Aliás, já podemos encontrar muitos livros abordando o assunto como:”Resiliência: descobrindo as próprias fortalezas,de Aldo Melilo e Elbio Nestor Suárez Ojeda.
Estes autores relatam que o conceito de Resiliência, passou de uma fase de “qualidades pessoais”, para o conceito mais atual de “atributo da personalidade.Diante de inúmeras incertezas que promovem ansiedade, medo e pressões simultâneas sobre a nossa capacidade de respostas; precisamos obter um novo aprendizado:o da resiliência como capacidade de suportar adversidades, sem perder o controle emocional e a competência de buscar soluções criativas e inovadoras.Ou seja, ter uma postura assertiva diante de um cenário de crises em que não existem receitas prontas que possam garantir o sucesso . Vivemos uma crise de valores, em que pessoas e empresas, precisam discutir de forma mais profunda, quais os comportamentos mais adequados a serem adotados dentro das organizações e que terão impacto em toda sociedade. A Lei da vantagem ou mesmo, a famosa “Lei de Gerson”, não atendem mais nossas necessidades, pois as mesmas traduzem pensamentos individualistas, desalinhados dos propósitos maiores de sustentabilidade da relação de trabalho e emprego do novo milênio.Os profissionais precisam de fato desenvolver seus diferenciais, capacitando-se para atuarem de maneira mais comprometida com os resultados.
As empresas em momentos de crise; precisam investir na formação de pessoas capazes de assumirem atitudes resilientes, pois precisamos potencializar a flexibilidade nas relações de trabalho.Como podemos fazer isto? Buscando coerência entre discurso e prática.Vivendo nas relações, princípios de respeito, melhoria contínua ,reconhecimento de boas práticas entre outros.
Não basta afirmarmos uma idéia, é preciso vivê-la.
Assim, não basta dizermos que vamos transformar crise em oportunidades ,se não aceitamos idéias novas e continuamos promovendo formas obsoletas de atuação.
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