segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Proatividade na Administração

Prezados leitores, quero compartilhar com todos vocês , uma reflexão a cerca de atitudes que podem fazer toda diferença quanto a sobrevivência ou desaparecimento de nossas empresas .Muitos empresários, conseguem elaborar uma análise da realidade, identificando mudanças no comportamento dos clientes ou mesmo, nas relações estabelecidas pelo mercado de oferta e procura por produtos e serviços; porém, não conseguem adotar comportamentos que respondam a estas novas necessidades comerciais, pois ainda esperam que as soluções , sejam aquelas já conhecidas e testadas no passado.
Tais atitudes demonstram claramente, o quanto podemos estar sendo reativos, justificando os problemas,sem adotarmos uma atitude criativa e inovadora.
Afirmando constantemente que não podemos fazer nada e que temos que aceitar as coisas como são; nos adaptamos aos acontecimentos  adotando uma postura de defesa ou ataque, quando poderíamos adotar comportamentos proativos que vão além da aplicação de nossa capacidade de prevenção. Pessoas que buscam a  proatividade , perguntam-se constantemente: "O que posso fazer diante desta situação, para  obter um resultado favorável aos meus propósitos ? Conseguem ver não apenas o momento presente e suas dificuldades, mas projetam no futuro, as consequências de suas possíveis decisões, buscando oportunidades através do exercício permanente da VISÃO. Na verdade, antes mesmo de sermos proativos, precisamos acreditar que podemos ter boas idéias ,valorizando nosso potencial inovador, e ainda, estarmos preparados para críticas e objeções.
Pessoas que não aceitam idéias contrárias as suas, apresentam uma certa dificuldade em administrarem as mudanças  e desta forma, estão sempre reagindo e se justificando com o passado. Acredito que sofrem porque não conseguem controlar tudo e todos , não reconhecendo  sua sensação ou crença de ser  impotente diante da realidade.
Vale a pena refletirmos sobre como administramos nossa empresa; nossa vida ou mesmo nossos projetos, pois  podemos comprometer a nossa existência com pequenas atitudes de derrotismo, acomodação e reatividade.
Podemos  hoje iniciar um processo de investimento em nós mesmos, capacitando-nos para práticas e respostas mais rápidas as demandas do mercado. A diferença  entre ganharmos ou perdermos, reside muitas vezes, no tempo que levamos para tomarmos uma decisão. O medo de correr riscos, nos torna reféns de uma  “zona de conforto” que nos coloca no papel de vítimas e receptores passivos dos acontecimentos.
Nossa sobrevivência depende de iniciativas e mudanças na forma como construimos nosso aprendizado; como pensamos os acontecimentos e ainda, como cremos que as coisas sejam ou possam ser. Noss pensamento norteia nosso comportamento e nossos sentimentos.
Logo, para termos a proativiade como ação, temos que   aprender a aprender.

A proatividade pode se manisfetar de forma mais espontânea, quando nos dedicamos a ouvir o que nem sempre é dito com palavras . Ao vermos as pessoas, além de suas aparências. Podemos construir sentimentos que nos impulsionem em direção de objetivos, alinhados a Valores Sustentáveis. Logo, entendo que a proatividade é mais que agir rápido .
Consiste em  desenvolvermos uma percepção mais abrangente e integrada das necessidades que o tempo apresenta.

Experiências que trazem aprendizados


Neste ano de 2009, estou tendo a oportunidade de atuação em uma Empresa de Prestação de serviço, em uma área totalmente diferente de tudo que já fiz.
Tal empresa atua na área de AVCB, Brigadas de Incêncio, Vistorias e Obras. Um cenário repleto de indicadores que favorecem, uma visão de negócios, para minha realidade , pouco convencional.
O que estou fazendo lá?
Procurando criar uma concepção de trabalho integrado e planejado, com foco em bons resultados.
Tal experiência, me proporciona conhecer realidades diferentes, novas especializações e ainda, aprimorar minha visão de negócios. Convivo hoje com jovens e pessoas dedicadas, que possuem uma rotina de contato com pedreiros, mestres de obras, engenheiros, militares do corpo de bombeiro e clientes exigentes como Coca-Cola, SHELL,entre outros.
Graças a esta experiência , pude ver São Paulo de cima de um prédio em construção. Pareceu-me um seriado da  HBO ou algo do gênero. Lembrei-me de Alice, um seriado que assiti há tempos atrás que mostrava uma cidade de São Paulo, repleta de vidas em busca de um sentido.Estão nesta foto: Audrey Reis, coordenadora de Obras; (verde) Ronaldo ( vermelho) Fernando e com as mãos no bolso, o Consultor e amigo Rogério (DPR Cosnultoria) com quem compartilho alguns trabalhos já há alguns anos.Visitamos a Scretaria de Cultura de São Paulo, onde esta empresa realizou alguns trabalhos.Um dia especial!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Quantas vezes podemos nos apaixonar?

Parece que foi ontem, mas já se passaram 23 anos.
Ontem eu tinha 20 anos, estava saindo da faculdade.Não tinha ainda, minha independência financeira e não sabia, quanto custava uma conta de luz ou água.
Não podia escolher pelo prazer e sim , pelo que era viável.
Não sabia se iria seguir carreira como professora ou se teria que começar algo diferente em outra área. Não sabia se aqueles que eu considerava serem meus amigos,continuariam sendo nos próximos 23 anos.Não sabia se encontraria alguém e se aos 40 anos estaria com esta mesma pessoa. Aos 20 anos, não sabia avaliar uma relação afetiva; um vínculo amoroso ou ainda, um amor e uma paixão. 
Na verdade, durante toda minha  adolescência e juventude ,sempre tive o hábito de sorrir para vida.De não me preocupar com o para sempre e sim, com o presente. Assim , compartilhei experiências de vida com pessoas maravilhosos e  fui intensa em meus sentimentos, como ainda sou até hoje.Me preocupo com as pessoas e procuro sempre ser para elas, uma possibilidade de esperança e otimismo. Embora, preocupada sempre com o futuro e suas consequências, sempre procurei me apaixonar pelo tempo presente.Hoje vejo que valeu a pena, pois passamos pela vida , rápido demais. Passamos pela vida das pessoas, com a mesma rapidez com que os carros passam por nós em uma estrada. Ontem éramos seus parceiros e confidentes; amanhã, seremos somente uma lembrança...
Quantas destas pessoas passaram por minha vida e que eu não consegui segurá-las? Elas tinham seu tempo certo e quando eu ví, já tinham ido embora.Ví a cada ano, nomes desaparecerem de minha agenda de endereços e telefones e outros serem acrescentados. É estranho constatar que também fomos arrancados da memória de muitos celulares. certamente, algumas destas pessoas, já nõa me tem mais como alguém que deva fazer parte de sua vida, ou de seu momento atual. Assim, vamos colorindo nossa tela com nomes e imagens.Temos um tempo para iniciar e concluir esta tela chamada Consultora.
Onde eu ainda permaneço e quem ainda permanece? Poucos, mais tão significativos que me emociono ao lembrar-me de cada um deles.
Me emociono em saber que em breve serei só uma lembrança para aqueles com os quais estou me relacionando hoje. Me emociono em saber que o tempo está passando e que já temos uma história para contar. Me emociono em saber que esta missão tem prazo de validade. Porém também me emociono em saber que posso escolher minha atitude no tempo,não me omitindo de viver por algo que Acredito  valer a pena.

Para onde vai nossa Energia?



Vivemos um tempo em que palavras já não fazem mais a diferença. È preciso agir!

Ação determina o que existe de coerência entre o que se escreve e o que se pratica dentro da Empresa.

Digo isto pois, diariamente convivo com situações em que o Gestor da Empresa é colocado a prova por seus colaboradores que emitem cobranças quanto a adoção de uma postura clara de Direcionamento e Foco. Quem leu o “O monge e o executivo” ,vai se lembrar de uma passagem deste livro, em que o Líder é colocado como aquele que administra a necessidade e não a vontade de seus liderados . Na prática significa, tomar decisões que poderão desagradar alguns, porém é preciso analisar o que é melhor para a Corporação. Na verdade, prezados leitores, esta é uma das tarefas mais árduas, para aqueles lideres que buscam a aceitação e o comprometimento da equipe; pois há situações em que todo o esforço não é suficiente para convencer aqueles que se mostram contrários as mudanças.

Conversas particulares, demonstrações e palestras de sensibilização já não trazem o resultado desejado,induzindo o líder a perguntar-se :”- Até que ponto vale a pena tanto investimento, tanto desgaste para convencer? Quanta energia e tempo eu gasto em discussões onde o foco do negócio é deixado de lado, para buscar uma estratégia que atenda as vontades , os sentimentos e percepções de colaboradores que mostram-se resistentes em relação ao processo de mudanças?”.

Identificar melhorias no processo, requer preparo também para administrar estas situações, onde a emoção fala mais alto que a razão. Onde o que está em jogo é o sentimento de perda de status, poder ou mesmo, perda do conforto do “tempo de casa.”

Nesta hora, o processo de coaching lhe permite formular algumas perguntas do tipo:

O que eu estou ganhando com esta situação?

O que eu estou valorizando, a medida em que eu atendo estas vontades destes colaboradores?
Qual é a minha verdadeira intenção em relação a estes colaboradores? O quanto ganho com sua adesão? O quanto perco por tê-lo como apoiadores camuflados ? Quais as outras pessoas envolvidas neste processo que também sofrem sua influência? O que eu posso fazer de diferente que ainda não fiz em relação a isto? Como seria se...?Será que eu já perguntei a estes colaboradores se eles estão felizes por trabalharem nesta Empresa e ainda, se pretende permanecer nela?

Qual o comportamento que eles julgam apropriado para permanecerem e demonstrarem apoio verdadeiro em relação a missão organizacional?

São várias perguntas e você leitor, pode criar tantas outras que lhe darão alguns fortes indicadores, para definir sua estratégia e decisão.

O fato é que, processos de mudança tomam nosso tempo e nos fazem percorrer caminhos já conhecidos, porém de um forma diferente.

È como descobrir um comportamento novo, para lidar com algo já conhecido. Este aprendizado é para muitos, sofrido, porém não menos rico e valioso.

Ele nos ensina a lidar com a natureza humana respeitando suas limitações e possibilidades.

Nos ensina que governar e liderar é também desagradar, romper , desconstruir e recomeçar. Chorar e sorrir, mais acima de tudo, na hora certa e pelo que de fato, possa valer a pena ser lembrado como aprendizado e crescimento.

É valorizar o meu tempo de existência, canalizando minha energia para algo MAIOR que possa inspirar-me a praticar minha missão empreendedora de ser e deixar um legado do qual possa me orgulhar.


O Brasil e as Olimpíadas


O que isto representa para milhões de brasileiros, espalhados pelo Brasil?
Neste caso posso responder apenas em meu nome.

Quando ouvi os resultados do Comitê Olímpico Internacional pela televisão, no último dia 02 de outubro , senti uma emoção profunda, pois como brasileira, comecei a pensar que país é este que o mundo descobriu? Que país é este que o brasileiro precisa descobrir?
Saber de nossas dificuldades, de nossas fraquezas e assim mesmo obter o reconhecimento mundial de competência, para receber o mundo em nossa casa, é algo para se pensar...
Olhei para o meu país e me perguntei: O que é o Brasil?
Comecei o obter algumas respostas que me fizeram entender porque escolheram o meu país.

Um estudo do Ministério dos Esportes estima que, até 2016, o movimento adicional da economia brasileira seja de US$ 24,4 milhões e 120 mil empregos serão gerados durante a fase de preparação das Olimpíadas.
A Folha de S. Paulo informa que, na qualidade de organizadora da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, o Ministério do Turismo registrará um aumento considerável no fluxo de turistas a partir de 2010 além dos 1,8 milhão de viajantes que a cidade já recebe anualmente.
O jornal francês Le Monde concluiu em um artigo que Lula tem razão de classificar a crise no Brasil como um "mal-estar" e destacou que a recuperação da economia mundial está agora nas mãos dos países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).
O Ministério do Trabalhou indicou que outra prova da recuperação brasileira é que, durante agosto, o sistema econômico gerou um recorde de 242.126 novos empregos e conquistou o melhor resultado desde setembro de 2008, quando foram gerados 282.841 novos postos de trabalho.
"Em cinco anos, o Brasil já conseguiu alcançar a Meta do Milênio de reduzir a pobreza pela metade dentro de um período de 15 anos", Marcelo Neri, coordenador do Centro de Políticas Sociais da FGV, anunciou à DPA.
As maiores reservas conhecidas em zonas da faixa pré-sal até o momento identificadas , estão na porção sul-americana no litoral do Brasil, enquanto, no lado africano, existem áreas pré-sal em processo de exploração (em busca de petróleo) e mapeamento de reservas possíveis no Congo e no Gabão .
Uma alemã escreveu: motivo para amar o Brasil:
tomar o café da manhã na varanda, lendo DIE , olhando para o Pão de Açúcar, o mar e o Cristo Redentor.
Motivo para amar o Brasil:
...de mais a mais, comendo manga e mamão, frutas raras e portanto caras na Alemanha, principalmente no inverno.
Passar o fim de semana na maravilhosa Ilha Grande,
Não esquecer, já que estamos falando, de novo, em comida: goiabada com queijo, pão de queijo, ou simplesmente arroz com fejão. Dia a dia delicioso. Descansar na rede, tomando um suco natural.
Este país não só tem lojas verdes - é mesmo um mundo verde, um paraíso natural. Até o Rio é perfurado de morros e outros espaços verdes, e talvez a única grande cidade que incluia um parque nacional.
Motivo para amar o Brasil:
o povo aberto e amigável, apesar da citada desconfiança; que adora a conversação e que recebe estrangeiros como eu com braços abertos.
Pareceu-me ser uma oportunidade dos gevernantes olharem para esta riqueza e começarem a pensar menos neles próprios e resgaterem , ou até criarem, amor pelo seu país.
Amor este, que pode ser mensurado pela dedicação, pelo comprometimento e seriedade em tratar questões sérias como: educação,segurança, moradia, saúde pública, saneamento básico, inclusão social, entre outros.
Precisamos , por amor ao nosso páis, cuidarmos mais dele.
Precisamos nos irritar com as injustiças e demonstrarmos nas urnas que desejamos uma cultura melhor, uma condição de vida melhor e um motivo a mais para nos orgulharmos não só da natureza, mas dos governantes que administram nosso país. Sentirmos orgulho de nós mesmos, por termos comportamentos éticos e alinhados a valores humanitários e justos.
Precisamos desenvolver nossa cidadania e representá-la de forma coerente em nossas atitudes do dia-a-dia.
Eu quero estar no Rio de Janeiro em  2016!!!!!
E Você?