um funcionário que foi trabalhar em outra unidade,um almoço em equipe,aniversariantes do mês, palestras voltadas para candidatos e participações em ações sociais como Ação Gastau, Participação junto Ass. Comercial e Adventur.
Este ambiente favorável de trabalho foi construído , graças a ajuda e colaboração de minha parceira de trabalho Andréia que me apoia e colabora comigo em minhas iniciativas.
Ela é o meu suporte e grande apoiadora em todas as minhas iniciativas. Sem alguém como ela ao meu lado, as transformações e conquistas seriam mais lentas e talvez, menos prazerosas.

Todos nós precisamos ter ao nosso lado, pessoas que possam nos auxiliar, pois sozinhos nada conseguimos conquistar.
Vou sentir falta, quando eles concluirem seus estágios e forem embora.
Porém sei que, muitos deles, levarão as melhores recordações deste período de convivência que tivemos.
É muito bom, estar ao lado de pessoas jovens.
Eu particularmente, gosto muito desta troca, pois com eles, aprendo a ser mais jovem em minha forma de pensar e agir.
VALE APENA SE PROPOR A FAZER A DIFERENÇA , SEMPRE!

O exercício da pró atividade


Prezados leitores, quero compartilhar com todos vocês , uma reflexão a cerca de atitudes que podem fazer toda diferença quanto a sobrevivência ou desaparecimento de nossas empresas .
Muitos empresários, conseguem elaborar uma análise da realidade, identificando mudanças no comportamento dos clientes ou mesmo, nas relações estabelecidas pelo mercado de oferta e procura por produtos e serviços.Porém, não conseguem adotar comportamentos que respondam a estas novas necessidades comerciais, pois ainda esperam que as soluções venham de fora das empresas.Tais atitudes demonstram claramente, o quanto podemos estar sendo reativos, respondendo aos problemas quando eles deixaram de ser inevitáveis.Afirmando constantemente que não podemos fazer nada e que temos que aceitar as coisas como são.Reagimos aos acontecimentos, com uma postura de defesa ou ataque, quando poderíamos adotar comportamentos proativos, que vão além da aplicação de nossa capacidade de prevenção e alcançam níveis elevados de iniciativa e criatividade.Pessoas dotadas de proatividade antecipam-se aos acontecimentos e estão sempre buscando soluções inovadoras, aplicando não apenas a inteligência prática como a inteligência emocional. Conseguem ver não apenas o momento presente e suas dificuldades, mas projetam o futuro buscando oportunidades, através do exercício permanente da VISÃO,do OTIMISMO e da Auto-Estima. Na verdade, antes mesmo de sermos proativos, precisamos acreditar que podemos ter boas idéias, valorizando nosso potencial inovador, e ainda, estarmos preparados para críticas e objeções.Pessoas que não aceitam idéias contrárias as suas, têm dificuldade de negocição ou mesmo de perceberem oportunidades, onde elas parecem não existir. Sofrem porque as coisas não são como elas gostariam que fossem, mas não reagem de forma positiva ou buscam soluções que possam ajudá-los a administrar melhor a situação-problema.Vale a pena refletirmos sobre como administramos nosso negócio, nossa vida ou mesmos nossos projetos, pois a ciência vem nos apresentando estudos que comprovam, o quanto podemos comprometer a nossa rotina, com pequenas atitudes de derrotismo, acomodação e reatividade. Isto significa que devemos investir em nós mesmos, capacitando-nos para práticas inovadoras e respostas mais rápidas ás demandas do mercado.Falo sempre em , sair da chamada “zona de conforto” em que nos colocamos como vítimas e receptores passivos dos acontecimentos, para nos tornarmos agentes críticos capazes de promovermos mudanças e tomarmos decisões. Na verdade nosso negócio depende de algumas iniciativas que só dependem de nós. Enquanto permanecermos aguardando mudanças no comportamento dos clientes, fornecedores, colaboradores, políticos entre outros, certamente, continuaremos apenas adotando comportamentos reativos de “apagarmos incêndios”. Creia, se desejas que algo mude, comece sempre por e com VOCÊ.

A prática da paz



Vivemos tempos de guerra. Tempo em que saímos as ruas, sem a certeza de que voltaremos para nossos lares.Pior que esta percepção, é o sentimento de perda de proteção ou , descrença na seriedade de nossas Instituições Governamentais.
Tempo de revisão de valores sobre o que é importante e o que é essencial. Lendo um livro:”Os 7 hábitos das pessoas muitos eficazes”, li algo que me fez refletir.O autor fala sobre a ética da personalidade e do caráter. Mostra-nos que hoje: Parecer Ser é mais importante do que, Ser de fato.
A ética da personalidade, que consiste em você se moldar as exigências sociais, prevalece sobre a ética do caráter que considera a base do sucesso a integridade, persistência, coragem, justiça,diligência e a integridade.
A frase “ De tão habituados a colher onde não semeamos, tenhamos esquecido da necessidade de semear”.As pessoas sempre colhem o que semeiam, não há atalhos.
Diante de todas estas idéias, pensei em Nós. Pensei no Grupo do qual fazemos parte e da importância que ele ocupa em nossa vida. Refleti sobre a necessidade inerente ao ser humano de se agrupar para cultivar e promover a manutenção de valores. De poder em grupo, praticar a ética do caráter, mesmo que não seja esta a tônica pregada pelos homens que detêm o poder da informação, da força e de promoverem a guerra, com argumentos de que desejam a PAZ.
Tempos de guerra, pedem gestos concretos pela paz. Gestos que possam ser praticados em nossa casa, junto aos nossos familiares.Gestos que possam ser praticados em nossa empresa e em nosso Grupo de Trabalho.
A prática e o exercício de semear o bem, precisam voltar a fazer parte de nossa rotina. O desejo de que podemos Ser, deve prevalecer sobre a pressão social em Ter.
Se cultivarmos a ética do caráter, não nos curvaremos a representar um personagem passivo e alienado, o qual nos obrigam a interpretar, tentando tirar de nós nosso senso crítico e nossa capacidade de indignação.Mais ainda, tentam tirar de nós a fé, a esperança e o sentimento de compaixão.
A intolerância, o orgulho e a vaidade, tornam a arte do Poder, um instrumento frágil e inoperante, nas mãos daqueles que se omitem, perante as aflições da humanidade.
A necessidade de estarmos em Grupo, se traduz hoje não apenas pela necessidade humana de nos integrarmos, mas de nos protegermos e proteger nossas crenças, sentimentos e utopias.De não nos perdermos entre a multidão confusa entre o que ético, moral ou legal; sem referências ou perspectivas de melhorias em sua vida,de seus filhos e amigos.
O Grupo representa um espaço de exercício humano, onde podemos praticar a ajuda mútua, sem interesses;o amor fraterno que prevalece sobre as diferenças;o aprendizado empírico que reforça as ideologias e práticas tecnológicas. A humanização das relações, sobre a superficialidade dos encontros informais e descomprometidos com os interesses comuns e a felicidade coletiva.
O encontro pode ser ocasional, porém permanecermos juntos, é opcional. O re-encontro é um desejo planejado, transformado em realidade através de nossa disponibilidade em querermos estar junto com o outro.
Todos os meses, temos oportunidades de nos re-encontrarmos e experimentarmos emoções que fortaleçam o verdadeiro encontro, que não é de pessoas mas de almas e mentes que acreditam no poder da construção coletiva.Que nossos encontros sejam sempre motivo de celebração da vida.
Que saibamos valorizar este presente que construímos juntos, pois fizemos-nos merecedores e protagonistas desta história de 12 anos de convivência.
Que Deus possa iluminar nossas mentes e nos mobilizar para vermos as oportunidades que temos em Grupo, de promovermos a PAZ e de desenvolvermos a ética do caráter entre nós.
Paz a todos.

O imediatismo que retarda o crescimento


Caros leitores, quero compartilhar com todos vocês sobre um aspecto importante que pode atrapalhar os processos de melhorias nas empresas de nosso segmento e empresas no geral.Vamos refletir sobre o Imediatismo.
Muitos reconhecem que os tempos atuais exigem agilidade e precisão nas respostas. As pessoas vivem correndo de um lado para o outro, em busca de soluções que requeiram pouco esforço e baixo nível de comprometimento. Na minha percepção, falta-nos o hábito de planejarmos o que desejamos e ainda mais, nos prepararmos para atingirmos objetivos, identificando as tarefas a serem feitas. Todos desejamos obter os melhores resultados, mas nem sempre estamos dispostos a fazer os “sacrifícios”, ou seja, mudar nossas práticas e nossos antigos hábitos.
Isto leva-nos a encarar as decisões como atos heróicos e momentâneos, tomados de forma impulsiva, quando a emoção prevalece sobre a razão.
Constantemente ouvimos empresários relatarem suas experiências, colocando no mercado a justificativa para suas perdas de rendimentos, dificuldades em atenderem, venderem serviços e produtos. Porém ao serem questionados sobre o que estão fazendo dentro das empresas, para reverterem a situação, ainda ouço: - “Mas o que eu posso fazer?”
Muitos não conseguem fazer a leitura crítica de suas práticas, identificando suas falhas de controle e planejamento. Na verdade, trabalha-se muito no segmento automotivo, porém muitas vezes sem “foco”, não estabelecendo claramente onde deseja-se chegar.A falta de metas e de clareza nos resultados, provoca imediatismos, pois quando as oficinas estão cheias, as lojas vendendo, os distribuidores abastecendo o mercado, não existe a mesma preocupação em discutir processos e procedimentos. Aliás, não há monitoramento e controle quanto ao que fazemos e os resultados são medidos apenas pela capacidade em pagarmos as contas e não baixarmos nossas retiradas.
É preciso rever nosso pensamento e nossos comportamentos, se quisermos atingir um ponto de equilíbrio em nossas empresas. Temos que sair um pouco do operacional e nos dedicarmos um pouco mais ao planejamento. Precisamos entender o que significa planejar e ainda, adquirirmos o hábito de olharmos para trás e vermos o que fizemos e os resultados que obtivemos, tanto positivos como negativos.Mais ainda, termos a coragem de assumirmos nossos erros e aceitarmos aprender uma forma diferente de trabalhar.Precisamos aproveitar melhor o tempo, não esperando que o problema entre em nossa empresa para reagirmos. È preciso ser pró-ativo e deixarmos o imediatismo para os amadores.
Somos profissionais que podem reagir as mudanças do mercado como também podemos influenciá-lo.
O que desejamos para o futuro, precisamos começar a planejar hoje.Mais ainda, precisamos fazer a lição de casa que exige: dedicação, prontidão, vontade e racionalidade sobre nossa administração.
O imediato nem sempre é o que irá se manter, pode ser apenas o mais fácil não o mais duradouro.
Aí reside a diferença entre o eficiente e o mais eficaz.


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Encontro com a natureza

Quando pensamos em ter menos discurssos e mais atitudes ecologicamente correta, vejo que ainda não vivemos na prática, um comportamento alinhado a preservação e desenvolvimento sutentável.
Ainda vemos nas ruas, pessoas que jogam seu lixo em locais públicos, contaminam rios e maltratam animais.
Ouvi uma expressão que me fez pensar sobre nosso caminho ruma a uma geração mais consciente e educada para viver em coletividade: Crescer por crescer, qualquer célula cancerígena cresce, mais desenvolver é algo que exige planejamento, execução, correção e melhoria contínua. Requer processo de culturação e propósitos de uma qualidade de vida para todos.
Precisamos nos desenvolver e não crescer.
Aumento do PIB não significa, equidade social e igualdade de oportunidades.
IDH representa Indice de Desenvolvimento Humano. Será que estamos mais humanos?
Sinto que precisamos reaprender a respeitar as diferenças e os diferentes.
Aprender a respeitar os mais velhos.
A cuidar dos mais jovens. Precisamos aprender a repeitar nossos colegas de trabalho, a não interrompê-los quando estão expondo suas idéias. A não julgar sem conviver. Precisamos aprender a amar as pessoas , como se não tivesse amanhã...
Precisamos aprender a observar e ouvir, sem emitir opiniões. A ir para o MBA para aprender e não tirar notas para ter um diploma. Eu estou exercitando todos estes aprendizados, todos os dias.
Aprendo que , mesmo desejando fazer o melhor, não agrado sempre. Que mesmo tentando ser humilde, sou julgada como arrogante.
Que mesmo tendo todo amor pela humanidade, não sou amada por ela.
Mesmo , me preparando para realizar meu trabalho, nem sempre etou preparada para todas as situações.
Aprendo todos os dias que promessas, nunca me deram nada do que eu esperava.
Que ter um cargo não significa ter reconhecimento, nem salário e nem status.
Mas aprendo também que o que eu faço, reflete na história de vida das pessoas e eu desejo deixar um legado, sem ter que receber um salário para isto.
A lua reflete seu brilho em uma poça dágua e também no mar.
Onde eu estiver, quero sempre ver o brilho da lua.
Onde eu estiver, quero ter luz própria para iluminar o meu caminho e de quem estiver próximo .

Rafting em São Luís do Paraiting/ julho 2009







Quero apresentar-lhes uma experiência muito legal.

O Rafting em São Luís do Paraitinga, com os colaboradores da Dispemec.

Objetivo: Integração , liderança, tomada de decisão e administração de situações novas com criatividade e trabalho em equipe.

Foi muito legal e ficou , mais uma experiência em minha trajetória profissioanl.As pessoas têm diferentes reações e sentem o novo de formas diferentes. Alguns com medo, outros com animação e ainda , outros não conseguem expressar exatamente seus sentimentos, por não se permitirem vivenciar algo diferente do cotidiano. É sempre um desafio a ser superado.

O Trabalho com pessoas têm me feito pensar constantemente sobre VALORES.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

CRUZEIROS PARA BÚZIOS 2007



Este navio tem uma tripulação divertida.
Muita animação, comida boa e muita atividade.
Só fica parado quem quiser.
Aliás, há opções para todos os estilos.
Fomos para Salvador, Ilhéus, Rio de Janeiro, Ilha Grande, Porto Belo,Argentina e Uruguai.
Foram 3 estilos de Cruzeiros diferentes.
Cada um com sua característica.
Todos valeram apena.
Em 2010, farei o primeiro Cruzeiro Fitinnes. Serão 4 dias de malhação até o Rio de Janeiro.
Preciso começar a me preparar para entrar em forma para acompanhar estes dias de pura energia!!!!!

De Bem com a Vida!




Cuidar da saúde , sempre amei praticar atividade física. Adoro alongar, correr e malhar. Sinto-me viva quando percebo que estou me exercitando e sentindo meu corpo integrado a minha mente. Integração esta, que se manifesta quando ouço uma boa música ou ainda, quando sinto o pulsar de uma vida, dentro do meu peito.
Respeito a natureza e respeito o meu corpo.
Quero envelhecer com saúde.Quero viver com saúde.

Gosto de acordar cedo, para viver mais.
Vivo mais por opção , pois amo dias de sol.
Não tenho mal humor pela manhã, nem pratico o hábito de reclamar da vida.
Me incomoda pessoas que vivem falando de outras pessoas. Que perdem seu tempo lendo manchetes que só falam de outras pessoas; que assitem programas de televisão que ganham ibope divulgando a violência e a dor de outras pessoas.
Me incomoda pessoas que falam delas mesmas. Que exageram na dor e economizam na generosidade e na sabedoria que é ouvir experiências de quem já viveu mais de 60 anos.
Prefiro sorrir para a vida. Investir na prática da solidariedade e da resiliência.
Amo a vida em sua plenitude. Adoro cantar com amigos, a beira do mar.
Adoro dançar um bolero ou até uma música eletrônica. Adoro flores, hortas e jardins.
Amo cachorros e passáros livres.
Gosto de cuidar da minha casa, de arrumar meu armário e cozinhar para meu marido .
Mas o que me impolga muito é: estar com as pessoas que amo.
Me emociona deixá-las, me emociona estar com elas, aprender com elas, compartilhar com elas e viver experiências diferentes, ao lado delas.
Amo meus clientes, amigos , colaboradores e porque não dizer, meus parceiros na conquista de sonhos.
Admiro muitos deles: Valentim, Carlos Alberto, Sr. Celso, Ninim.
Admiro mulheres ousadas como Daniely, Tatiana e Maria Aparecida Buzzi.
Um dia ouvi alguém dizer-me: Seu sucesso está relacionado as pessoas bem sucedidas com as quais você convive. Estas são algumas de minhas inspirações. Pessoas extraordinárias em todos os sentidos.

São tantas as pessoas que passaram pela minha vida e que me deram muito mais do que eu merecia receber, que certamente não caberiam nesta página.
Sou extremamente gratas a todas elas.
Estas fotos foram tiradas em Cruzeiro realizado em 2008 para Ilha Grande. Aliás , estive lá duas vezes e recomendo.
Quem gosta de estar em contato com a natureza, é um lugar perfeito. Simples e sofisticado. Adoro viajar e nos últimos 5 anos , tenho feito alguns Cruzeiros no Brasil e na América do Sul que em breve vou mostrar como uma opção muito legal para descobrir lugares e conhecer pessoas interessantes.
Pratiquem um esporte, nem que seja o de sorrir 300 vezes ao dia.
Façam atividade física.
Oxigenem seu cérebro e vivam mais e melhor!!!!






A Lei da Atração



Prezados leitores, quero compartilhar com vocês um tema que está sendo muito divulgado e comentado nos últimos meses entre leitores que apreciam os estudos de Neurolinguística e Metafísica.
Embora entre os estudiosos do comportamento humano, este tema já seja conhecido, vale a pena refletirmos sobre o impacto de tais conceitos e crenças em nossa vida,estabelecendo uma analogia com que vivenciamos nas empresas.
Geralmente nos deparamos com pessoas desmotivadas com sua empresa, mostrando-se descrentes com as perspectivas do mercado.
Sem dúvida, todos os dias nos deparamos com situações desafiadoras que exigem de nós um equilíbrio emocional, cada vez maior para administrarmos os conflitos, com os quais nos deparamos diariamente. As pressões surgem de todos os lados: família, clientes, amigos, sem contar com a pressão interna que habita em cada um de nós. Diante deste contexto, precisamos aprender a re-programarmos nossa mente, procurando ver nas adversidades, oportunidades de desenvolvimento e aprendizado. Nossa visão pode comprometer nossas atitudes e reações, prejudicando-nos ou favorecendo-nos na busca de soluções criativas. Não se trata apenas de pensarmos positivo,pois não é algo mágico que se resolve sem nosso esforço ou comprometimento. Trata-se de uma mudança de postura, identificando claramente o que desejamos; acreditando que é possível e permitindo sua realização. A Lei da Atração nos mostra que quanto mais dedicarmos atenção a uma situação, seja ela positiva ou negativa , mais atrairemos esta vibração para junto de nós. Isto significa que , nossas palavras negativas fortalecem e prolongam nossa ansiedade, medo ou raiva fazendo com que não sejamos capazes de vermos soluções para os nossos problemas. Pessoas que expressam constantemente suas insatisfações, mesmo que estejam diante de uma oportunidade, não conseguem percebê-las, pois estão sempre prontas para receberem apenas aquilo que suas vibrações lhes oferecem.
Precisamos adotar uma postura mais assertiva em relação a nossa forma de pensar e reagir na empresa. È fundamental que estejamos atentos as nossas palavras, pronunciando sempre aquilo que desejamos e não o contrário. Precisamos fazer o exercício da valorização das conquistas, incentivando nossos colaboradores e a nós mesmos, em nossas pequenas conquistas diárias.
Vale a pena investirmos nas realizações, vibrando cada vez mais positivamente em relação aos nossos objetivos. Afinal, não são os acontecimentos que nos impedem de crescer, mas nossa forma de os encararmos .Fazermos do limão uma limonada, depende exatamente de nosso paladar e do que realmente desejamos.

PROCRASTINAR :ato de adiar, atrasar e deixar para depois

Diante desta definição, podemos refletir sobre como agimos no dia-a-dia.


Conseguimos identificar o que é urgente, importante e acidental?


Na verdade a organização do tempo está intimamente vinculada ao estabelecimento de prioridades. Quando temos muitas coisas por fazer, cabe uma análise sobre o que o atraso, poderia nos trazer de aborrecimentos e complicações. Assim, pode ser mais interessante , fazer o que precisa ser feito por nós mesmos e não adiarmos, ou transferirmos para outros.


O ato de procrastinar, pode nos trazer sérios transtornos . Um pesquisador da USP, defendeu sua tese de mestrado afirmando que pessoas que utilizam desta prática, tornam-se pessoas não confiáveis nas organizações. Ou seja, as pessoas percebem com o tempo que não podem contar com ela, deixando de oferecer-lhe tarefas de maior responsabilidade.


O que pode ser engraçado no início, torna-se trágico quando se trata de relacionamentos que exigem precisão e pró-atividade.


Nos tempos atuais, a velocidade da informação adquire aspectos cada vez mais exigentes. Ninguém tem tempo ou quer esperar. Tudo é pra ontem e na maioria das vezes, ocorrem com atraso e sem a qualidade necessária.


Assim, vamos refletir como cada um de nós, enquanto prestadores de serviço agimos em relação aos nossos compromissos.


Estamos sempre deixando pra última hora, pois gostamos de adrenalina? Gostamos do perigo?Ficamos esperando a melhor idéia que surge sempre no último momento?


Este especialista da USP, em entrevista ao Programa da Sra.Silvia Popovic, afirma que pessoas que deixam as coisas pra última hora, ou adiam muito, na verdade são inseguras e temem o fracasso. Assim utilizam-se da falta de tempo para justificarem seus trabalhos: “Se eu tivesse mais tempo, ficaria melhor”.Por não confiarem em sí mesmas, ficam aguardando por algo que possa livrar-lhe do compromisso e na última hora , seja dispensado da tarefa.


O momento nos solicita uma reflexão: Que profissionais somos? Que profissionais desejamos ser?


O que precisamos rever em nosso comportamento, para que tenhamos melhores resultados? Aliás , como avaliamos nossos resultados diários?


Nossos relacionamentos, podem nos dar este feedback. Se as pessoas estão sempre nos cobrando algo, ou ainda se estamos sempre sendo pressionados, podem ser sinais ou sintomas de nossa procrastinação.


Vamos refletir e começar a entender melhor:


O que é importante: Precisa ser feito por nós.Agrega valor ao trabalho


O que é urgente: Não pode ser adiado, pois já era importante e agora, já não temos mais tempo para adiamentos.Geralmente não agrega valor e sim estresse, culpa e cobrança.


O que é acidental? Vai acontecer de qualquer forma, independente de nós.


Como todos nós , estamos sempre em processo de aprendizagem, vale a pena nos auto-avaliarmos e promovermos um plano de mudança e melhoria pessoal.



Bom trabalho!


Não tenho Tempo




Quando pensamos nas inúmeras coisas que temos a fazer, vem sempre aquela frase usual: Não tenho tempo.
Não tenho tempo para conversar com meu sócio sobre os rumos de nossa administração.
Não tenho tempo para conversar com meu contador sobre a situação da Empresa.
Não tenho tempo para conversar com meus colaboradores sobre o que precisamos melhorar no nosso dia-a-dia.
Não tenho tempo para ligar para meus clientes para consultar-lhes sobre o atendimento recebido.
Não tenho tempo de atualizar equipamentos.
Não tenho tempo para me atualizar e aprimorar meus conhecimentos.
Não tenho tempo para visitar um fornecedor, ou mesmo um parceiro de trabalho.
Não tenho tempo para analisar meu leque de serviços e procurar novas oportunidades de negócio.
Não tenho tempo para divulgar meu trabalho e minha empresa nos veículos de comunicação locais.
Não tenho tempo para participar de Feiras, encontros do Setor, Grupos enfim, não tenho tempo.
Não tenho tempo para responder meus e-mails nem de acessar uma aula pela Internet.
Na verdade, não tenho tempo para fazer estas coisas, pois estou sempre muito ocupado.
Quanto á minha família, não tenho tempo para estar com eles.
Não tenho tempo para viajarmos juntos, para almoçarmos juntos, para conversarmos sobre nossa relação familiar.
Não tenho tempo para estar com meu filho, olhar o seu caderno, ou interessar-me por sua vida.
Gente, não tenho tempo nem para cuidar de minha própria saúde!
Quantas vezes, você, eu, muitos de nós repetimos estas frases como se fosse algo natural.
Sobrevivemos, pois passamos pela vida, olhando-a pela janela de nossos olhos perdidos nos problemas que criamos e não conseguimos nos desprender deles, como se fossem a única razão de nossa existência.
Quero refletir com vocês, meus queridos leitores, quem é o dono do nosso Tempo?
Como gastamos cada segundo de nossa vida e com o que? Pois se não temos , algo ou alguém está se apropriando de nosso valioso Tempo.
Utilizamos frases como: Perder tempo. Como perder algo que não temos?
Como nos propomos a ter um negócio e não nos dedicarmos ao nosso sucesso?
Quantas vezes somos displicentes, gastando energia em situações de menor valor e importância, desviando nosso foco para o que é essencial para nossa felicidade.
Você já deve ter ouvido a expressão: Auto-sabotagem. Ela existe quando sem perceber, não investimos em coisas que podem fazer a diferença entre viver e sobreviver.Entre ter resultados e “ apagar incêndios” do dia-a-dia.
A Empresa idealizada por nós, na verdade, não existe, pois sempre teremos situações a serem consideradas, resolvidas e isto faz parte de nossa aprendizagem. Pode parecer estranho, mas as dificuldades nos ensinam mais que as facilidades. Para vermos os fatos como desencadeadores de crescimento, precisamos encontrar o que perdemos; o nosso Tempo.
Precisamos encontrar Tempo para analisar o que estamos fazendo e como estamos construindo nossa rotina, nossas metas e como estamos definindo nossas prioridades. Precisamos encontrar o Tempo devido para ouvir as pessoas e principalmente, a nossa própria consciência.
Precisamos nos apropriarmos novamente de nosso Tempo, valorizando cada segundo como um presente precioso e irrecuperável.
Procure o seu Tempo, ele pode estar muito mais próximo do que imagina, ao alcance de suas mãos, basta desejá-lo verdadeiramente e trazê-lo para mais junto de você, como um forte aliado.

Vamos nos Comunicar?


A comunicação nas Empresas, sempre foi alvo de desencontros, pois muitas coisas são tratadas apenas verbalmente, não havendo a prática de se registrar o que foi dito, nem tão pouco os encaminhamentos definidos como sendo necessários.
Em Oficinas,Centros Automotivos,Auto Peças e Distribuidoras, geralmente encontramos certas resistências quando tratamos de implantações de check-list, controles de resultados, Ordens de Serviço,etc, pois a pressa na execução do serviço ou no atendimento do pedido, faz com que os profissionais queimem etapas importantes de procedimentos preventivos.
A falta de prática em promovermos anotações, cria uma cultura de “negação aos papéis”, pois os mesmos retardam os atendimentos.
Quantas vezes, serviços são refeitos, prejuízos são acumulados, devido a falta de informações nos diagnósticos, bem como a falta de leitura do que está escrito, por parte daqueles que estão diretamente envolvidos na execução do trabalho.
È comum ouvirmos os reparadores, reclamarem do atendimento do balconista, que pouco explora as informações e enviam peças erradas, gerando re-trabalho.Por outro lado, temos os balconistas que se queixam do reparadores que solicitam as peças erradas , por não conhecerem as especificações de aplicação, o código do produto,etc. Os motoqueiros que se queixam de sairem várias vezes, para o mesmo destino, pois os reparadores não solicitam as peças de uma única vez.
Enfim, todos se queixam de todos. Porém onde reside e começa o problema?
Em quem compra, que não identifica claramente o que deseja?
Em quem vende, que não faz questionamentos sobre a aplicação do produto a ser adquirido e que muitas vezes não conhece o produto que está vendendo?
Do motoqueiro que está sempre apressado em ir buscar a peça?
Há quem diga que nossos profissionais não têm o hábito de lerem. Agem por impulso e por ensaio e erro;isto porque não contabilizam as despesas geradas por transtornos gerados pela ineficiência de processos de comunicação.
Se formos mais a fundo, quantas vezes o colaborador é informado sobre as regras do jogo, já estando dentro da partida. Ou seja, as normas da empresa são passadas aos poucos, quando surgem os problemas e não logo no início do contrato. Aliás, o contrato muitas vezes é apenas de caráter moral, nada documentado, contando com o bom senso das partes envolvidas, que a princípio concordam com tudo e somente com a convivência, começam a questionar os acordos feitos, por se julgarem prejudicados .
Nossas empresas realmente precisam trabalhar na construção de uma nova cultura.
Precisamos criar em nossos profissionais , o hábito de documentar, de monitorar resultados e promoverem análises.
Certa vez perguntei aos colaboradores de uma empresa, se os mesmos sabiam quantos carros eram reparados por mês e ninguém soube me responder, pois não tinham este feedback.
Quantas peças foram vendidas? Quantas devoluções foram feitas? Quantos orçamentos perdidos?
Meus amigos vamos refletir sobre o óbvio:
Como atingir metas sem parâmetros ou comparativos?
Como visualizar o todo, fragmentando as informações?
Se não apresentarmos aos colaboradores, nossas demandas, nossas falhas, nossos prejuízos e ainda, nossas possibilidades de crescimento, como contar com seu comprometimento?
Assim, a comunicação deve ser mais assertiva e objetiva no ambiente de trabalho.
Planilhas precisam ser socializadas e trabalhadas, tornando todos conhecedores e responsáveis pela realidade apresentada.
Comunicação não consiste somente em informar, mas também em formar , através da construção de conhecimentos gerados pela discussão da prática.
Profissionais alienados, não se comprometem. Acham que já fazem sua parte, pois chegam no horário e não faltam. Sabemos que não basta estar presente, executando tarefas rotineiras. Precisamos de profissionais capazes de pensar processos de melhorias, de oferecerem sugestões e promoverem mudanças.
Assim sendo, vamos refletir sobre nossa comunicação junto as nossas equipes de trabalho, ou mesmo, entre sócios.
Vamos pensar se estamos registrando nossos acordos, nossos projetos e metas. As palavras, muitas vezes se perdem com o tempo e se esvaziam sem as atitudes.