terça-feira, 29 de setembro de 2009
Quanto vale nossas escolhas?
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Grupo de estudo MBA-FGV
Este foi meu grupo de Trabalho na disciplina Elaboração de Projetos, segundo o PMI. Estamos na reta final do curso Gestão Estratégia de Pessoas, pela FGV.
QUANDO ACREDITAMOS, A TRANSFORMAÇÃO ACONTECE!
Iniciei em abril de 2009 e com toda equipe vem acontecendo pequenas trasformações, não só no aspecto físico do local, mas principalmente, no ambiente humano de trabalho.
Tenho total colaboração de todos e sinto um imenso prazer em estar com todos eles.
São estagiários dos cursos de Administração de Empresas e Recursos Humanos que fazem o atendimento aos candidatos e empregadores.
Todos são ótimos, comprometidos, sérios e sensíveis. Fizemos neste curto período:
Festa Junina, despedida de um funcionário que foi trabalhar em outra unidade,um almoço em equipe,aniversariantes do mês, palestras voltadas para candidatos e participações em ações sociais como Ação Gastau, Participação junto Ass. Comercial e Adventur.
Este ambiente favorável de trabalho foi construído , graças a ajuda e colaboração de minha parceira de trabalho Andréia que me apoia e colabora comigo em minhas iniciativas.
Ela é o meu suporte e grande apoiadora em todas as minhas iniciativas. Sem alguém como ela ao meu lado, as transformações e conquistas seriam mais lentas e talvez, menos prazerosas.
Todos nós precisamos ter ao nosso lado, pessoas que possam nos auxiliar, pois sozinhos nada conseguimos conquistar.
Vou sentir falta, quando eles concluirem seus estágios e forem embora.
Porém sei que, muitos deles, levarão as melhores recordações deste período de convivência que tivemos.
É muito bom, estar ao lado de pessoas jovens.
Eu particularmente, gosto muito desta troca, pois com eles, aprendo a ser mais jovem em minha forma de pensar e agir.
VALE APENA SE PROPOR A FAZER A DIFERENÇA , SEMPRE!
O exercício da pró atividade

Muitos empresários, conseguem elaborar uma análise da realidade, identificando mudanças no comportamento dos clientes ou mesmo, nas relações estabelecidas pelo mercado de oferta e procura por produtos e serviços.Porém, não conseguem adotar comportamentos que respondam a estas novas necessidades comerciais, pois ainda esperam que as soluções venham de fora das empresas.Tais atitudes demonstram claramente, o quanto podemos estar sendo reativos, respondendo aos problemas quando eles deixaram de ser inevitáveis.Afirmando constantemente que não podemos fazer nada e que temos que aceitar as coisas como são.Reagimos aos acontecimentos, com uma postura de defesa ou ataque, quando poderíamos adotar comportamentos proativos, que vão além da aplicação de nossa capacidade de prevenção e alcançam níveis elevados de iniciativa e criatividade.Pessoas dotadas de proatividade antecipam-se aos acontecimentos e estão sempre buscando soluções inovadoras, aplicando não apenas a inteligência prática como a inteligência emocional. Conseguem ver não apenas o momento presente e suas dificuldades, mas projetam o futuro buscando oportunidades, através do exercício permanente da VISÃO,do OTIMISMO e da Auto-Estima. Na verdade, antes mesmo de sermos proativos, precisamos acreditar que podemos ter boas idéias, valorizando nosso potencial inovador, e ainda, estarmos preparados para críticas e objeções.Pessoas que não aceitam idéias contrárias as suas, têm dificuldade de negocição ou mesmo de perceberem oportunidades, onde elas parecem não existir. Sofrem porque as coisas não são como elas gostariam que fossem, mas não reagem de forma positiva ou buscam soluções que possam ajudá-los a administrar melhor a situação-problema.Vale a pena refletirmos sobre como administramos nosso negócio, nossa vida ou mesmos nossos projetos, pois a ciência vem nos apresentando estudos que comprovam, o quanto podemos comprometer a nossa rotina, com pequenas atitudes de derrotismo, acomodação e reatividade. Isto significa que devemos investir em nós mesmos, capacitando-nos para práticas inovadoras e respostas mais rápidas ás demandas do mercado.Falo sempre em , sair da chamada “zona de conforto” em que nos colocamos como vítimas e receptores passivos dos acontecimentos, para nos tornarmos agentes críticos capazes de promovermos mudanças e tomarmos decisões. Na verdade nosso negócio depende de algumas iniciativas que só dependem de nós. Enquanto permanecermos aguardando mudanças no comportamento dos clientes, fornecedores, colaboradores, políticos entre outros, certamente, continuaremos apenas adotando comportamentos reativos de “apagarmos incêndios”. Creia, se desejas que algo mude, comece sempre por e com VOCÊ.
A prática da paz

Vivemos tempos de guerra. Tempo em que saímos as ruas, sem a certeza de que voltaremos para nossos lares.Pior que esta percepção, é o sentimento de perda de proteção ou , descrença na seriedade de nossas Instituições Governamentais.
Tempo de revisão de valores sobre o que é importante e o que é essencial. Lendo um livro:”Os 7 hábitos das pessoas muitos eficazes”, li algo que me fez refletir.O autor fala sobre a ética da personalidade e do caráter. Mostra-nos que hoje: Parecer Ser é mais importante do que, Ser de fato.
A ética da personalidade, que consiste em você se moldar as exigências sociais, prevalece sobre a ética do caráter que considera a base do sucesso a integridade, persistência, coragem, justiça,diligência e a integridade.
A frase “ De tão habituados a colher onde não semeamos, tenhamos esquecido da necessidade de semear”.As pessoas sempre colhem o que semeiam, não há atalhos.
Diante de todas estas idéias, pensei em Nós. Pensei no Grupo do qual fazemos parte e da importância que ele ocupa em nossa vida. Refleti sobre a necessidade inerente ao ser humano de se agrupar para cultivar e promover a manutenção de valores. De poder em grupo, praticar a ética do caráter, mesmo que não seja esta a tônica pregada pelos homens que detêm o poder da informação, da força e de promoverem a guerra, com argumentos de que desejam a PAZ.
Tempos de guerra, pedem gestos concretos pela paz. Gestos que possam ser praticados em nossa casa, junto aos nossos familiares.Gestos que possam ser praticados em nossa empresa e em nosso Grupo de Trabalho.
A prática e o exercício de semear o bem, precisam voltar a fazer parte de nossa rotina. O desejo de que podemos Ser, deve prevalecer sobre a pressão social em Ter.
Se cultivarmos a ética do caráter, não nos curvaremos a representar um personagem passivo e alienado, o qual nos obrigam a interpretar, tentando tirar de nós nosso senso crítico e nossa capacidade de indignação.Mais ainda, tentam tirar de nós a fé, a esperança e o sentimento de compaixão.
A intolerância, o orgulho e a vaidade, tornam a arte do Poder, um instrumento frágil e inoperante, nas mãos daqueles que se omitem, perante as aflições da humanidade.
A necessidade de estarmos em Grupo, se traduz hoje não apenas pela necessidade humana de nos integrarmos, mas de nos protegermos e proteger nossas crenças, sentimentos e utopias.De não nos perdermos entre a multidão confusa entre o que ético, moral ou legal; sem referências ou perspectivas de melhorias em sua vida,de seus filhos e amigos.
O Grupo representa um espaço de exercício humano, onde podemos praticar a ajuda mútua, sem interesses;o amor fraterno que prevalece sobre as diferenças;o aprendizado empírico que reforça as ideologias e práticas tecnológicas. A humanização das relações, sobre a superficialidade dos encontros informais e descomprometidos com os interesses comuns e a felicidade coletiva.
O encontro pode ser ocasional, porém permanecermos juntos, é opcional. O re-encontro é um desejo planejado, transformado em realidade através de nossa disponibilidade em querermos estar junto com o outro.
Todos os meses, temos oportunidades de nos re-encontrarmos e experimentarmos emoções que fortaleçam o verdadeiro encontro, que não é de pessoas mas de almas e mentes que acreditam no poder da construção coletiva.Que nossos encontros sejam sempre motivo de celebração da vida.
Que saibamos valorizar este presente que construímos juntos, pois fizemos-nos merecedores e protagonistas desta história de 12 anos de convivência.
Que Deus possa iluminar nossas mentes e nos mobilizar para vermos as oportunidades que temos em Grupo, de promovermos a PAZ e de desenvolvermos a ética do caráter entre nós.
Paz a todos.
O imediatismo que retarda o crescimento

Muitos reconhecem que os tempos atuais exigem agilidade e precisão nas respostas. As pessoas vivem correndo de um lado para o outro, em busca de soluções que requeiram pouco esforço e baixo nível de comprometimento. Na minha percepção, falta-nos o hábito de planejarmos o que desejamos e ainda mais, nos prepararmos para atingirmos objetivos, identificando as tarefas a serem feitas. Todos desejamos obter os melhores resultados, mas nem sempre estamos dispostos a fazer os “sacrifícios”, ou seja, mudar nossas práticas e nossos antigos hábitos.
Isto leva-nos a encarar as decisões como atos heróicos e momentâneos, tomados de forma impulsiva, quando a emoção prevalece sobre a razão.
Constantemente ouvimos empresários relatarem suas experiências, colocando no mercado a justificativa para suas perdas de rendimentos, dificuldades em atenderem, venderem serviços e produtos. Porém ao serem questionados sobre o que estão fazendo dentro das empresas, para reverterem a situação, ainda ouço: - “Mas o que eu posso fazer?”
Muitos não conseguem fazer a leitura crítica de suas práticas, identificando suas falhas de controle e planejamento. Na verdade, trabalha-se muito no segmento automotivo, porém muitas vezes sem “foco”, não estabelecendo claramente onde deseja-se chegar.A falta de metas e de clareza nos resultados, provoca imediatismos, pois quando as oficinas estão cheias, as lojas vendendo, os distribuidores abastecendo o mercado, não existe a mesma preocupação em discutir processos e procedimentos. Aliás, não há monitoramento e controle quanto ao que fazemos e os resultados são medidos apenas pela capacidade em pagarmos as contas e não baixarmos nossas retiradas.
É preciso rever nosso pensamento e nossos comportamentos, se quisermos atingir um ponto de equilíbrio em nossas empresas. Temos que sair um pouco do operacional e nos dedicarmos um pouco mais ao planejamento. Precisamos entender o que significa planejar e ainda, adquirirmos o hábito de olharmos para trás e vermos o que fizemos e os resultados que obtivemos, tanto positivos como negativos.Mais ainda, termos a coragem de assumirmos nossos erros e aceitarmos aprender uma forma diferente de trabalhar.Precisamos aproveitar melhor o tempo, não esperando que o problema entre em nossa empresa para reagirmos. È preciso ser pró-ativo e deixarmos o imediatismo para os amadores.
Somos profissionais que podem reagir as mudanças do mercado como também podemos influenciá-lo.
O que desejamos para o futuro, precisamos começar a planejar hoje.Mais ainda, precisamos fazer a lição de casa que exige: dedicação, prontidão, vontade e racionalidade sobre nossa administração.
O imediato nem sempre é o que irá se manter, pode ser apenas o mais fácil não o mais duradouro.
Aí reside a diferença entre o eficiente e o mais eficaz.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Encontro com a natureza
Ainda vemos nas ruas, pessoas que jogam seu lixo em locais públicos, contaminam rios e maltratam animais.
Ouvi uma expressão que me fez pensar sobre nosso caminho ruma a uma geração mais consciente e educada para viver em coletividade: Crescer por crescer, qualquer célula cancerígena cresce, mais desenvolver é algo que exige planejamento, execução, correção e melhoria contínua. Requer processo de culturação e propósitos de uma qualidade de vida para todos.
Precisamos nos desenvolver e não crescer.
Sinto que precisamos reaprender a respeitar as diferenças e os diferentes.
Precisamos aprender a observar e ouvir, sem emitir opiniões. A ir para o MBA para aprender e não tirar notas para ter um diploma. Eu estou exercitando todos estes aprendizados, todos os dias.
Aprendo todos os dias que promessas, nunca me deram nada do que eu esperava.
Onde eu estiver, quero sempre ver o brilho da lua.
Onde eu estiver, quero ter luz própria para iluminar o meu caminho e de quem estiver próximo .
Rafting em São Luís do Paraiting/ julho 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
CRUZEIROS PARA BÚZIOS 2007

De Bem com a Vida!


Cuidar da saúde , sempre amei praticar atividade física. Adoro alongar, correr e malhar. Sinto-me viva quando percebo que estou me exercitando e sentindo meu corpo integrado a minha mente. Integração esta, que se manifesta quando ouço uma boa música ou ainda, quando sinto o pulsar de uma vida, dentro do meu peito.Gosto de acordar cedo, para viver mais.
São tantas as pessoas que passaram pela minha vida e que me deram muito mais do que eu merecia receber, que certamente não caberiam nesta página.
A Lei da Atração

Prezados leitores, quero compartilhar com vocês um tema que está sendo muito divulgado e comentado nos últimos meses entre leitores que apreciam os estudos de Neurolinguística e Metafísica.
Embora entre os estudiosos do comportamento humano, este tema já seja conhecido, vale a pena refletirmos sobre o impacto de tais conceitos e crenças em nossa vida,estabelecendo uma analogia com que vivenciamos nas empresas.
Geralmente nos deparamos com pessoas desmotivadas com sua empresa, mostrando-se descrentes com as perspectivas do mercado.
Sem dúvida, todos os dias nos deparamos com situações desafiadoras que exigem de nós um equilíbrio emocional, cada vez maior para administrarmos os conflitos, com os quais nos deparamos diariamente. As pressões surgem de todos os lados: família, clientes, amigos, sem contar com a pressão interna que habita em cada um de nós. Diante deste contexto, precisamos aprender a re-programarmos nossa mente, procurando ver nas adversidades, oportunidades de desenvolvimento e aprendizado. Nossa visão pode comprometer nossas atitudes e reações, prejudicando-nos ou favorecendo-nos na busca de soluções criativas. Não se trata apenas de pensarmos positivo,pois não é algo mágico que se resolve sem nosso esforço ou comprometimento. Trata-se de uma mudança de postura, identificando claramente o que desejamos; acreditando que é possível e permitindo sua realização. A Lei da Atração nos mostra que quanto mais dedicarmos atenção a uma situação, seja ela positiva ou negativa , mais atrairemos esta vibração para junto de nós. Isto significa que , nossas palavras negativas fortalecem e prolongam nossa ansiedade, medo ou raiva fazendo com que não sejamos capazes de vermos soluções para os nossos problemas. Pessoas que expressam constantemente suas insatisfações, mesmo que estejam diante de uma oportunidade, não conseguem percebê-las, pois estão sempre prontas para receberem apenas aquilo que suas vibrações lhes oferecem.
Precisamos adotar uma postura mais assertiva em relação a nossa forma de pensar e reagir na empresa. È fundamental que estejamos atentos as nossas palavras, pronunciando sempre aquilo que desejamos e não o contrário. Precisamos fazer o exercício da valorização das conquistas, incentivando nossos colaboradores e a nós mesmos, em nossas pequenas conquistas diárias.
Vale a pena investirmos nas realizações, vibrando cada vez mais positivamente em relação aos nossos objetivos. Afinal, não são os acontecimentos que nos impedem de crescer, mas nossa forma de os encararmos .Fazermos do limão uma limonada, depende exatamente de nosso paladar e do que realmente desejamos.
PROCRASTINAR :ato de adiar, atrasar e deixar para depois
Diante desta definição, podemos refletir sobre como agimos no dia-a-dia.
Conseguimos identificar o que é urgente, importante e acidental?
Na verdade a organização do tempo está intimamente vinculada ao estabelecimento de prioridades. Quando temos muitas coisas por fazer, cabe uma análise sobre o que o atraso, poderia nos trazer de aborrecimentos e complicações. Assim, pode ser mais interessante , fazer o que precisa ser feito por nós mesmos e não adiarmos, ou transferirmos para outros.
O ato de procrastinar, pode nos trazer sérios transtornos . Um pesquisador da USP, defendeu sua tese de mestrado afirmando que pessoas que utilizam desta prática, tornam-se pessoas não confiáveis nas organizações. Ou seja, as pessoas percebem com o tempo que não podem contar com ela, deixando de oferecer-lhe tarefas de maior responsabilidade.
O que pode ser engraçado no início, torna-se trágico quando se trata de relacionamentos que exigem precisão e pró-atividade.
Nos tempos atuais, a velocidade da informação adquire aspectos cada vez mais exigentes. Ninguém tem tempo ou quer esperar. Tudo é pra ontem e na maioria das vezes, ocorrem com atraso e sem a qualidade necessária.
Assim, vamos refletir como cada um de nós, enquanto prestadores de serviço agimos em relação aos nossos compromissos.
Estamos sempre deixando pra última hora, pois gostamos de adrenalina? Gostamos do perigo?Ficamos esperando a melhor idéia que surge sempre no último momento?
Este especialista da USP, em entrevista ao Programa da Sra.Silvia Popovic, afirma que pessoas que deixam as coisas pra última hora, ou adiam muito, na verdade são inseguras e temem o fracasso. Assim utilizam-se da falta de tempo para justificarem seus trabalhos: “Se eu tivesse mais tempo, ficaria melhor”.Por não confiarem em sí mesmas, ficam aguardando por algo que possa livrar-lhe do compromisso e na última hora , seja dispensado da tarefa.
O momento nos solicita uma reflexão: Que profissionais somos? Que profissionais desejamos ser?
O que precisamos rever em nosso comportamento, para que tenhamos melhores resultados? Aliás , como avaliamos nossos resultados diários?
Nossos relacionamentos, podem nos dar este feedback. Se as pessoas estão sempre nos cobrando algo, ou ainda se estamos sempre sendo pressionados, podem ser sinais ou sintomas de nossa procrastinação.
Vamos refletir e começar a entender melhor:
O que é importante: Precisa ser feito por nós.Agrega valor ao trabalho
O que é urgente: Não pode ser adiado, pois já era importante e agora, já não temos mais tempo para adiamentos.Geralmente não agrega valor e sim estresse, culpa e cobrança.
O que é acidental? Vai acontecer de qualquer forma, independente de nós.
Como todos nós , estamos sempre em processo de aprendizagem, vale a pena nos auto-avaliarmos e promovermos um plano de mudança e melhoria pessoal.
Bom trabalho!
Não tenho Tempo

Quando pensamos nas inúmeras coisas que temos a fazer, vem sempre aquela frase usual: Não tenho tempo.
Não tenho tempo para conversar com meu sócio sobre os rumos de nossa administração.
Não tenho tempo para conversar com meu contador sobre a situação da Empresa.
Não tenho tempo para conversar com meus colaboradores sobre o que precisamos melhorar no nosso dia-a-dia.
Não tenho tempo para ligar para meus clientes para consultar-lhes sobre o atendimento recebido.
Não tenho tempo de atualizar equipamentos.
Não tenho tempo para me atualizar e aprimorar meus conhecimentos.
Não tenho tempo para visitar um fornecedor, ou mesmo um parceiro de trabalho.
Não tenho tempo para analisar meu leque de serviços e procurar novas oportunidades de negócio.
Não tenho tempo para divulgar meu trabalho e minha empresa nos veículos de comunicação locais.
Não tenho tempo para participar de Feiras, encontros do Setor, Grupos enfim, não tenho tempo.
Não tenho tempo para responder meus e-mails nem de acessar uma aula pela Internet.
Na verdade, não tenho tempo para fazer estas coisas, pois estou sempre muito ocupado.
Quanto á minha família, não tenho tempo para estar com eles.
Não tenho tempo para viajarmos juntos, para almoçarmos juntos, para conversarmos sobre nossa relação familiar.
Não tenho tempo para estar com meu filho, olhar o seu caderno, ou interessar-me por sua vida.
Gente, não tenho tempo nem para cuidar de minha própria saúde!
Quantas vezes, você, eu, muitos de nós repetimos estas frases como se fosse algo natural.
Sobrevivemos, pois passamos pela vida, olhando-a pela janela de nossos olhos perdidos nos problemas que criamos e não conseguimos nos desprender deles, como se fossem a única razão de nossa existência.
Quero refletir com vocês, meus queridos leitores, quem é o dono do nosso Tempo?
Como gastamos cada segundo de nossa vida e com o que? Pois se não temos , algo ou alguém está se apropriando de nosso valioso Tempo.
Utilizamos frases como: Perder tempo. Como perder algo que não temos?
Como nos propomos a ter um negócio e não nos dedicarmos ao nosso sucesso?
Quantas vezes somos displicentes, gastando energia em situações de menor valor e importância, desviando nosso foco para o que é essencial para nossa felicidade.
Você já deve ter ouvido a expressão: Auto-sabotagem. Ela existe quando sem perceber, não investimos em coisas que podem fazer a diferença entre viver e sobreviver.Entre ter resultados e “ apagar incêndios” do dia-a-dia.
A Empresa idealizada por nós, na verdade, não existe, pois sempre teremos situações a serem consideradas, resolvidas e isto faz parte de nossa aprendizagem. Pode parecer estranho, mas as dificuldades nos ensinam mais que as facilidades. Para vermos os fatos como desencadeadores de crescimento, precisamos encontrar o que perdemos; o nosso Tempo.
Precisamos encontrar Tempo para analisar o que estamos fazendo e como estamos construindo nossa rotina, nossas metas e como estamos definindo nossas prioridades. Precisamos encontrar o Tempo devido para ouvir as pessoas e principalmente, a nossa própria consciência.
Precisamos nos apropriarmos novamente de nosso Tempo, valorizando cada segundo como um presente precioso e irrecuperável.
Procure o seu Tempo, ele pode estar muito mais próximo do que imagina, ao alcance de suas mãos, basta desejá-lo verdadeiramente e trazê-lo para mais junto de você, como um forte aliado.
Vamos nos Comunicar?
A comunicação nas Empresas, sempre foi alvo de desencontros, pois muitas coisas são tratadas apenas verbalmente, não havendo a prática de se registrar o que foi dito, nem tão pouco os encaminhamentos definidos como sendo necessários.
Em Oficinas,Centros Automotivos,Auto Peças e Distribuidoras, geralmente encontramos certas resistências quando tratamos de implantações de check-list, controles de resultados, Ordens de Serviço,etc, pois a pressa na execução do serviço ou no atendimento do pedido, faz com que os profissionais queimem etapas importantes de procedimentos preventivos.
A falta de prática em promovermos anotações, cria uma cultura de “negação aos papéis”, pois os mesmos retardam os atendimentos.
Quantas vezes, serviços são refeitos, prejuízos são acumulados, devido a falta de informações nos diagnósticos, bem como a falta de leitura do que está escrito, por parte daqueles que estão diretamente envolvidos na execução do trabalho.
È comum ouvirmos os reparadores, reclamarem do atendimento do balconista, que pouco explora as informações e enviam peças erradas, gerando re-trabalho.Por outro lado, temos os balconistas que se queixam do reparadores que solicitam as peças erradas , por não conhecerem as especificações de aplicação, o código do produto,etc. Os motoqueiros que se queixam de sairem várias vezes, para o mesmo destino, pois os reparadores não solicitam as peças de uma única vez.
Enfim, todos se queixam de todos. Porém onde reside e começa o problema?
Em quem compra, que não identifica claramente o que deseja?
Em quem vende, que não faz questionamentos sobre a aplicação do produto a ser adquirido e que muitas vezes não conhece o produto que está vendendo?
Do motoqueiro que está sempre apressado em ir buscar a peça?
Há quem diga que nossos profissionais não têm o hábito de lerem. Agem por impulso e por ensaio e erro;isto porque não contabilizam as despesas geradas por transtornos gerados pela ineficiência de processos de comunicação.
Se formos mais a fundo, quantas vezes o colaborador é informado sobre as regras do jogo, já estando dentro da partida. Ou seja, as normas da empresa são passadas aos poucos, quando surgem os problemas e não logo no início do contrato. Aliás, o contrato muitas vezes é apenas de caráter moral, nada documentado, contando com o bom senso das partes envolvidas, que a princípio concordam com tudo e somente com a convivência, começam a questionar os acordos feitos, por se julgarem prejudicados .
Nossas empresas realmente precisam trabalhar na construção de uma nova cultura.
Precisamos criar em nossos profissionais , o hábito de documentar, de monitorar resultados e promoverem análises.
Certa vez perguntei aos colaboradores de uma empresa, se os mesmos sabiam quantos carros eram reparados por mês e ninguém soube me responder, pois não tinham este feedback.
Quantas peças foram vendidas? Quantas devoluções foram feitas? Quantos orçamentos perdidos?
Meus amigos vamos refletir sobre o óbvio:
Como atingir metas sem parâmetros ou comparativos?
Como visualizar o todo, fragmentando as informações?
Se não apresentarmos aos colaboradores, nossas demandas, nossas falhas, nossos prejuízos e ainda, nossas possibilidades de crescimento, como contar com seu comprometimento?
Assim, a comunicação deve ser mais assertiva e objetiva no ambiente de trabalho.
Planilhas precisam ser socializadas e trabalhadas, tornando todos conhecedores e responsáveis pela realidade apresentada.
Comunicação não consiste somente em informar, mas também em formar , através da construção de conhecimentos gerados pela discussão da prática.
Profissionais alienados, não se comprometem. Acham que já fazem sua parte, pois chegam no horário e não faltam. Sabemos que não basta estar presente, executando tarefas rotineiras. Precisamos de profissionais capazes de pensar processos de melhorias, de oferecerem sugestões e promoverem mudanças.
Assim sendo, vamos refletir sobre nossa comunicação junto as nossas equipes de trabalho, ou mesmo, entre sócios.
Vamos pensar se estamos registrando nossos acordos, nossos projetos e metas. As palavras, muitas vezes se perdem com o tempo e se esvaziam sem as atitudes.
domingo, 20 de setembro de 2009
DEIXE COMIGO
Refiro-me ao fato de termos diversos colaboradores sobre nossa coordenação que não conseguem desenvolver seu trabalho com eficiência , pelo simples fato de estarmos por perto. Até que ponto nossa presença pode bloquear iniciativas ou mesmo, gerar acomodações ?
É preciso analisar caso a caso, buscando um ponto de equilíbrio entre tomar a frente da situação e saber cobrar responsabilidades. Se temos pessoas responsáveis por determinadas tarefas como: elaborar um orçamento, cotar uma mercadoria ou efetivar um recebimento ou cobrança, por que temos que atropelar o processo, assumindo a execução de tarefas que deveriam ser delegadas e supervisionadas por nós? È importantíssimo monitorarmos cada atendimento, avaliando constantemente a eficácia de nossa empresa. Porém , se estivermos presos em tarefas operacionais de rotina, não teremos tempo para lançarmos um olhar crítico sobre nossa prática empresarial. Não adianta criarmos procedimentos, se somos os primeiros a não cumprí-los. Nossos colaboradores esperam que nós, empresários, diretores, gerentes demos o exemplo.
Se estamos sobrecarregados, pois não podemos contar com uma equipe ágil e comprometida, vale repensarmos como tratamos estes procedimentos .Se não temos tempo de ensinar ou mesmo cobrar, então quando poderemos deixar de fazer?
As pessoas precisam do mínimo de autonomia para assimilarem suas funções e ainda, saberem que são elas mesmas que deverão fazê-las. Portanto, precisam se empenhar no aprendizado e estarem cientes das conseqüências de seus erros.
O famoso:”- Deixe comigo” precisa dar lugar a outras expressões como:”- Onde está sua dúvida? Como você costuma fazer ?”Vou orientá-lo desta vez, porém na próxima você deverá fazer sozinho”. Esta tarefa não é tão simples assim, pois há quem prefira fazer , do que solicitar que alguém faça. È uma decisão a ser tomada, pensando não apenas no momento presente, mas no futuro. Você pode estar resolvendo um problema hoje e criando outros, com os quais irá conviver durante muito tempo.
Você pode ter começado sozinho ou com poucos colaboradores, porém se hoje já conta com uma equipe maior, saiba aproveitá-los e prepare-se para delegar. Delegar não significa deixar de orientar ou cobrar resultados. Este ato requer conhecimento profundo do trabalho que está sendo oferecido por seus colaboradores , a percepção de seus clientes e o discernimento sobre as exigências do mercado .
O Resultado de um Trabalho

Fui visitar a Distribuidora Koga-koga, juntamente com meus atuais clientes Sr. Celso e Júnior da Dispemec.
Foi um reencontro emocionante, pois recebi tanto carinho de tantas pessoas com as quais compartilhei conhecimentos, emoções e aprendizados, há tantos anos atrás.
Por alguns instantes, voltei no tempo e me ví em uma etapa importante de minha trajetória profissional.
Sempre fui movida pelo entusiasmo e pela fé, enfrentando as minhas próprias inseguranças , medos , assim pude aplicar nesta empresa, toda minha energia e vontade em fazer a diferença na vida das pessoas.
Valeu a pena!!!
Logo que cheguei, recebi um abraço forte do Sr. Pedro Vicentini, os agradecimentos de Luiza, uma técnica de T.I inteligentíssima e sensível, um sorriso de Léia , uma funcionária que atua em uma área muito estratégica da empresa. Recebi uma recepção carinhosa de Márcia Koga, com quem compartilhei muitos aprendizados.
Foi marcante este reencontro e veio na hora certa , pois eu precisa confirmar, minha missão.
Quando você começa a ouvir pessoas falarem coisas sobre você, diferente daquilo que você se propõem a fazer, é hora de olhar para trás.
Minha intenção foi ainda,promover a aproximação entre pessoas especiais, com as quais já atuei e atuo. Acredito que todas elas podem se conhecer melhor , trocarem experiências e fazerem bons negócios , mesmo depois de concluirmos um trabalho de consultoria ou coach.
Não foi para me auto promover, até porque não esperava que iria receber manifestações carinhosas e agradecimentos, após tantos anos sem ter contato com estas pessoas.
Sai desta experiência com uma certeza: Seja o que eu me proponha a fazer, a responsabilidade é sempre grande, pois posso marcar a vida das pessoas e graças a Deus, pude constatar que para estas pessoas, eu já deixei marcas POSITIVAS .
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
COMO É BOM TERMOS O QUE AGRADECER!!!!
Quando estamos entre amigos, ou com as pessoas que escolhemos para serem nossos pares, queremos dividir com eles, momentos que se tornam especiais.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
O caráter educativo das empresas

Temos, primeiramente, que apontar quatro viabilizadores da transmissão de conhecimento que precisam ser planejados e alinhados: cultura, tecnologia, infra-estrutura e medições. Nenhum deles basta sozinho.
Embora todos sejam cruciais, um deles é o mais difícil de se modificar. Estamos nos referindo à existência da cultura que cada empresa, divisão e departamento possui.
"Cultura é a combinação da história, das expectativas, das regras informais e dos costumes sociais comuns que afetam o comportamento de todos, dos gerentes aos funcionários da expedição". (Livro: As melhores práticas Gerenciais,Carla O'Dell, C. Jackson Grayson Jr., Editora Futura).
Se a tendência de sua empresa é compartilhar e colaborar, tudo que temos a fazer é eliminar as barreiras estruturais e providenciar os viabilizadores (como tecnologia e facilitadores) para que a troca de conhecimento flua da melhor maneira possível. Porém, se a natureza da sua empresa é acumular e centralizar conhecimentos, estamos diante de uma questão comportamental, pois assimilar e compartilhar conhecimento são atividades sociais que acontecem entre as pessoas.
É importante ressaltar que quando estamos em grupo, não aprendemos somente regras e procedimentos manifestos. Aprendemos também o que forma o inconsciente coletivo deste grupo, suas estratégias de sobrevivência, seus processos de sabotagem, a manutenção do poder e os jogos existentes nas relações de conflito, etc. Para tornar isto mais claro, as vezes ouço as pessoas dizerem que sempre tiveram idéias para melhorar os resultados do seu setor, ou mesmo da empresa, mas nunca foram encorajadas a expor estas idéias, por questões simples: "Não há ambiente para isto. As pessoas não oferecem espaço para o diálogo aberto sobre os problemas, nem buscam as soluções através estratégias planejadas em conjunto. As coisas vêm de cima para baixo".
Pois bem, a cultura de uma empresa pode se transformar em uma grande inviabilizadora de novas práticas administrativas. Pois ela ocasiona demora na tomada de decisão, levando sempre ao culto pelo "tradicionalismo conservador" que menospreza toda iniciativa em prol da criação de algo novo. Fica-se na exaltação das experiências bem sucedidas do passado e não consegue-se enxergar os desafios do presente que exigem despojamento, capacidade em ouvir, trabalho em equipe e capacidade em negociar e aprender e ceder. Habilidades organizacionais modernas que requerem novos paradigmas. A oficina, a loja, o distribuidor podem e devem ser espaços que facilitem o aprendizado não somente técnico mas, acima de tudo, o aprendizado da gestão do trabalho pelo conhecimento compartilhado. Ou seja, as pessoas podem aprender mais que vender, comprar, receber, cobrar, arquivar, embalar, atender, reparar, etc. Elas podem aprender que são capazes de prover a empresa com seus conhecimentos, habilidades, percepções da realidade e sensibilidade para construir um projeto sustentável. Elas podem aprender que suas mentes podem criar várias empresas de sucesso, como podem ainda inviabilizar qualquer processo de melhoria nas já existentes. Aos empresários cabe ampliar este espaço. O resultado é consequência de uma boa organização e capacidade em "aprender a aprender".
Vânia Lucia de Oliveira, psicopedagoga, especialização em Desenvolvimento de Recursos Humanos, atua no segmento automotivo e de autopeças desenvolvendo palestras, treinamentos e consultorias às empresas de reparação automotiva, lojas de autopeças e distribuição.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
A Liderança baseada em exemplo

Caros leitores, tenho recomendado aos meus clientes e amigos, a leitura de alguns textos que trazem conceitos importantes sobre liderança e que possam , de alguma forma influenciá-los em suas práticas, junto as suas equipes de trabalho.
No livro,”O monge e o executivo, de James C. Hunter”,o autor nos traz exemplos de lideres que marcaram a história da humanidade, através dos comportamentos que adotaram , frente a situações em que haviam conflitos de interesses.
Hoje, nos ambientes empresariais, crescem as necessidades em adotarmos uma postura de liderança capaz de influenciar pessoas e motivá-las a buscarem resultados em suas áreas de competência.
O conceito de liderança ainda não é reconhecido em sua essência na maioria dos casos, pois ainda temos pessoas que se negam a exercer uma liderança comprometida com os objetivos e adotam a força e a autoridade do cargo, ao invés do poder do convencimento pelo exemplo apresentado.
As atitudes convencem mais que as palavras, logo a liderança pelo exemplo, torna-se mais eficaz e atrai seguidores.
A dificuldade em abrir mão de algumas tarefas que não agregam valor ao trabalho, faz com que muitos “líderes” , optem pela centralização de ações que poderiam ser delegadas.
Geram relações de dependência junto aos seus colaboradores, fazendo com que os mesmos percam suas iniciativas e se tornem meros tarefeiros e executores motores.
Na verdade, a liderança ainda é um conceito a ser aprendido por todos nós, colaboradores e líderes.
Poucos grupos investem nesta formação, supondo que para exercer uma liderança eficaz , basta ser antigo no grupo, ou mesmo, ter um bom conhecimento, sem levar em consideração outros itens como: o relacionamento com as pessoas, a capacidade de organização, a iniciativa, o espírito de equipe e a capacidade em aprender.
Liderança é relacionamento, porém a habilidade social deve reverter em resultados práticos, coerentes com os objetivos e metas.
Resilência nas Empresas
Aliás, já podemos encontrar muitos livros abordando o assunto como:”Resiliência: descobrindo as próprias fortalezas,de Aldo Melilo e Elbio Nestor Suárez Ojeda.
Estes autores relatam que o conceito de Resiliência, passou de uma fase de “qualidades pessoais”, para o conceito mais atual de “atributo da personalidade.Diante de inúmeras incertezas que promovem ansiedade, medo e pressões simultâneas sobre a nossa capacidade de respostas; precisamos obter um novo aprendizado:o da resiliência como capacidade de suportar adversidades, sem perder o controle emocional e a competência de buscar soluções criativas e inovadoras.Ou seja, ter uma postura assertiva diante de um cenário de crises em que não existem receitas prontas que possam garantir o sucesso . Vivemos uma crise de valores, em que pessoas e empresas, precisam discutir de forma mais profunda, quais os comportamentos mais adequados a serem adotados dentro das organizações e que terão impacto em toda sociedade. A Lei da vantagem ou mesmo, a famosa “Lei de Gerson”, não atendem mais nossas necessidades, pois as mesmas traduzem pensamentos individualistas, desalinhados dos propósitos maiores de sustentabilidade da relação de trabalho e emprego do novo milênio.Os profissionais precisam de fato desenvolver seus diferenciais, capacitando-se para atuarem de maneira mais comprometida com os resultados.
As empresas em momentos de crise; precisam investir na formação de pessoas capazes de assumirem atitudes resilientes, pois precisamos potencializar a flexibilidade nas relações de trabalho.Como podemos fazer isto? Buscando coerência entre discurso e prática.Vivendo nas relações, princípios de respeito, melhoria contínua ,reconhecimento de boas práticas entre outros.
Não basta afirmarmos uma idéia, é preciso vivê-la.
Assim, não basta dizermos que vamos transformar crise em oportunidades ,se não aceitamos idéias novas e continuamos promovendo formas obsoletas de atuação.
"Nossa empresa é uma família"

Gestores devem estar atentos quanto aos sentimentos presentes no ambiente de trabalho. Devem deixar claro critérios de promoção, de gratificação atrelando-os sempre a resultados que devem ser conquistados. Todos são responsáveis diretos pelo seu desempenho e o mesmo deve ser mensurado através de metas bem planejadas pelos gestores.
Vale ressaltar que a empresa educa seus colaboradores e pode torná-los pró-ativos ou meros expectadores de crises que vão e vem. Pode gerar um ambiente intenso de aprendizado ou um ambiente protetor e reativo.
A empresa pode provocar o crescimento individual de seus colaboradores, mas não pode interferir na escolha de cada colaborador em aproveitar ou não oportunidades de crescimento por ela oferecidos. Nem sempre, o sucesso da corporação reflete o esforço individual de seus colaboradores. Podemos ter uma empresa empreendedora com colaboradores, cujos valores não convergem para uma melhoria contínua.
Nestas situações vale identificar competências a serem desenvolvidas e ainda, estabelecer parâmetros claros entre ser uma Empresa e ser uma Família, decodificando o que isto significa para o crescimento ou estagnação do negócio.







